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quinta-feira, 7 de março de 2024

Colossal estátua de Ramsés II é encontrada por arqueólogos no Egito

Colossal estátua de Ramsés II é encontrada por arqueólogos no Egito

Parte inferior da escultura já havia sido descoberta durante escavações na década de 1930.

sexta-feira, 15 de setembro de 2023

Eventos em Israel seriam prenúncio do fim do mundo, diz teoria da conspiração

Eventos em Israel seriam prenúncio do fim do mundo, diz teoria da conspiração

De acordo com a interpretação de alguns, acontecimentos recentes estariam ligados a profecias bíblicas sobre o Apocalipse.

sexta-feira, 17 de setembro de 2021

Veneno de cobra brasileira possui molécula capaz de inibir o coronavírus

Veneno de cobra brasileira possui molécula capaz de inibir o coronavírus

Novo estudo apresenta caminho promissor na busca por medicamentos para tratar a COVID-19.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

O veneno do bem - Medicina


O veneno do bem - Medicina


Imagine que você cortou o rosto e, em vez de dar pontos, o seu médico passa uma supercola feita de sangue de boi e veneno de cascavel. Isso pode mesmo acontecer. Mas não se assuste. A história moderna das serpentes não tem nada a ver com o medo ancestral que inspiram. Para a ciência, elas guardam produtos utilíssimos nas glândulas letais. O mais recente é uma cola de pele genuinamente brasileira, que, segundo os testes já feitos, dá uma cicatrização perfeita.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

QUESTÃO DE PELE - BIOLOGIA


QUESTÃO DE PELE - BIOLOGIA


Ela é a embalagem ideal. As mil e uma utilidades da pele incluem ar-condicionado, proteção anti-radiação, defesa contra inimigos, sedução, alarme e detector de calor. Mas não há loja, nem entre as melhores do ramo, que tenha em estoque pacote tão funcional e completo quanto o revestimento do corpo dos animais, entre eles, o homem. Uma cobertura que se amolda às necessidades de cada freguês. Veja nesta reportagem como a pele muda de aspecto e de função de animal para animal. No homem, a malha com espessura entre 0,4 e 2 milímetros é o principal órgão do tato e proteção contra agentes externos, de microorganismos a radiação nociva. Em alguns pássaros, ela é acessório de sedução. Nos tatus, couraça de defesa. Nos sapos, instrumento de sopro. Em alguns peixes, meio de comunicação. Até pernas ela dá a quem não as tem, como as cobras e as lagartixas.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Filipino se surpreende ao encontrar cobra com par de pés


Filipino se surpreende ao encontrar cobra com par de pés


Família se surpreender ao flagrar 'cobra com pés' (Foto: Reprodução/YouTube/ABS-CBN News )

Caso ocorreu em Mallig, na província de Isabela.
Homem limpava casa quando se deparou com o réptil

Moradores de Mallig, nas Filipinas, ficaram espantados após uma família capturar uma cobra que tinha o que parecia ser um par de pés. Assista ao vídeo.


Norberto contou que estava limpando a casa, quando flagrou a cobra no chão. Ele disse que ficou surpreso ao ver que o réptil tinha pés como se fosse um lagarto.
Depois de matar a cobra, ele a colocou em uma garrafa com formol para preservá-la.


sábado, 22 de novembro de 2014

Só para os fortes: as 10 bebidas mais sinistras que existem no mundo


Só para os fortes: as 10 bebidas mais sinistras que existem no mundo


Quase todos os bares e restaurantes possuem bebidas alcoólicas tradicionais, como as cervejas e os vinhos, além de alguns drinks especiais mais exóticos que procuram atingir um público em específico.

Contudo, algo é bastante certo: as bebidas que vamos listar logo abaixo não podem ser encontradas em qualquer lugar e são caracterizadas por serem, pelo menos para nós brasileiros, extremamente bizarras. Não está acreditando? Então prepare-se para conhecer as bebidas mais sinistras do mundo:


segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Uma dose de Veneno, por favor - Biologia


UMA DOSE DE VENENO, POR FAVOR - Biologia


Ao contrário das picadas de outras cobras, que costumam doer muito, a da cascavel provoca apenas uma sensação de formigamento. Agora já se sabe o motivo: na saliva dessa espécie existe um potente analgésico que, por não ser tóxico, deverá ser transformado em remédio 

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Cuidado, Olha a cobra...

CUIDADO, OLHA A COBRA...



Em geral, quando chega esse aviso já é tarde. Alertada por seus sofisticados aparatos de detecção, a serpente localiza o intruso que a incomoda e reage de forma fulminante. Se não for socorrida imediatamente, a vítima vai morrer.

Com o corpo ainda entorpecido e enrodilhado na posição de descanso, a jararaca pressente a aproximação de alguma coisa. Seu sistema nervoso entra em posição de alerta. Sua língua bífida, ou seja, de duas pontas, projeta-se várias vezes para fora da boca, colhendo moléculas ao seu redor, que serão levadas para análise em pequenos computadores olfativos situados no céu da boca. E o sistema nervoso começa a programar a ação de defesa, enquanto a cabeça se move em todas as direções para localizar, precisamente, o motivo de todo esse alarme.
Quando a folhagem se abre, com a passagem de um grande vulto que parece projetar-se sobre ela, a jararaca recebe o estímulo, através de um par de furinhos situados entre as narinas e os olhos, na verdade dois possantes radares térmicos que detectam a onda de calor que emana do intruso. Sua musculatura se distende, projetando contra o alvo a boca escancarada, com as presas em riste. A boca fecha-se sobre uma superfície macia. As glândulas salivares se comprimem e deixam sair, pelos pequenos canais das duas presas dianteiras, uma substância tóxica.
Esse mortífero mecanismo biológico, destinado ao mesmo tempo à obtenção do alimento indispensável à sobrevivência e à defesa contra possíveis atacantes e predadores, desenvolveu-se, ao longo do tempo, em algumas espécies de cobras venenosas ou serpentes. Trata-se de um sofisticado aparato sensorial, distribuído por todo o corpo do réptil, que faz convergir para o cérebro um conjunto de estímulos e informações e que, por sua eficiência e precisão, enche de inveja técnicos e cientistas empenhados em construir aparelhagem do mesmo porte para os humanos.
Estímulos e informações que a serpente reúne rapidamente no cérebro, em geral, produzem uma reação fulminante: o bote, de que raramente o agressor - o suposto agressor - consegue escapar. A não ser, é claro, quando tenha tomado prévios cuidados. No caso do homem por exemplo, o uso de botas e luvas protetoras, se não fizer assim, corre o risco de um envenenamento fatal. Mas é preciso registrar que o bote da serpente é sempre uma ação defensiva - ou, pelo menos, uma represália a um ataque, ou o que ela imagina que seja um ataque.
Essa perigosa e altamente eficiente engrenagem de defesa desenvolveu-se entre alguns grupos de serpentes ao longo de um período de 130 milhões de anos. É apenas uma, entre muitas outras, das adaptações que, pouco a pouco, possibilitaram a sobrevivência dessas cobras, a partir de seus remotos ancestrais, possivelmente cegos e indefesos répteis subterrâneos. A maioria dos herpetologistas, que são os cientistas que estudam os répteis, vê, atualmente. as serpentes como um grupo de répteis, que. em certa época, sofreu profundas modificações anatômicas, adaptando-se à vida subterrânea.
Ao perderem aquela sua antiga aparência de lagartos primitivos, as serpentes sofreram uma completa atrofia das patas, dos olhos e dos ouvidos. Mais tarde, quando os descendentes retomaram os hábitos anteriores, voltando a viver na superfície da Terra, as serpentes contaram com um novo sistema de visão, mas permaneceram desprovidas das patas e dos ouvidos Daí terem desenvolvido aquele sofisticado sistema de detecção dos inimigos e possíveis agressores.
Ainda assim, atualmente a visão que elas conseguiram desenvolver outra vez não é uma grande aliada das serpentes na sua luta diária pela sobrevivência. A maioria enxerga muito mal qualquer objeto a mais de trinta centímetros de distancia. Desprovidas de patas, suas únicas armas são algumas dezenas de dentes que, para alcançarem a vitima, dependem da velocidade, nada extraordinária, por sinal, do bote. As serpentes mais rápidas conseguem arremessar a cabeça, durante o bote, a uma velocidade de cerca de 3,5 metros por segundo, muito inferior ao desempenho de um homem comum, dando um soco ou um pontapé.
A ausência de um ouvido capaz de detectar os ruidos propagados pelo ar é compensada, em parte, pela percepção de alguns sons de baixa freqüência, através dos pulmões, e também por uma aguçadíssima sensibilidade às vibrações conduzidas pelo solo. O leve caminhar de um camundongo, por exemplo, é suficiente para pôr uma serpente em estado de excitação; as vibrações produzidas por uma pessoa caminhando, naturalmente, provocam um alerta geral. Felizmente para nós, na maioria das vezes em que isso acontece, a serpente se assusta e foge. Mas nem sempre é assim - e por isso acabam acontecendo os acidentes.
O grupo das cobras venenosas a que pertence a jararaca desenvolveu um um sistema de comunicação entre as glândulas salivares e o par de presas dianteiras. O conteúdo tóxico do líquido segregado por essas glândulas, ao penetrar no corpo dos animais que servem de alimento à serpente produz o envenenamento, que os leva a morte, e também já inicia uma pré-digestão que começa a destruir os tecidos da vítima. Isso porque as cobras, apesar de possuirem tantos dentes, não são capazes de mastigar seus os dentes, ao contrário do que ocorre com outros animais carnívoros, servem apenas para segurar a vitima e ajudar a introduzi-la na goela, em direção ao tubo digestivo. Na execução desse trabalho, os dentes das cobras agem como ganchos, voltados para trás e são auxiliados por movimentos alternados das mandíbulas. Com todo esse poder de reação, é claro que as serpentes venenosas raramente sofrem ataques de predadores. Elas. também, raramente atacam -sobretudo os homens-, a não ser que se sintam agredidas, Ou fiquem sem possibilidade de fugir. As conseqüências da picada de uma cobra venenosa no homem são sempre graves. O destino da vitima dependerá de uma série de fatores: a quantidade de veneno inoculado no sangue. a sensibilidade do organismo àquele tipo de veneno, seu estado geral de saúde e o desenvolvimento físico (adultos suportam melhor o veneno do que crianças). Se todos esses fatores forem favoráveis, poderá sobreviver: caso contrário, sem uso adequado e sem tempo do medicamento próprio a morte é quase certa.
De modo geral, três horas após a picada o veneno já se espalhou pelo organismo da vitima. A essa altura, sua composição inicial já se alterou, desdobrando-se em várias substâncias tóxicas que atuam em pontos diferentes. As toxinas produzidas pelas ser pentes venenosas são muito complexas quimicamente. Mas quatro componentes são fundamentais e estão presentes em maior ou menor quantidade. conforme a espécie da cobra.
Um desses componentes principais age sobre o sistema nervoso, causando uma série de paralisias e falta de coordenação motora. Outro atinge os músculos cardíacos provocando a pa rada do coração. Um terceiro especializa-se em desfazer os tecidos do corpo. O quarto. finalmente. age no sangue, de forma até contraditório de modo geral. torna-o incapaz c coagulação. mas em certas circunstâncias provoca a coagulação em diferentes partes do organismo. Complicado, como se vê.
De acordo com o tipo de veneno que produzem, as serpentes encontradas no Brasil são divididas em três grupos distintos. Para cada um desses venenos existem grupos distintos. Para cada um desses venenos existe um soro específico; mesmo que a vítima não seja capaz de reconhecer o animal que a atacou, os sintomas que logo começam a ser produzidos pelo veneno inoculado, permitem uma perfeita identificação. O primeiro grupo é o das Bothrops, e o mais numeroso; no Brasil, responsável por cerca de 80% dos acidentes ocorridos no país. Pertencem a ele a jararaca, a caissaca, a urutu, a jararaca-verde, a cotiara, a ilhoa, a jararacuçu e a jararaca-pintada. Elas vivem nas regiões de mata úmida, seu veneno age sobre o sangue e provoca destruição dos tecidos do corpo.
No segundo grupo, estão as Crotalus, ou cascavéis, das quais há 4 tipos no Brasil. Vivem principalmente na região dos serrados, e nunca são encontradas à beira-mar, por exemplo, ou dentro das matas fechadas. Seu veveno atua simultaneamente sobre o sistema nervoso, provocando paralisias e falta de coordenação motora e sobre o sangue, provocando destruição dos glóbulos vermelhos
O último, é o das Micrurus, ou corais, das quais há também 4 tipos. Seu veneno é, de certa forma, o mais violento e rápido, atingindo diretamente o sistema nervoso. Em compensação, a coral é a menos agressiva das serpentes - praticamente só ataca quando tocada diretamente em seu corpo.

Só o soro cura picada de cobra

Ninguém sabe direito quantas pessoas morrem. anualmente. na Amazônia, vitimas de picadas de cobra. Certamente são muitas mais do que registram as estatísticas, pois lá a maioria das pessoas não está ligando muito para essas coisas - cobras e estatísticas. Na falta de recursos e conhecimentos, elas criam seus remédios próprios para os venenos dos ofídios, e acreditam que são infalíveis; quando alguém morre, apesar de tudo, debita-se na conta de Deus.
Em Alenquer e Santarém, dois municípios paraenses que somam pouco mais de trinta mil habitantes, cura-se picada de cobra com o muito famoso Pau X, uma beberagem preparada à base de ervas, através de uma fórmula mantida em segredo por seu proprietário, Raimundo de Souza Assis, que a recebeu do avô, um negro angolano "que sabia das coisas". Outros remédios milagrosos, menos ofensivos, são preparados com infusões dos corpos das jararacas e surucucus em querosene e álcool. É claro que não funciona: contra veneno de cobra, o remédio é o soro, preparado à base do próprio veneno.

Veneno federal, soro estadual

No Brasil, todos os anos setenta mil pessoas são vitimas de picadas de cobras venenosas, conforme estatísticas que não são muito confiáveis. Ainda assim, o número é assustador, principalmente tendo em vista que a esmagadora maioria está no interior do pais. em regiões de difícil acesso, o que dificulta o atendimento rápido que esses casos exigem. Se as pessoas que transitam pelos locais de incidência de cobras venenosas tomassem o cuidado elementar de calçar botas, cairia muito aquela estatística, pois setenta por cento das picadas atingem as pernas, abaixo do joelho.

Considerando que essas pessoas em geral não calçam sequer sandálias havaianas, não porque lhes falte gosto por proteger os pés, mas porque falta dinheiro para comprar a proteção mais cara das botas, é fácil concluir que o problema tem de ser atacado por outro lado. Especialistas da área já definiram como mazelas principais, que fazem da questão ofídica um problema tão grave, as seguintes:
1 - O estado de abandono das instituições de pesquisa e produção do soro. Salários inadequados não atraem os técnicos e provocam o êxodo dos que lá estão;
2 - O soro é estadual, mas o veneno que ele vai combater é federal. Ou seja, uma instituição como o Instituto Butantã sobrevive com verbas estaduais, mas precisa atender a pelo menos oitenta por cento das necessidades do país. Os outros vinte por cento são cobertos pela Fundação Vital Brasil. do Rio de Janeiro, e Fundação Ezequiel Dias, de Minas.
3 - Distribuição inadequada do soro. As ampolas são solicitadas pelas Secretarias de Saúde dos Estados, pelos fornecedores de cobras ou pelas Forças Armadas. Ficam, assim, estocadas nas capitais, em uma ou outra fazenda e nos quartéis.
4 - Mau preparo dos médicos para atender esses acidentes.As escolas de medicina não os preparam para essa tarefa.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Mudança de Habitat - Boa Escavadora de Round Island

MUDANÇA DE HABITAT - Boa Escavadora de Round Island


A boa-escavadora-de-round-island é uma das cobras que fazem parte da indesejada lista vermelha de répteis extintos da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN). Desde 1975 não há nenhum registro dessa espécie, que era só encontrada em Round Island, uma pequena ilha vulcânica de 160 hectares pertencente a Maurício, no Oceano Índico. O termo "boa" não se refere exatamente à habilidade da serpente em percorrer o terreno irregular e as cavernas traiçoeiras de Round Island, mas provém de Boidae, nome de uma ampla família de cobras.
Inicialmente considerada uma subfamília desse grupo, a Bolyeria multocarinata se diferenciava por uma projeção ventral da coluna vertebral, presente na vértebra posterior do tronco. Com cerca de 1 metro, tamanho considerado pequeno em relação a outras espécies, a boa-escavadora era uma cobra exclusivamente terrestre, habitando as numerosas cavernas de Round Island. Seu alimento preferido eram pequenos lagartos.
A vida dessa cobra começou a mudar drasticamente por volta de 1840, quando o homem introduziu coelhos e cabras em Round Island. Esses aparentemente inofensivos mamíferos acabaram com boa parte da vegetação nativa, o que contribuiu para a erosão do solo e, conseqüentemente, para a destruição da floresta de palmeiras. O impacto ambiental foi tão devastador que, num certo momento, estima-se que cerca de 90% do solo da ilha havia se perdido com a erosão. A deterioração na qualidade do habitat é considerada a principal razão do desaparecimento da boa-escavadora.
Somente a partir de 1957, quando o governo de Maurício declarou a ilha uma reserva natural, iniciou-se um trabalho de restauração do ecossistema, com a retirada de cabras, coelhos e outros animais exógenos que haviam sido introduzidos sem nenhum critério. Hoje a reserva natural de Round Island abriga, provavelmente, o maior grupo de plantas e animais ameaçados por hectare do planeta.

Boa-Escavadora de Round-Island
Nome científico: Bolyeria multocarinata
Ano da extinção: 1975
Habitat: Round Island, a leste de Madagáscar

terça-feira, 13 de julho de 2010

Estudante usa cobra para pular corda

21/05/09 - 10h00 - Atualizado em 21/05/09 - 10h00

Estudante usa cobra para pular corda nos EUA
Aluno furtou réptil da sala de biologia de escola em Pittsburgh.
Adolescente foi acusado de maus-tratos contra os animais




Foto: Reprodução/KDKA Estudante é acusado de usar cobra viva para pular corda. (Foto: Reprodução/KDKA) Um estudante de 17 anos de uma escola de Pittsburgh, nos Estados Unidos, foi acusado de ter pegado uma cobra na sala de biologia para depois usá-la para pular corda, de acordo com reportagem da emissora de TV KDKA.

Segundo a polícia de Pittsburgh, estudante furtou o réptil da sala de biologia da escola Allderdice. O incidente aconteceu na última segunda-feira. O adolescente foi acusado de maus-tratos contra os animais.

A cobra está viva, mas precisou receber atendimento dos veterinários. Segundo a polícia, o estudante terá que comparecer a um tribunal juvenil para responder sobre as acusações de furto e crueldade contra os animais.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Americano encontra cabeça de cobra na salada

10/05/09 - 08h00 - Atualizado em 10/05/09 - 08h00

Americano encontra cabeça de cobra na salada
Cliente disse que não vai processar o restaurante.
Gerente afirmou que nunca tinha visto nada parecido.




Foto: Reprodução/Timesunion.com Jack Pendleton diz que encontrou essa cabeça de cobra em sua salada em um restaurante em Clifton Park. (Foto: Reprodução/Timesunion.com)O jantar em um restaurante na cidade de Clifton Park, no estado de Nova York (EUA), não teve um final feliz para o norte-americano Jack Pendleton. Ele encontrou a cabeça de uma cobra em sua salada, segundo o jornal "Times Union".

Pendleton contou que o incidente aconteceu no último domingo. Pendleton disse que viu algo estranho entre seus legumes e, quando olhou de perto, percebeu que era a cabeça de uma cobra, do tamanho de seu polegar.

Pendleton diz que tirou uma foto com a câmera de seu telefone celular e chamou o garçom. O gerente do restaurante T.G.I. Friday's afirmou que nunca tinha visto nada igual e destacou que o caso será investigado.

O restaurante não cobrou pela refeição de Pendleton e sua namorada. O cliente disse que não pretende processar o estabelecimento. "O gerente estava branco como uma folha", afirmou Pendleton, de 28 anos, ao "TimesUnion.com".



PUBLICADOS BRASIL NO ORKUT

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