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domingo, 10 de fevereiro de 2019

Cientistas do MIT criam pílula de insulina para substituir injeção

Cientistas do MIT criam pílula de insulina para substituir injeção

Equipe liderada pelo MIT desenvolveu uma cápsula capaz de carregar insulina
 até o estômago do paciente — Foto: Felice Frankel/MIT


A cápsula, que tem o tamanho de um comprimido, libera a substância ao chegar no estômago e pode facilitar a vida de diabéticos do tipo 1.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Diabete, a armadilha do açúcar - Medicina

DIABETE, A ARMADILHA DO AÇÚCAR - Medicina


Trezentos milhões de pessoas, no mundo inteiro, devem evitar os alimentos doces, capazes de lhes provocar amargos problemas de saúde. Sem um rígido e permanente controle, eles podem provocar até a morte.

terça-feira, 22 de março de 2011

Gene ligado ao nanismo protege contra câncer e diabetes, diz estudo

17/02/2011 15h06 - Atualizado em 17/02/2011 17h29

Gene ligado ao nanismo protege contra câncer e diabetes, diz estudo
Pessoas com a síndrome de Laron tiveram menor incidência das doenças.
Cientistas pretendem elaborar tratamentos bloqueando hormônios.


A pesquisa acompanhou cerca de cem pessoas com a síndrome de Laron (Foto: Cortesia / Jaime Guevara-Aguirre)Um estudo de 22 anos com pessoas anormalmente baixas sugere que as mutações que causam o nanismo podem também diminuir o risco de câncer e diabetes. Na pesquisa, o biólogo celular Valter Longo, da Universidade do Sul da Califórnia, nos EUA, e o endocrinologista equatoriano Jaime Guevara-Aguirre acompanharam uma comunidade remota nas encostas dos Andes.

Nesta comunidade, há muitas pessoas com a síndrome de Laron, um defeito num gene que impede o corpo de utilizar o hormônio do crescimento (GH). Os cientistas acompanharam cerca de cem indivíduos com a síndrome e 1,6 mil de estatura normal.

Durante os 22 anos, não foi registrado nenhum caso de diabetes e apenas um de câncer – que não levou à morte – entre os anões. Em contrapartida, entre as pessoas de estatura normal, 5% tiveram diabetes e 17% sofreram de câncer. Como eles viviam no mesmo ambiente e tinham os mesmos fatores genéticos, os cientistas concluíram que o hormônio do crescimento tem suas desvantagens.


O pesquisador Jaime Guevara-Aguirre e com participantes da pesquisa em 1988 (Foto: Cortesia / Jaime Guevara-Aguirre)“As pessoas com deficiência de recepção do hormônio do crescimento não têm duas das principais doenças do envelhecimento. Também têm uma incidência muito baixa de acidentes vasculares, mas o número de mortes por conta deles foi muito baixo para determinar se isto é significante”, afirmou Longo.

Contudo, a expectativa de vida dos dois grupos é aproximadamente a mesma, pois os anões morrem pelo abuso de substâncias ou por acidentes com mais frequência. “Embora os indivíduos que encontramos aparentem estar relativamente felizes e normais e sabidamente tenham funções cognitivas normais, há muitas causas de morte estranhas, incluindo muitas ligadas ao álcool”, explicou o pesquisador.

O que ainda não está claro para os cientistas é como a deficiência de hormônios de crescimento pode proteger um indivíduo. De toda forma, existe a esperança de desenvolver um tratamento a partir do bloqueio dos hormônios. A ideia é utilizar tal tratamento em adultos com alta taxa destes hormônios, tentando levá-los a uma taxa média, e apenas em famílias com alta incidência de câncer e diabetes.

O estudo foi divulgado pela publicação científica “Science Translational Medicine”.