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terça-feira, 21 de setembro de 2021

Revelada identidade de quem denunciou criminoso nazista capturado na Argentina

Revelada identidade de quem denunciou criminoso nazista capturado na Argentina

Um dos principais organizadores do Holocausto, Adolf Eichmann foi encontrado em Buenos Aires em 1960.

terça-feira, 12 de janeiro de 2021

George Parrott - O criminoso que foi transformado em um par de sapatos

 George Parrott - O criminoso que foi transformado em um par de sapatos

George Parrott, apelidado de "Big Nose" ("Narigão", em tradução livre), era um famoso criminoso que fazia parte de uma gangue que atuava no Wyoming, nos Estados Unidos. Sua quadrilha se dedicava ao roubo de diligências e trens. 

sexta-feira, 19 de julho de 2019

Mais de 30 pessoas morrem em incêndio criminoso em estúdio de animação japonês

Mais de 30 pessoas morrem em incêndio criminoso em estúdio de animação japonês


Um estúdio de animação foi alvo de um incêndio criminoso na cidade de Kyoto, no Japão. Segundo autoridades locais, um homem invadiu e ateou fogo no local. Ao todo, 33 pessoas morreram.

sábado, 16 de fevereiro de 2019

Brasil negou a extradição de um dos maiores criminosos nazistas

Brasil negou a extradição de um dos maiores criminosos nazistas


Após a Segunda Guerra Mundial, vários criminosos nazistas fugiram para a América Latina. 

terça-feira, 19 de abril de 2011

Como funcionam as leis de extradição ?

COMO FUNCIONAM AS LEIS DE EXTRADIÇÃO?



Cada governo pode aplicar suas próprias leis a quem comete um crime em seu território, mesmo que a pessoa seja estrangeira. A isso dá-se o nome de soberania nacional, um conceito que data de 1648, quando Holanda e França assinaram o tratado de Westfalia. "Esse tratado marca o início do que hoje chamamos de diplomacia", explica Maria Ester Bueno, professora de direito internacional da PUC-SP.

É por isso que, se você entrar na Indonésia com cocaína, é provável que seja condenado a encerrar sua vida com um tiro na cabeça autorizado pelo governo local. E, por mais esforço que façam, advogados e diplomatas brasileiros não vão poder remediar a decisão. A prova mais recente disso é a decisão da corte indonésia de executar o brasileiro Marcos Archer. Em 2003, ele foi preso com 13 quilos de cocaína na bagagem. Ainda há prazos para recursos e a embaixada pode interceder, pedindo que ele cumpra pena no Brasil, mas a decisão final fica a cargo do governo do país asiático.

Se o episódio com Archer tivesse acontecido no México, é bem provável que ele fosse mandado de volta. Isso porque México e Brasil assinaram um tratado de extradição em 1933, comprometendo-se a cooperar um com o outro.

Quando não há acordo estabelecido previamente, a decisão de extraditar o preso depende das relações diplomáticas entre os países envolvidos. Os pedidos são julgados com base na reciprocidade de tratamento. Ou seja, um país só acata pedidos de extradição de países que agiriam da mesma forma em uma situação parecida. Mas nem sempre é assim que funciona. "Na prática, a decisão final vai depender da força econômica e da influência de um país sobre outro", diz Maria Ester.

O Brasil segue a lei 6 815, conhecida como Estatuto do Estrangeiro, e os pedidos de extradição são avaliados pelo Supremo Tribunal de Justiça (STJ). O envio do preso ao país requerente depende de vários fatores, mas o STJ não acata pedidos quando: o crime em questão não é considerado delito no Brasil; a lei brasileira impõe punição igual ou inferior a um ano de prisão; o pedido se refere a um crime pelo qual o acusado já tenha cumprido pena no Brasil, e quando se trata de crimes políticos. E sob hipótese nenhuma o Brasil extradita um brasileiro.

Contando presos
Segundo o Itamaraty, existem aproximadamente 2 500 brasileiros presos fora do país. O órgão informa que é impossível saber o número exato, já que muitas vezes o próprio preso não quer que a família, no Brasil, seja avisada de sua prisão. O último levantamento detalhado foi feito em 1999 e apontava menos da metade da estimativa atual: 1 202 presos em 94 países do mundo. Japão e Estados Unidos são o destino favorito dos nossos conterrâneos infratores