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sexta-feira, 29 de agosto de 2025

REPRODUÇÃO HUMANA - Cientistas chineses anunciam robô capaz de gestar bebê humano

REPRODUÇÃO HUMANA - Cientistas chineses anunciam robô capaz de gestar bebê humano

Um robô que dá à luz um bebê humano? Cientistas chineses afirmam que isso pode ser realidade até 2026 – e criaram um útero artificial para provar.

quarta-feira, 19 de março de 2025

Número de doulas do fim de vida cresce no exterior

Número de doulas do fim de vida cresce no exterior

Profissionais dão suporte emocional e espiritual que se estende à família, sem interferir no trabalho realizado pela equipe médica.

segunda-feira, 18 de março de 2019

Síndrome Alcoólica Fetal - Os males causados nos filhos pelo consumo de bebidas na gravidez

Síndrome Alcoólica Fetal - Os males causados nos filhos pelo consumo de bebidas na gravidez

El hecho de que sus madres biológicas bebieran durante el embarazo provocó síntomas físicos y mentales en Andy y Rachel. — Foto: BBC

Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, estudos apontam que de cada 1 mil nascidos vivos, de dois a sete bebês apresentam sinais da Síndrome Alcoólica Fetal; para a maioria dos sintomas não há cura e diagnóstico é difícil.

sexta-feira, 23 de março de 2018

Número de abortos cai no mundo - Puxado por países desenvolvidos com legalização


Número de abortos cai no mundo - Puxado por países desenvolvidos com legalização

Manifestante protesta na Paulista contra 
projeto que criminaliza todo tipo de aborto 

Desde os anos 90, os registros da prática caíram de forma significativa nos países ricos; já nas regiões em desenvolvimento não foi observada uma mudança significativa.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Quem precisa de rabo? - Reprodução


QUEM PRECISA DE RABO? - Reprodução



Esqueça o que você aprendeu na escola. Os espermatozóides já não são mais imprescindíveis para gerar uma criança. Em seu lugar dá para usar as espermátides, que são células sexuais imaturas, ainda sem cauda. Por isso, raramente aparecem no esperma e não têm chance na corrida para chegar primeiro ao óvulo feminino e fecundá-lo. São muito lentas, perdem sempre. Ou melhor, perdiam. Agora, ajudadas por uma seringa, já conseguem chegar lá. Em junho e setembro, na França, nasceram Lucien e Jean, respectivamente o primeiro e o segundo bebê gerado por espermátides. E há mais cinco a caminho. No Brasil, o Centro de Reprodução Humana, em São Paulo, promete um para meados deste ano 

domingo, 28 de julho de 2013

Talidomida continua a causar defeitos físicos em bebês no Brasil


Talidomida continua a causar defeitos físicos em bebês no Brasil


Mulheres que recebem prescrição de talidomida no Brasil são orientadas a utilizar duas formas de contracepção. Elas também passam por testes regulares de gravidez. (Foto: BBC)

Droga é proibida na maior parte do mundo.
No Brasil, ainda gera legião de bebês com deformidades, segundo estudo.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Amamentação - Começo de vida saudável



AMAMENTAÇÃO-COMEÇO DE VIDA SAUDÁVEL


Em escritos religiosos antigos, o leite humano era chamado de sangue branco, pois se acreditava que a mãe transferisse parte de seu fluido vital quando oferecia o seio ao filho recém nascido. Esta imagem de intercâmbio de vida foi reproduzida ao longo dos séculos, como neste quadro do pintor renascentista italiano Giorgione (1477-1510). Em alguns casos, esta idéia não chega a ser exagero.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

A vida dentro de um ovo - Biologia


A VIDA DENTRO DE UM OVO - Biologia



Só agora os embriologistas começam compreender como o corpo humano esculpido, durante os primeiros meses de gestação

Um milésimo de milímetro à esquerda e, depois, dois milésimos de milímetro acima-indicações assim eram dadas ao micromanipulador, um aparelho criado para realizar, com precisão, movimentos imperceptíveis a olho nu. Com isso, não havia como errar na pontaria: a agulha de vidro alfinetou e seqüestrou uma célula, muito menor do que um grão de poeira. No prato sob o microscópio, boiando ilesas em um meio de cultura, restaram outras três células, grudadas entre si, que poderiam ser implantadas, mais tarde, no útero de uma mulher portadora de um defeito genético capaz de se manifestar apenas em seus filhos homens. Sim, os médicos do Hospital de Hammersmith, na Inglaterra, estavam roubando a célula de um ovo humano, fecundado em proveta no dia anterior. Tudo para testar se o embrião seria menino ou menina, garantindo desde o princípio a gestação de uma criança sadia. Apenas embriões femininos foram implantados na paciente, hoje mãe de duas garotinhas gêmeas, que devem apagar sua primeira velinha de aniversário no próximo mês.
As gêmeas nasceram perfeitas, como se o organismo esnobasse a célula embrionária extraída. "Até o décimo quinto dia de vida, as células do embrião são idênticas e totipotentes, isto é, capazes de originar qualquer órgão", explica o embriologista pernambucano Reinaldo Azoubel, professor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. Ou seja, nessa fase, pode-se arrancar impunemente um quarto do embrião, sem que por isso venha ao mundo uma criança, por exemplo, sem perna nem coração. Como e quando essas células totipotentes se diferenciam são algumas das questões a que, até hoje, não se conseguiu responder. Nenhum cientista é capaz de explicar por que uma daquelas primeiras células se transforma em um pé, e não em uma mão.
"A Embriologia foi a área médica que mais evoluiu, nos últimos treze anos", insiste, mesmo assim, Azoubel. Ao assinalar um prazo tão exato, o médico pensava no nascimento, em 1978, da inglesinha Louise Brown, o primeiro bebê de proveta. Desde então, os embriologistas aprimoraram as técnicas de exames pré-natais e das chamadas fertilizações assistidas, ou in vitro, em que o laboratório substitui as trompas do aparelho reprodutor feminino como ponto de encontro do espermatozóide com o óvulo. "Há cinco anos, os médicos congelam embriões humanos a -190° Celsius, preservando-os durante três anos", exemplifica o obstetra, especialista em infertilidade, Dirceu Mendes Pereira, do Hospital Pró-Matre Paulista. Recentemente, chegou-se ao extremo de se perfurar o óvulo para injetar o espermatozóide, numa espécie de entrega a domicílio. "Ao permitir a manipulação de embriões humanos em laboratório", comenta Pereira, "esses avanços sobre bebês de proveta possibilitam, entre outras coisas, que os cientistas arrisquem explicações sobre como uma célula escolheria o seu destino até a oitava semana de gestação-a partir daí, o embrião se transforma em feto, porque já possui todos os  órgãos formados." Esses só irão crescer e aprender a funcionar direito nos sete meses seguintes, até o parto.
Cerca de catorze horas depois da fecundação, o ovo inicia um processo de divisão, cada célula sempre se quebrando em duas. O embrião reúne 32 células e lembra uma amora-por isso, é chamado mórula-, seis dias mais tarde. "Metade desse tempo é consumida descendo o caminho da trompa; nos outros três dias, o embrião fica vagando, solto, de um lado para outro no útero", descreve Reinaldo Azoubel, com sua fala repleta de pausas "Quando se fixa na parede uterina, surge uma cavidade cheia de líquido no interior da mórula, que agora passa a se chamar blástula", explica o médico. Nesse instante, ocorre a primeiríssima diferenciação, pois as células externas da blástula se alongam, talvez estimuladas pelo contato direto com o útero, gerando o chamado trofoblasto, o tecido que dá origem a tudo o que não é embrião, ou seja, aos anexos como a placenta, o saco vitelino, o líquido amniótico.Já as células do interior da blástula, que permanecem rechonchudas e iguaizinhas entre si, são conhecidas por massa celular interna-a matéria-prima da futura criança propriamente dita. Só quando o embrião completa três semanas de idade, essa massa celular interna se distingue em três camadas-feito três grandes avenidas que vão se bifurcando em caminhos diversos, em mão única, sem retorno. Da camada interna, o endoderma, aparecem o aparelho respiratório, os genitais, parte do aparelho digestivo; a camada intermediária, ou mesoderma, por sua vez, se transforma em músculos, ossos, cartilagens, sangue, vasos, coração e rins; a camada externa, ou ectoderma, constrói coisas tão diferentes como o sistema nervoso, a pele e seus anexos."Talvez as células já  tenham  um endereço determinado muito antes do que a gente consegue perceber com a tecnologia atual", divaga o obstetra José Rafael Macéa, que desde os anos 70 ensina Embriologia na Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo. Pesquisas realizadas em diversos países sobre uma mosca, a drosófila, incrementam suspeitas como essa. É relativamente comum aparecerem anomalias no desenvolvimento embrionário desse inseto, como um par de asas extra ou patas em lugares inesperados. E, sempre que algo está fora de lugar no organismo ou surge em quantidade inadequada, significa que houve engano na diferenciação celular. Na caça aos responsáveis pelo erro, os cientistas chegaram a um grupo de genes, que chamaram, em inglês, homeobox: como interruptores, eles indicam o papel certo de uma célula, ao ligar ou desligar outros genes.
Existem diversas teorias sobre como eles agiriam. A mais recente foi elaborada, no último mês de abril, por uma equipe da Universidade Harvard, nos Estados Unidos. Intrigados ao observar no microscópio que muitas células morrem nas primeiras semanas de vida do embrião, os cientistas levantam a hipótese de ocorrer uma legítima competição celular. Desse modo, em vez de programadas para desempenhar uma função específica-e, portanto, formar esse e não aquele órgão-, as células teriam seus genes ativados aleatoriamente pelos homeoboxes. Ou seja, uma célula pode ter 100% dos genes ativados para se tornar um neurônio, enquanto sua vizinha teria somente, por exemplo, 70% deles recrutados. No final, acabam selecionadas, por substancial como hormônios, aquelas células que, por mero acaso, teriam vocação genética para desempenhar determinado papel. As restantes, desprezadas, morreriam. 

José Rafael Macéa chama a atenção para o fato de que o ambiente onde cresce o embrião, no caso, o organismo materno, também é um fator importante na diferenciação: "Em mulheres diabéticas, o risco de malformações congênitas é três a quatro vezes maior", lembra. Outra questão é desvendar como essas células encontram no embrião o seu lugar certo-por que uma perna fica embaixo dos quadris, e não pendurada no ombro. "A notocorda, uma estrutura que aparece na terceira semana de gestação, é fundamental para o processo de migração celular, embora se desconheçam os mecanismos", diz Macéa. A notocorda funciona como eixo longitudinal no embrião, garantindo sua simetria: as células parecem compreender que devem caminhar e estacionar em um ponto exato dessa régua, de um lado ou de outro. "Quando se arranca a notocorda de cobaias, crescem fetos com defeitos horripilantes", conta Macéa.
Depois do nascimento, da notocorda só resta uma massa gelatinosa, que recheia os discos da espinha dorsal, verdadeiros amortecedores entre as vértebras. "Para caminhar, as células do embrião devem usar os mesmos mecanismos das células cancerosas, ao se espalharem no organismo", especula o obstetra paulista, especialista em Genética, Thomaz Raphael Gollop. " Entender seu processo ajudará a descobrir novos tratamentos para a doença. " Ao saber exatamente quando esse ou aquele órgão se forma, os médicos também podem, muitas vezes,  evitar o aparecimento de anomalias.
Nesse sentido, a esperança está nas recentes experiências com vírus, realizadas no Instituto Pasteur, na França. Os vírus recebem o gene de uma proteína inócua, mas que o corpo humano não tem a receita para fabricar. Além disso, são incapazes de se multiplicar, ou seja, permanecem estáticos nas células que infectam. No final do ano passado, os cientistas injetaram esses vírus, através do útero, diretamente em embriões humanos. Assim, meses mais tarde, puderam notar em exames de ultra- sonografia, com injeções de substâncias marcadoras especiais, onde existia aquela proteína estranha-ela estava na mãozinha. Só tem um problema: os pesquisadores não sabem qual foi o ponto de partida, isto é, injetaram o vírus às cegas no embrião. Por isso, ainda não respondem, afinal, qual célula construiu aquela mão.


A escultura do corpo humano Na fase embrionária, aparecem todos os órgãos

Quatro dias
O ovo ainda não cresceu, apenas se subdividiu em doze a dezesseis células idênticas entre si. Graças à sua aparência, que lembra uma amora, nessa fase, o embrião é chamado mórula

Seis dias
Na fase de blástula, as células externas fixam o embrião no útero-mais tarde, elas formarão os anexos, como a placenta. A massa celular interna é que dará origem à criança

Quatro semanas 
A cabeça, o tronco e uma cauda somam cerca de 7 milímetros de comprimento. Surgem os vasos sangüíneos, as vértebras primitivas. Dois gomos laterais são a semente dos braços

Cinco semanas
Agora com 12 milímetros, o embrião já tem braços e pernas-embora os dedos ainda não estejam separados entre si. A face começa a ser moldada e, mais importante, o cérebro se desenvolve

Oito semanas
O embrião se transforma em um feto, com cerca de 4 centímetros de comprimento e todos os órgãos formados. Eles, apenas, terão de crescer e aprender a funcionar até a hora do parto. 


Um estranho no útero

Parecia um quadro surrealista: do útero, cercado por homens vestidos de azul, emergia o braço de um feto, erguido pelo punho fechado, do tamanho de uma bola de gude. O bisturi fez um corte de 2 centímetros na barriga do futuro bebê, com apenas 24 semanas de vida e um defeito fatal no diafragma. Para que isso acontecesse, bastou o pequeno braço ficar para fora do útero, previamente esvaziado do líquido amnéstico. O restante do corpo do feto pode permanecer naquele ambiente acolhedor, pois a mão do cirurgião foi alcançá-lo ali. Essa intrusão ocorreu, pela primeira vez, em junho de 1989, na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. Só foi divulgada, no entanto, um ano mais tarde, quando se teve certeza que a criança, Blake Schultz, nascida sete semanas depois da cirurgia, era sadia.Tamanha cautela faz sentido, ao se tratar de uma área da ciência que mal começa a andar-a Medicina fetal. A dificuldade nesse tipo de cirurgia não está na fragilidade do feto, cujas cicatrizes, aliás, desaparecem antes do nascimento, tamanha a velocidade de reposição de seus tecidos. "O maior obstáculo é o útero da mulher grávida", conta o obstetra paulista Thomaz Raphael Gollop. "Ele detesta ser tocado e reage com uma série de contrações. Mesmo se, com o auxílio de drogas, o feto não é expulso logo depois da operação, o parto prematuro acaba sendo inevitável."Às vezes, contudo, o risco da cirurgia vale a pena. Tratar fetos, afinal, não é uma questão de pressa: muitos problemas, que se manifestaram já no organismo em formação, não têm conserto depois do parto. Um diafragma defeituoso, por exemplo, pode ser corrigido depois do nascimento, mas então a criança já estará condenada a uma grave insuficiência respiratória, com 75% de chances de morrer. "Nos anos 90, vamos passar do simples diagnóstico de anomalias para o tratamento de fetos, com injeções de remédios ou até driblando os riscos nas cirurgias", aposta Gollop.1- uma vez aberto o útero, os médicos ergueram para fora o braço esquerdo do feto para ligar aparelhos de monitoração-um de eletrocardiograrna e outro, o oxímetro, que mede o consumo de oxigênio. Ao mesmo tempo, o líquido amniótico foi retirado com uma seringa e preservado2-Os cirurgiões, então, fizeram um corte no abdome do feto, cujos órgãos subiram para o tórax, aproveitando uma brecha do diafragma. Os pulmões, nesse estado, tinham pouco espaço para crescer3-Os médicos empurraram os órgãos abdominais para o lugar certo4-Depois de se fechar o buraco no diafragma, a cavidade do tórax quase vazia, foi preenchida com uma solução salina5- 0 abdome do teto foi emendado com um material à prova d´água para ampliar seu volume e acomodar todos os órgãos. Com o útero costurado os médicos reinjetararm. o líquido amniótico. 

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Usar celular durante a gravidez pode gerar filhos desobedientes

07/12/2010 09h44 - Atualizado em 07/12/2010 10h39

Usar celular durante a gravidez pode gerar filhos desobedientes, diz estudo
Segundo pesquisadores, o celular pode afetar o comportamento da criança.
Exposição à radiação do aparelho aumenta em 50% chance de problemas.


Grávida ao celular (Foto: Reprodução)Pesquisadores que estudam os efeitos do celular sobre a saúde dizem ter encontrado indícios de que mulheres grávidas, que usam o aparelho regularmente, podem ter filhos com transtornos de comportamento.

As crianças cujas mães usaram celular durante e depois da gestação têm 50% mais riscos de apresentar problemas comportamentais, reportaram os pesquisadores em artigo para o “Journal of Epidemiology and Community Health”.

Para as crianças expostas apenas antes do nascimento, o risco era de 40%. O estudo também mostrou que mais de um terço das crianças de 7 anos (35%) usam celular.

Um terço das crianças de 7 anos (35%) usam celular“É difícil compreender de que maneira exposições baixas como essas poderiam exercer influência”, disse a epidemiologista da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, Leela Kheifets, que liderou o estudo. “Mas os indícios precisam ser considerados”, disse.

A equipe de Kheifets entrevistou 28 mil crianças de 7 anos e suas mães. O estudo se baseia em uma série de nascimentos dinamarqueses que inclui 100 mil mulheres grávidas entre 1996 e 2002.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Sexo diário melhora qualidade do esperma

30/06/09 - 15h29 - Atualizado em 30/06/09 - 17h27

Sexo diário melhora qualidade do esperma, diz estudo
Ejaculações frequentes reduziriam riscos de danos no DNA do esperma, afirmam pesquisadores.

Um estudo australiano sugere que fazer sexo todos os dias melhora a qualidade do esperma e poderia aumentar as chances de gravidez.

A pesquisa do Sydney IVF, um centro de tratamento de infertilidade, foi apresentada em Amsterdã, na Holanda, durante um seminário da Sociedade Europeia para Reprodução e Embriologia.

Os pesquisadores analisaram 118 homens com problemas de infertilidade e os resultados apontam que oito em cada dez participantes apresentaram uma melhora média de 12% nos danos do DNA do esperma depois de sete dias de ejaculação diária.

Além disso, o esperma também se tornou mais ativo durante a semana de análise, com um pequeno aumento na mobilidade.

O estudo observou ainda uma queda no número de espermatozóides no sêmen de 180 milhões para 70 milhões durante o período. Segundo os pesquisadores, apesar da queda, os homens permaneceram no nível normal de fertilidade.

Danos
O pesquisador David Greening, que liderou o estudo, disse que o conselho geral para os casais tem sido o de fazer sexo a cada dois ou três dias.

Ele explica, no entanto, que a melhora na qualidade do esperma observada a partir da ejaculação diária poderia ser explicada pois os espermas acumulados durante dias podem apresentar mais deformações pois ficam expostos a radicais livres durante o tempo em que ficam armazenados nos epidídimos - pequenos canais localizados nos testículos.

Segundo Greening, apesar dos resultados promissores, mais testes são necessários para identificar se os benefícios da ejaculação diária podem ser observados também em homens sem problemas de infertilidade.

Ele alerta que fazer sexo todos os dias por muito tempo -- um período de 15 dias, por exemplo -- poderia reduzir demais o número de espermatozóides.

Greening explica que "muito sexo diário" é recomendado no período de ovulação da mulher para aumentar as chances de gravidez.

De acordo com o pesquisador, os resultados do estudo podem ter implicações para casais que estão fazendo tratamento de fertilização in vitro. Isso porque os homens que passam por esse tipo de tratamento são aconselhados a não manter relações sexuais por pelo menos dois dias para aumentar o número de espermatozoides na hora da ejaculação.

Casos individuais
Segundo o especialista em fertilidade Alan Pacey, da Universidade de Sheffield, na Inglaterra, a descoberta de que ejaculações diárias melhoram as chances de gravidez é interessante, mas seria errado pensar que esse é o caso para todos os homens.

"Por exemplo, para homens que já possuem pouca quantidade de esperma, as ejaculações diárias podem reduzir ainda mais esse total e apesar de o esperma ser mais saudável, o número reduzido pode impedir as chances de uma concepção normal", disse Pacey.

Ele afirma ainda que o melhor conselho geral para casais que estão tentando engravidar naturalmente seria "manter relações a cada dois dias para garantir a saúde do esperma em cada ocasião".

Greening explica ainda que esse conselho pode ser diferente para homens que estão se preparando para tratamentos como a fertilização in vitro. Segundo ele, exames que medem os danos no DNA do esperma podem alterar a recomendação médica sobre a frequência das relações sexuais.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Primeiro "homem grávido" do mundo tem outro filho

09/06/09 - 22h53 - Atualizado em 09/06/09 - 22h55

Primeiro "homem grávido" do mundo tem outro filho

Los Angeles (EUA.), 9 jun (EFE).- O transexual Thomas Beatie, que ficou famoso por ser o primeiro "homem grávido" do mundo, deu à luz hoje menina, quase um ano após se tornar pai pela primeira vez, informou hoje a rede de televisão "ABC".

O parto foi normal, mas será a mulher de Beatie, Nancy, de 46 anos, quem amamentará a criança, assim como aconteceu com Susan Juliette, a menina que nasceu em 29 de junho de 2008 após uma gestação que chamou a atenção dos meios de comunicação mundiais.

Em novembro, Beatie, de 35 anos, anunciou que tinha deixado de tomar hormônios masculinos para poder ter outro filho.

O transexual decidiu mudar de sexo aos 24 anos, mas decidiu manter os órgãos sexuais femininos.

Apesar da preocupação de parentes, Beatie assegura que não tem medo das ameaças sofridas desde que o caso veio à tona, e afirma que é uma família tradicional.

Mesmo sendo oficialmente homem, Beatie aceitou engravidar devido à incapacidade da mulher para a gestação. EFE

terça-feira, 4 de maio de 2010

bonecos ensinam jovens a cuidar de bebês

25/05/09 - 12h05 - Atualizado em 25/05/09 - 12h05

Equipados com simulador, bonecos ensinam jovens a cuidar de bebês
Iniciativa foi colocada em prática na escola alemã Georg-Ackermann.
Objetivo é ensinar as garotas sobre a responsabilidade da maternidade.




Nesta segunda-feira (25), alunas da escola Georg-Ackermann, em Breitenbach, tiveram contato com os bebês. Equipados com simuladores, eles imitam de forma realista o comportamento de crianças. (Foto: France Presse)




Organizado pelo centro de informações sobre gravidez, família e sexualidade, na Alemanha, o projeto ensina as garotas sobre a responsabilidade da maternidade. A iniciativa também tem foco em evitar a gravidez indesejada na adolescência. (Foto: France Presse)