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segunda-feira, 10 de janeiro de 2022

Estes são os sobrenomes mais comuns em cada país no mundo

Estes são os sobrenomes mais comuns em cada país no mundo

Levantamento foi feito por portal de genealogia em nações de todos os continentes.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

O estupro ao redor do mundo - Como são as leis em diversos países

O estupro ao redor do mundo - Como são as leis em diversos países

A violência sexual é um sério problema de saúde pública e de direitos humanos em todo o mundo. 

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Emissões globais de CO2 crescem e atingem maior alta da história

Emissões globais de CO2 crescem e atingem maior alta da história

Emissões globais de CO2 voltam a subir em 2018

Aumento projetado de mais de 2% nas emissões de gases se deve ao aumento no uso de carvão e no crescimento do uso de petróleo e gás.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Energia renovável deverá dobrar em grandes economias até 2030


Energia renovável deverá dobrar em grandes economias até 2030


Razão são novos planos dos países para o setor e emissões de carbono.
Alta equivale à atual demanda por energia da Índia.

A oferta de energia renovável em oito grandes economias do mundo vai mais do que dobrar até 2030 devido a novos planos dos países para o setor e para as emissões de carbono, segundo o centro de estudos World Resources Institute (WRI).

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Top 10 caças mais caros do mundo


Top 10 caças mais caros do mundo


Nesta seleção estão os 10 caças mais caros do mundo em serviço atualmente. Esses caças no topo da lista, evidentemente, são os mais novos caças de quinta geração, cujo a tecnologia do radar não é barata. E em um ano, quem sabe, a seleção possa estar bastante diferente à medida que novos competidores se destacam em relação aos mais caros caças pelo mundo inteiro.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Como é escolhida a Sede da Olimpíada ?

COMO É ESCOLHIDA A SEDE DA OLIMPÍADA?



No dia 6 de julho, o Comitê Olímpico Internacional (COI) vai escolher a cidade -sede dos Jogos Olímpicos de 2012. A corrida começou há 2 anos, com 9 competidores. Rio de Janeiro, Leipzig (Alemanha), Havana (Cuba) e Istambul (Turquia) foram deixados para trás no fim da primeira etapa. Ficaram no páreo Londres, Madri, Moscou, Nova York e Paris.

É a primeira vez que o COI faz a seleção em 2 fases. Na primeira, foram analisados 11 critérios e as cidades receberam notas de 1 a 10 para cada item. Com base nesse resultado, o COI decidiu quais poderiam continuar na disputa.

A segunda etapa avalia 17 critérios e inclui uma visita da Comissão Avaliadora às cidades candidatas. O resultado é um relatório (divulgado em 6 de junho) que não dá notas, mas aponta trunfos e fraquezas de cada projeto, a fim de ajudar os membros do Comitê Olímpico na hora da escolha.

A eleição deste ano acontece em Cingapura e, dos 115 membros do COI, só não votam os representantes de países concorrentes. Diversos turnos se sucedem até que uma das cidades tenha a maioria absoluta dos votos. A cada turno, a cidade com menos votos é excluída da votação.

A SUPER está acompanhando a corrida e mostra ao lado quais são os pontos fortes e fracos de cada uma das 5 candidatas.



1. Legado

Avalia o impacto na cidade depois dos Jogos e como valores olímpicos serão promovidos. Paris e Londres ficam na frente porque têm boas políticas de inclusão social e desenvolvimento sustentável.



2. Apoio político

Avalia o envolvimento dos governos municipal, estadual e nacional no planejamento e financiamento dos Jogos. Londres pretende criar um órgão com poderes ministeriais para a Olimpíada.



3. Legislação

Avalia se as candidatas respeitam todas as regras do Movimento Olímpico e as propostas de leis para garantir os Jogos. Moscou ganha pontos porque não precisaria criar nenhuma nova lei.



4. Fronteira

Todas as cidades se comprometeram com facilidades aduaneiras. Nova York perde pontos pelas complicações com a aprovação de vistos, o que pode dificultar a ida de jornalistas ou de alguns visitantes.



5. Meio ambiente

O projeto de Paris é bastante cuidadoso com impactos ambientais. Madri fica atrás porque incluiu no projeto a compra de direitos de emissão de poluentes e o COI determina emissão neutra de gás carbônico.



6. Finanças

O orçamento das 5 cidades é de, em média, 5 bilhões de dólares e o COI doa 600 milhões para a sede. O projeto de Nova York conta com muito capital privado (o que pode ser visto como falta de apoio do governo).



7. Marketing

Avalia as ações que podem ajudar a promover uma imagem positiva dos Jogos junto aos visitantes. Nova York tem vantagem porque garantiu 87% dos ingressos com preço menor que 100 dólares.



8. Locais de provas

Avalia as propostas de uso durante e depois dos Jogos. O ideal é usar o menor número de locais e evitar a construção de "elefantes brancos". Nova York é a única que não tem estádio olímpico.



9. Para-olímpíadas

As cidades adaptam a estrutura usada nos Jogos e os planos são avaliados com rigor. A Vila Paraolímpica de Paris tem a maior capacidade (abrigaria 9 500 pessoas).



10. Vila Olímpica

Deve ter capacidade para cerca de 17 mil atletas. O COI avalia a distância até os locais de competição, o uso depois dos Jogos e o ambiente ao redor. Todos os projetos preenchem os requisitos.



11. Saúde

O atendimento médico durante os Jogos não deve atrapalhar as operações normais da cidade. Nova York fica atrás porque o atendimento não seria gratuito .



12. Segurança

Considera desde a possibilidade de ataques terroristas até índices de crimes urbanos. Paris foi bem avaliada na primeira fase. Nova York e Madri perdem pontos por causa dos ataques terroristas.



13. Acomodações

O COI exige pelo menos 40 mil quartos 3, 4 ou 5 estrelas. Madri garantiu preços reduzidos e Moscou é a única que ainda precisaria construir quartos (pelo menos mais 20 mil).



14. Transporte

A sede recebe em média 25 mil pessoas, o que sobrecarrega a estrutura de transportes. Todas as cidades têm bons planos de expansão de estradas, aeroportos e redes urbanas.



15. Tecnologia

A infra-estrutura de telecomunicações deve estar atualizada com as inovações tecnológicas. O projeto de Moscou é o único que não é muito claro neste critério.



16. Mídia

A cidade deve garantir a construção de um centro de imprensa bem equipado, além de um plano para o uso depois dos Jogos. Todas as cidades apresentaram bons projetos.



17. Cultura

O COI quer garantir planos de educação e cultura que expressem a verdadeira natureza dos Jogos. Todas as cidades apresentaram projetos e idéias criativos neste quesito.



Ranking final

As 5 cidades têm chances reais de sediar os Jogos, mas Paris é apontada como favorita pelas vantagens em quesitos importantes como segurança e legado.


Fontes: comitês de candidatura de Londres, Madri, Moscou, Nova York e Paris; Comitê Olímpico Internacional; Essar Gabriel, Diretor de operações da candidatura de Paris, Ed Hula www.aroundtherings.com


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terça-feira, 19 de abril de 2011

Como funcionam as leis de extradição ?

COMO FUNCIONAM AS LEIS DE EXTRADIÇÃO?



Cada governo pode aplicar suas próprias leis a quem comete um crime em seu território, mesmo que a pessoa seja estrangeira. A isso dá-se o nome de soberania nacional, um conceito que data de 1648, quando Holanda e França assinaram o tratado de Westfalia. "Esse tratado marca o início do que hoje chamamos de diplomacia", explica Maria Ester Bueno, professora de direito internacional da PUC-SP.

É por isso que, se você entrar na Indonésia com cocaína, é provável que seja condenado a encerrar sua vida com um tiro na cabeça autorizado pelo governo local. E, por mais esforço que façam, advogados e diplomatas brasileiros não vão poder remediar a decisão. A prova mais recente disso é a decisão da corte indonésia de executar o brasileiro Marcos Archer. Em 2003, ele foi preso com 13 quilos de cocaína na bagagem. Ainda há prazos para recursos e a embaixada pode interceder, pedindo que ele cumpra pena no Brasil, mas a decisão final fica a cargo do governo do país asiático.

Se o episódio com Archer tivesse acontecido no México, é bem provável que ele fosse mandado de volta. Isso porque México e Brasil assinaram um tratado de extradição em 1933, comprometendo-se a cooperar um com o outro.

Quando não há acordo estabelecido previamente, a decisão de extraditar o preso depende das relações diplomáticas entre os países envolvidos. Os pedidos são julgados com base na reciprocidade de tratamento. Ou seja, um país só acata pedidos de extradição de países que agiriam da mesma forma em uma situação parecida. Mas nem sempre é assim que funciona. "Na prática, a decisão final vai depender da força econômica e da influência de um país sobre outro", diz Maria Ester.

O Brasil segue a lei 6 815, conhecida como Estatuto do Estrangeiro, e os pedidos de extradição são avaliados pelo Supremo Tribunal de Justiça (STJ). O envio do preso ao país requerente depende de vários fatores, mas o STJ não acata pedidos quando: o crime em questão não é considerado delito no Brasil; a lei brasileira impõe punição igual ou inferior a um ano de prisão; o pedido se refere a um crime pelo qual o acusado já tenha cumprido pena no Brasil, e quando se trata de crimes políticos. E sob hipótese nenhuma o Brasil extradita um brasileiro.

Contando presos
Segundo o Itamaraty, existem aproximadamente 2 500 brasileiros presos fora do país. O órgão informa que é impossível saber o número exato, já que muitas vezes o próprio preso não quer que a família, no Brasil, seja avisada de sua prisão. O último levantamento detalhado foi feito em 1999 e apontava menos da metade da estimativa atual: 1 202 presos em 94 países do mundo. Japão e Estados Unidos são o destino favorito dos nossos conterrâneos infratores

sábado, 27 de novembro de 2010

Olimpiadas Bizarras - Curiosidades

OLIMPÍADAS BIZZARAS - Curiosidades



Criatividade - Amsterdã 1928

O remador australiano Henry Pearce era tão melhor que seus adversários que, no meio da prova de 1928, parou seu barco para dar passagem para uma família de patos atravessar. Mesmo assim levou o ouro, terminando bem à frente dos outros atletas

Criatividade - Londres 1908

O americano Walter Dray era o recordista mundial em salto com vara no início do século passado, com a marca de 3,90 metros. Ele levaria fácil o ouro em 1908, mas sua mãe achava que ele estava pulando muito alto e que poderia se machucar uma hora dessas. A pedido dela, Dray desistiu

Criatividade - Sidney 2000

O nadador Eric Moussambani, da Guiné Equatorial, levou a sério a denominação "livre" na prova dos 100 metros nado livre. Sem fôlego, mas com vontade de chegar ao fim, começou a nadar no popular estilo cachorrinho. Os juízes chegaram a achar que ele estava se afogando. Tempo final: 1 minuto e 52 segundos. O tempo médio numa prova dessas é de 50 segundos

Esperteza - Paris 1900

É difícil eleger o maior trapaceiro da história das Olimpíadas. Mas a tripulação do iate francês Carabinier é presença garantida. No dia da prova de vela não havia vento. O Carabinier terminou logo a prova, à frente de todos. A glória durou pouco: os juízes logo descobriram um motor escondido

Esperteza - Paris 1900

A equipe de remo da Holanda de 1900 demitiu o chefe do barco pouco antes da prova: ele estava muito gordo. Para o lugar, chamaram um menino francês da platéia, de uns 10 anos. Venceram e a vitória foi considerada como de uma equipe franco-holandesa

Esperteza - St. Louis 1904

A maratona de 1904 foi o caos. O calor insuportável e o percurso por estradas poeirentas pioravam a situação. Mas isso não justifica o que o americano Fred Lorz fez para vencer, 3 horas e 13 minutos depois da largada. Após 15 quilômetros, pegou uma carona de carro para completar o percurso. Não adiantou: chegou primeiro, mas não levou o ouro

Nervosismo - Melbourne 1976

Tem gente que chora quando não consegue uma boa atuação numa Olimpíada. Os iatistas ingleses David Hunt e Alan Warren não. Depois de ganhar a prata em 1972, não conseguiram nem o bronze em 1976. Estourando de raiva, atearam fogo no próprio barco logo depois do fracasso

Nervosismo - Seul 1988

Alguns atletas frustrados gostam de colocar a culpa pela derrota em juízes. Mas o campeão olímpico em protesto prolongado contra a autoridade é o boxeador Byun Jong-Li. Em 1988, o norte-coreano ficou 1 hora e 7 minutos sentado no ringue depois de perder por decisão do juiz

Nervosismo - Atenas 1896

Mesmo para quem está acostumado, correr 42 quilômetros pode provocar reações bizarras. Em 1896, o australiano Edwin Flack estava tão exausto que começou a delirar. Imaginando-se atacado pela turba, espancou um espectador. Em seguida, ele é que foi derrubado. Pelo cansaço