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sábado, 25 de julho de 2026

Como se comunicar com alguém com demência

Como se comunicar com alguém com demência

Mesmo quem não convive diariamente com uma pessoa com a doença pode aperfeiçoar sua capacidade de aproximação.

terça-feira, 9 de dezembro de 2025

CUIDADORES - Se antecipem aos desafios e zelem por seu bem-estar

CUIDADORES - Se antecipem aos desafios e zelem por seu bem-estar

Orientações são de especialista do Centro de Restauração Neurológica da Cleveland Clinic, que diz: o objetivo é o progresso, e não perfeição.

sexta-feira, 7 de novembro de 2025

Inflamação no cérebro pode ser peça-chave na progressão do Alzheimer, revela estudo liderado por brasileiros

Inflamação no cérebro pode ser peça-chave na progressão do Alzheimer, revela estudo liderado por brasileiros

Trabalho publicado na revista Nature Neuroscience mostra que a doença só progride quando duas células cerebrais “conversam” entre si — abrindo novas perspectivas para o tratamento da demência.

segunda-feira, 22 de setembro de 2025

Sintomas neuropsiquiátricos podem estar associados à demência

Sintomas neuropsiquiátricos podem estar associados à demência

Por que o comprometimento comportamental leve deve ser levado em conta como um marcador precoce para o quadro demencial, alerta a psiquiatra Lilian Scheinkman, professora adjunta da UERJ.

sábado, 16 de agosto de 2025

Conheça o inseto que já rendeu seis prêmios Nobel e pode revolucionar a pesquisa biomédica brasileira

Conheça o inseto que já rendeu seis prêmios Nobel e pode revolucionar a pesquisa biomédica brasileira


75% dos genes associados a doenças humanas tem um homólogo em drosófila. Isso indica que processos biológicos importantes são conservados e controlados pelos mesmos mecanismos genético-moleculares.

sábado, 19 de julho de 2025

IA pode identificar pacientes com risco de Alzheimer e ajudar a determinar tratamento precoce

IA pode identificar pacientes com risco de Alzheimer e ajudar a determinar tratamento precoce

Ferramenta desenvolvida por pesquisadores de Cambridge identifica pacientes com maior chance de responder ao tratamento e pode tornar os ensaios clínicos mais rápidos, baratos e eficazes.

terça-feira, 25 de março de 2025

Novidades sobre a microbiota, essa guardiã da saúde

Novidades sobre a microbiota, essa guardiã da saúde

Congresso internacional, realizado em Washington nos dias 15 e 16, foi dedicado exclusivamente ao assunto.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

As polêmicas transfusões de sangue para retardar a velhice que são moda entre milionários nos EUA


As polêmicas transfusões de sangue para retardar a velhice que são moda entre milionários nos EUA

A empresa Ambrosia, com laboratório na Califórnia e na Flórida, 
usa material de bancos de sangues de hospitais especializados em trauma e cobra US$ 8 mil


De pacientes com Alzheimer a quem busca rejuvenescimento, startups do Vale do Silício fazem testes com sangue e plasma de jovens em pessoas mais velhas, embora não haja provas reais dos efeitos.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

O retrato do mal antes da hora


O retrato do mal antes da hora


Em 1906, ao fazer a autópsia de uma mulher de 55 anos, o médico alemão Alois Alzheimer (1864-1915) descobriu no cérebro dela lesões que ninguém nunca tinha visto antes. O problema estava dentro dos neurônios - as células cerebrais -, que em vários lugares apareciam atrofiados, cheios de placas estranhas e de fibras retorcidas, enroscadas umas nas outras. Desde então, esse tipo de degeneração nos neurônios ficou conhecido como o mal de Alzheimer. 

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Novo chip pode levar a teste rápido de câncer e Alzheimer no futuro



Novo chip pode levar a teste rápido de câncer e Alzheimer no futuro

Microchip criado por cientistas japoneses para detectar RNA no sangue (Foto: Divulgação/Riken)

Cientistas japoneses criaram tecnologia portátil que detecta microRNA.
Concentração das moléculas aumenta no caso dessas doenças.

Cientistas japoneses criaram um pequeno dispositivo portátil que permite detectar a presença de moléculas de microRNA no sangue e em outros fluidos corporais rapidamente, com resultados em cerca de 20 minutos.

Segundo os pesquisadores do Instituto Riken de Ciência Avançada, responsáveis pelo invento, o sistema é um chip que não precisa de fonte externa de energia e que permite descobrir microRNA em volumes bem pequenos de amostras de sangue ou outros fluidos.

O estudo foi publicado nesta quarta-feira (7) no site do periódico "PLOS ONE". A invenção abre caminho para, no futuro, serem criados testes simples para detectar doenças como câncer e o Alzheimer ainda nos estágios iniciais, avaliam os cientistas.

O RNA, ou ácido ribonucleico, é uma molécula vital para os seres vivos por atuar na síntese de proteínas. Já o microRNA, segundo o estudo, é uma molécula pequena de RNA, com a função de regular a expressão dos genes em uma série de processos biológicos, como a divisão das células, sua diferenciação e sua morte.

A concentração de microRNA em fluídos corporais, como o sangue e a saliva, aumenta conforme progridem doenças como câncer e Alzheimer, afirma o estudo. Este é o efeito que os cientistas esperam detectar utilizando o dispositivo inventado.

Técnicas atuais para análise de microRNA precisam de dias para apresentar resultado e envolvem equipamentos que podem ser usados apenas por técnicos treinados, afirmam os pesquisadores.

Os cientistas esperam que o microchip, quando aperfeiçoado e com mais pesquisas, possa se tornar um novo método de diagnóstico de doenças e distúrbios em todo o mundo, principalmente em regiões mais pobres do planeta.


domingo, 5 de setembro de 2010

Cientistas utilizam ondas de celular para reverter doença

06/01/10 - 21h05 - Atualizado em 06/01/10 - 21h45

Cientistas utilizam ondas de celular para reverter doença de Alzheimer
Pesquisa utilizou ratos expostos 1 a 2 horas por dia durante 7 a 9 meses.
Exposição reduziu acúmulo de proteína beta-amilóide, indicador da doença.

As pessoas que gastam horas todos os dias no telefone celular podem ter uma nova desculpa para tagarelar. Um novo estudo feito com ratos dá a primeira evidência de que a exposição às ondas eletromagnéticas associadas ao uso do aparelho podem proteger da doença de Alzheimer e até mesmo reverter seu desenvolvimento.

O estudo, conduzido por pesquisadores do Florida Alzheimer's Disease Research Center (ADRC), da Universidade do Sul da Flórida, foi publicado nesta quarta-feira (6) no “Journal of Alzheimer's Disease”.

Foi ainda mais surpreendente verificar que as ondas eletromagnéticas geradas pelos aparelhos celulares reverteram as debilidades na memória de ratos mais velhos com a doença"
“Ficamos surpresos ao concluir que a exposição ao telefone celular, iniciada cedo na idade adulta, protege a memória de ratos destinados a desenvolver o mal de Alzheimer”, afirmou Gary Arendash, autor da pesquisa. “Foi ainda mais surpreendente verificar que as ondas eletromagnéticas geradas pelos aparelhos celulares reverteram as debilidades na memória de ratos mais velhos com a doença.”

Os pesquisadores mostraram que a exposição de ratos mais velhos às ondas eletromagnéticas reduziu o acúmulo danoso da proteína beta-amilóide em áreas do cérebro, além de prevenir o acúmulo em ratos jovens.

As placas formadas pelo acúmulo anormal da proteína são as marcas da doença. Muitos dos tratamentos contra Alzheimer são focados nessa proteína.

No estudo, os cientistas conseguiram isolar os efeitos para o cérebro da exposição ao telefone celular de outros fatores, como a dieta e exercícios. Foram analisados 96 ratos, muitos deles geneticamente modificados para desenvolver o acúmulo de placas de beta-amilóide.

Alguns dos ratos não tinham nenhum tipo de demência e não passaram por alterações genéticas para o desenvolvimento da doença. Dessa forma, os pesquisadores puderam analisar os efeitos das ondas eletromagnéticas em cérebros normais.

Exposição
Cada animal dos dois grupos de cobaias foram expostos a um campo eletromagnético equivalente ao gerado por um telefone celular padrão durante uma a duas horas por dia, por um período de sete a nove meses.




Ratos foram colocados em volta de antena de celular (Foto: University of South Florida)

Se conseguirmos determinar os melhores parâmetros de exposição para efetivamente prevenir o depósito e remover as placas de beta-amilóide, essa tecnologia pode se transformar rapidamente em benefício contra o mal de Alzheimer"
As gaiolas em que os ratos estavam foram dispostas ao redor de uma antena que emitia ondas eletromagnéticas de intensidade semelhante a gerada por um aparelho colado à cabeça de um usuário durante uma ligação. Cada um deles permaneceu a mesma distância da antena.

A partir dos resultados, os pesquisadores concluíram que a exposição ao campo magnético pode ser uma forma não invasiva e livre de medicamentos de prevenção e tratamento do Alzheimer.

“Se conseguirmos determinar os melhores parâmetros de exposição para efetivamente prevenir o depósito e remover as placas de beta-amilóide, essa tecnologia pode se transformar rapidamente em benefício contra o mal de Alzheimer”, disse Chuanhai Cao, pesquisador da Universidade do Sul da Flórida e também um dos autores do estudo.

O teste de memória aplicado para avaliar os efeitos da exposição ao telefone celular em ratos foi desenvolvido de forma semelhante ao usado para determinar a presença da doença e seus primeiros sinais em humanos.

“Acreditamos que nossas conclusões podem ter considerável relevância para o organismo humano”, disse Arendash.