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segunda-feira, 6 de novembro de 2017

O certo é "biscoito" ou "bolacha" ?


O certo é "biscoito" ou "bolacha" ?


Vamos a um debate de como este delicioso alimento é chamado nas diversas regiões do Brasil...

domingo, 1 de abril de 2012

2 Mil Anos de Xadrez

2 MIL ANOS DE XADREZ



Criado para curar a depressão de um antigo rei indiano, o jogo simula o confronto de dois exércitos, cujas manobras podem se desdobrar numainfinidade de lances diferentes.

Há mais de 2 mil anos, provavelmente no século Vl a.C., nos abastados reinos da Índia começou a surgir uma modalidade de jogo destinada a conquistar a imaginação dos nobres e dos mestres da guerra. Em poucas gerações, a nova mania espalhou-se por terras e povos vizinhos-e daí, muito mais lentamente, para o mundo todo. O nome original do jogo era chaturanga-que significava "quatro reis" -, e dele descende o xadrez, praticado por milhões de pessoas que o consideram o mais complexo exercício de inteligência já inventado.
Existem várias versões sobre a origem e o desenvolvimento do jogo, além de muitas dúvidas sobre os caminhos de sua propagação. Ao que tudo indica, a princípio o chaturanga não era disputado por apenas dois jogadores, como o xadrez atual, mas sim por quatro. Cada um deles, em vez das dezesseis peças modernas, dispunha de oito peças que corriam as 64 casas do tabuleiro. Não existia ainda, por exemplo, a figura da rainha-hoje a peça mais poderosa do xadrez. Os contendores moviam um elefante, um cavalo, um carro de guerra e quatro peões. O objetivo já era defender a peça central, o rei, e capturar o rei do adversário. No entanto, ao contrário do xadrez, o chaturanga dependia da sorte, pois a ordem das jogadas era definida pelos dados.
Segundo a lenda, o jogo nasceu como um remédio: teria sido inventado por um dos sábios da corte do Hindostão, de nome Sissa, para curar a depressão do rei. Encantado com sua pronta recuperação e ainda sem perceber as espantosas possibilidades do novo entretenimento, o rei prometeu ao sábio a recompensa que quisesse. Sissa pediu pouco, aparentemente. Apenas um tabuleiro cheio de trigo, mas de modo que na primeira casa houvesse um grão, na segunda, dois, na terceira, quatro, e assim sucessivamente, dobrando a quantidade de grãos até a casa 64. Quando o rei mandou fazer os cálculos, descobriu, assombrado, que o trigo necessário para completar o tabuleiro chegava a quase 20 quintilhões de grãos (o número 2 seguido de 19 zeros). Mais do que toda a produção mundial.
Em cinco séculos. o chaturanga já havia chegado à China, a mais de 4 mil quilômetros da Índia. Ali recebeu o nome de "jogo do elefante". Na mesma época, alcançou o Japão, onde passou a ser chamado de go ou go bang, nomes que se conservam até hoje. Em tempos bem mais recentes, no sexto século depois de Cristo, o jogo ganhou grande destaque na Pérsia, sob o reinado do xá Cosroes I. O nome persa para o jogo era chatrang, do qual parece terem se originado as expressões "xeque" e "xeque-mate"-ameaça ao rei e rei morto, respectivamente. Na União Soviética, até os dias que correm, o jogo se chama "xeque-mate". Em inglês é chess, em alemão, schach, em francês, jeu des échecs. Da Pérsia, o jogo emigrou para a Arábia. Em 650 da era cristã, o imperador francês Carlos Magno ganhou um tabuleiro de presente do lendário califa Harum-alRashid. Foi assim, acredita-se, que os ocidentais tomaram conhecimento do xadrez. O jogo difundiu-se inicialmente na Espanha. Em 1088, o rabino Abrahan Ben Ezra, de Toledo, escreveu um poema sobre uma partida entre peças negras (etíopes, no poema) e vermelhas (edomitas).
O xadrez é um jogo de infinitas combinações-ou algo muito perto disso. Calcula-se que o número de jogadas possíveis em uma partida é tão grande como o número de átomos do Universo. Outra conta de tirar o fôlego é a seguinte: um computador que fosse capaz de analisar 100 milhões de jogadas possíveis por segundo demoraria aproximadamente 3 x 10104 anos (ou seja, o número 3 seguido de 104 zeros) para terminar a partida. Isso resulta do fato de que, ao longo dos séculos, o xadrez foi se tornando mais variado, mais complexo e cheio de possibilidades. A principal transformação parece ter sido o aparecimento da rainha-o que não só subverteu as regras do jogo como também foi um lance inusitado: afinal, figuras femininas não costumavam freqüentar campos de batalha, reais ou simulados.
A rainha entrou em cena no século XV, depois que os árabes, que tinham aprendido o jogo com os persas, levaram-no para a Espanha. Ali e na França o jogo começou realmente a mudar. As inovações começaram pelos peões. Estas peças, que podiam andar apenas uma casa em cada lance, ficaram mais ágeis, podendo avançar duas casas no primeiro movimento. Depois dos peões foi a vez das torres: ganharam um movimento novo, chamado roque, no qual uma delas troca de lugar com o rei. Enfim, o caso da rainha. Os árabes chamavam a peça que Ihe deu origem de firzan, que significa "vizir" ou "conselheiro". Tratava-se de um personagem masculino, portanto. Além disso, o firzan só se movia uma casa de cada vez-e não quantas casas se queira, como no jogo moderno.
Não se sabe por que ocorreu essa mudança. Pode ter sido resultado da presença marcante da rainha Isabel, a Católica, que governou a Espanha no século XV. Pode ter sido também fruto de uma analogia com o jogo de damas, onde as peças são coroadas depois de atravessar o tabuleiro. Então adquirem o direito de circular com muito maior desenvoltura, já com o título de damas. Também no xadrez, o peão que chega a cruzar todo o tabuleiro fica mais poderoso. É possível que esse peão, por analogia com a dama, tenha passado a se chamar rainha. (Tecnicamente, em português rainha é chamada de dama.) O bispo também mudou, provavelmente a partir da metamorfose do velho elefante indiano. As informações mais recentes sobre o antecessor do bispo vêm da Pérsia, onde o elefante acumulava dois movimentos.
Um desses era o passo em diagonal, como o dos atuais bispos (embora elefante persa desse só um passo por vez). O segundo movimento lhe permitia saltar outras peças, como o moderno cavalo. Os espanhóis descartaram este último movimento e deram à peça o nome pelo qual se tornou conhecida-alfil, bispo, em espanhol. Na França, porém, ela se chamou, palhaço. Na Alemanha, ganhou o nome de laufer, corredor. Na Rússia ficou o nome tradicional, slon, elefante. O antigo cavalo, por sua vez, já possuía o movimento aos saltos, como hoje, e assim permaneceu, retendo também o velho nome. O mesmo vale para o movimento das torres. Estas porém, receberam diversos nomes, conforme as línguas. No árabe, chamavam-se ruji, carro de guerra. Daí a denominação inglesa rook, com a mesma acepção. Os peões, enfim, devem seu nome uma tradução da palavra árabe daq, soldado a pé. Esses humildes habitantes do tabuleiro causaram certa confusão quando adquiriram a capacidade de se transformar em rainhas Teóricos da época, talvez vexados, diziam que não ficava bem o rei ter duas ou mais rainhas no Jogo, como se fosse polígamo. Mas tais objeções vingaram. Assim se encerraram mudanças nas regras relativas aos movimentos das peças, realizadas no século XV e XVI, que deram ao jogo sua fisionomia atual. O que mudou - e muito-, desde então, foram as técnicas, tornando os lances muito mais pensados e armados.
Em conseqüência disso, os chamados grandes mestres deixaram de ser campeões solitários, que se enfrentavam um a um diante do tabuleiro. Eles aprenderam a trabalhar em equipes de assessores que os ajudam a planejar uma partida. O campeão mundial Garri Kasparov, da União Soviética, por exemplo, nunca deixa de levar consigo pelo menos três analistas, grandes conhecedores do jogo, estudam a estratégia e as táticas dos adversários e sugerem modos de sobrepujá-las. Além disso, Kasparov emprega outros cinco ou seis auxiliares-incluindo um psicólogo, para cuidar de seu estado emocional, e um burocrata, para controlar os elevados gastos da equipe. Em outras palavras, ocorreu com o xadrez algo semelhante ao que aconteceu com a produção científica. No passado, os cientistas eram trabalhadores solitários como os enxadristas: verrumavam suas invenções e descobertas exclusivamente com o próprio cérebro. Hoje, em vez disso, trabalham em vastos e complexos laboratórios ao lado de dezenas de auxiliares. "Mas não se deve pensar que o individualismo do passado desapareceu por completo entre os enxadristas", lembra o brasileiro Hermann Claudius, mestre internacional. Pode ser. No entanto, por mais que conte o talento incomparável dos grandes jogadores, o jogo moderno também exige enorme habilidade tática, que nem sempre pode ser dominada por um único homem. No passado, o objetivo essencial do enxadrista era o ataque, a qualquer preço. Um exemplo notável desse estilo foi a partida denominada imortal, entre os alemães Adolf Andersen e Lionel Kieseritzky, jogada em Londres, em 1851, que deu a Andersen o título mundial. Logo no início, ele fez uma arrancada impetuosa, não se importando, para isso, de sacrificar um peão e duas peças peso pesado-as torres - antes do vigésimo lance. Pior ainda: no 22º, o lance, Andersen entregou também a rainha. Em compensação, na jogada seguinte ele daria o xeque-mate, fulminando o surpreso adversário.
Hoje seria muito difícil repetir uma carreira desabalada desse tipo, pois as táticas ensinam como evitá-la. Mesmo na época de Andersen a concepção do jogo já havia dado passos importantes - por exemplo, com a tática dos peões, criada pelo francês André Philidor na virada do século XIX. Para ele, os peões não eram simples soldados a pé, mas, como dizia, "a alma do xadrez". Ao invés de colocá-los à frente para serem sacrificados, Philidor preservava-os para dar apoio às peças mais fortes. Depois de Philidor e Andersen, o xadrez seria cuidadosamente pesquisado pelo austríaco Wilhelm Steinitz (1836-1900), um enxadrista profissional de tempo integral. Campeão do mundo de 1866 a 1893, ele criou, com um alemão, Siegbert Tarrash, as famosas aberturas defensivas, que transformaram os inícios de partida em verdadeiras equações matemáticas.
As aberturas e táticas cuidadosas acabaram criando um dos maiores enxadristas de todos os tempos, o cubano José Raúl Capablanca (1888-1942). Menino prodígio no xadrez e campeão do mundo durante seis anos, sem que ninguém ousasse disputar-lhe a supremacia, Capablanca recorria às táticas existentes como se tivesse nascido sabendo utilizá-las. Ele acabaria derrotado por um novo teórico do tabuleiro: o russo emigrado Alexander Alekhine (1892-1946). Desde o século passado, com efeito, os russos já eram notáveis enxadristas. Mas Alekhine seria o primeiro de uma interminável sucessão de grandes mestres a aparecer para o mundo. Em 1948, com a vitória de Mikhail Botvinnik no campeonato mundial, os soviéticos iniciaram o período de supremacia que dura até hoje.
Esse poder só lhes seria usurpado -temporariamente-em 1972, pela irrupção de um gênio, o americano Robert Fischer. Mas ele era temperamental demais para seguir as estritas regras do xadrez internacional. Em poucos anos, renunciou ao título para não ter de disputá-lo com o soviético Anatoli Karpov. Este último teve ainda grande dificuldade para defender-se de outro jogador turrão, Viktor Korchnoi, soviético vivendo no exílio. Na União Soviética, há 4 milhões de filiados à Federação Nacional de Xadrez, enquanto nos Estados Unidos o número de filiados à federação local é de apenas 20 mil e na Inglaterra, 10 mil. No Brasil, não se sabe quantos são os enxadristas de carteirinha. O Clube de Xadrez de São Paulo, o maior do país, tem 600 sócios. É claro que apenas a quantidade de filiações não conta toda a história da popularidade do jogo em cada país: muita gente pode jogar habitualmente xadrez sem se preocupar em assinar fichas de instituições ou clubes.
Está em gestação algo capaz de popularizar ainda mais esse jogo. Trata se de uma simplificação, dessa vez encurtando de duas horas para apenas meia hora a duração das partidas, a fim de deixar pouco espaço a grandes cerebrações. As primeiras partidas dessa nova modalidade já começaram a ser disputadas, inclusive no Brasil. No entanto, nenhuma mudança vingará se não for encampada pelos países da Europa Oriental, especialmente a União Soviética.



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quarta-feira, 29 de junho de 2011

Recordes - Esportes

RECORDES - ESPORTES

E CABIA MAIS!
A partida de futebol com o maior número de gols de que se tem notícia na história do esporte bretão aconteceu no dia 12 de setembro de 1885, em Arbroath, na Escócia. O time da casa enfiou um humilhante 36 a 0 no modesto Bon Accord, em jogo válido pelo Campeonato Escocês. Um gol a cada dois minutos e meio, aproximadamente. E poderia ter sido muito mais. Sete gols do Arbroath foram anulados pelo juiz, que marcou impedimento dos atacantes (juiz ladrão!). Para a sorte do Accord, não havia ainda tira-teima na época.

É DURA NA QUEDA
Embora muitos não o considerem, o rodeio é um esporte - e dos mais praticados no mundo. O torneio mundial acontece anualmente nos Estados Unidos. Nele, o importante é o tempo que se consegue permanecer sobre a montaria. Apesar de ser um esporte tipicamente masculino, um de seus maiores nomes é uma mulher: a americana Charmayne James.
Nascida no Texas, Charmayne venceu dez campeonatos mundiais seguidos, entre 1984 e 1993. Quando ganhou a primeira vez, tinha apenas 14 anos. Em 2002, papou seu décimo primeiro título e tornou-se a maior campeã de todos os tempos. Parou de competir em 2003. Enquanto "vaqueira", faturava quase 2 milhões de dólares por ano. Em breve, sua história deverá ser transformada em filme por uma das maiores produtoras de Hollywood.

ATLETAS POR NECESSIDADE

É difícil dizer com precisão quando nasceu o esporte, pois, desde o início dos tempos, o homem praticava natação, arco-e-flecha e luta - não por lazer ou para exercitar o corpo, mas pela necessidade de sobrevivência. O primeiro registro histórico de uma prática esportiva é um mural de 1850 a.C., descoberto na necrópole de Beni-Hassan, no Egito. As figuras descreviam movimentos semelhantes aos da luta greco-romana. Nessa luta, não se pode empregar as pernas ou agarrar o adversário abaixo da linha da cintura. Usando os braços, os lutadores tentam levar seu oponente ao solo.
Em 1200 a.C., o poeta grego Homero fez versos para descrever os Jogos Fúnebres, no Canto XXIII da Ilíada, trecho de sua obra sobre a Guerra de Tróia. Por isso, Homero é considerado o "primeiro cronista esportivo".
Os primeiros Jogos Olímpicos gregos aconteceram em 776 a.C. Lutas corpo-a-corpo, provas de velocidade, saltos, arremessos de pesos e lanças e corridas de cavalos foram as modalidades dos primeiros Jogos, na cidade de Olímpia - onde ficava o mais importante templo dedicado a Zeus.
Os Jogos passaram a ser disputados de quatro em quatro anos. Em 394, o imperador romano Teodósio, convertido ao cristianismo, ordenou o fim da adoração a Zeus e, por conseqüência, dos Jogos Olímpicos. A versão moderna da Olimpíada seria retomada só em 1896, em Atenas, por iniciativa do francês Pierre de Fredy, o barão de Coubertin.

O GORDINHO QUE FAZ

O paraguaio José Luis Chilavert era goleiro, mas gostava mesmo de fazer gols. Marcou 62 em 20 anos de carreira - é o maior goleiro-artilheiro da história. Exímio cobrador de faltas, fez sucesso mesmo brigando contra a balança. Em 2001, o então técnico da seleção brasileira, Luiz Felipe Scolari, chegou a dizer que o paraguaio tinha "mais de 400 quilos". Na verdade, eram "apenas" 97 quilos, distribuídos em 1,87 metro.
Chilavert ganhou fama no Vélez Sarsfield, da Argentina, pelo qual sagrou-se campeão da Taça Libertadores e do Mundial Interclubes. Longe dos campos, o falastrão paraguaio traçou uma meta: ser o presidente de seu país.

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segunda-feira, 28 de março de 2011

Máquina vence duelo contra humanos em programa de TV

17/02/2011 10h29 - Atualizado em 17/02/2011 10h44

Máquina vence duelo contra humanos em programa de TV
Supercomputador levou a melhor em programa de conhecimentos gerais.
Seus recursos avançados de análise podem ajudar na indústria da saúde.

Após uma maratona de três noites no programa de TV que testa conhecimentos gerais, Jeopardy, o supercomputador da IBM, Watson, saiu vitorioso ao vencer o prêmio de US$ 1 milhão.

Os concorrentes do computador foram os dois melhores participantes de todos os tempos, Ken Jennings, que anteriormente obteve 74 vitórias consecutivas na série e Brad Rutter, que levou a maior quantia de dinheiro, US$ 3 milhões. Entretanto, no final, suas habilidade não foram suficientes para vencer o Watson.


Watson, o supercomputador da IBM é muito grande para caber no estúdio e foi conectado remotamente
(Foto: AFP/IBM)

Em busca de um significado
Mas a vitória de Watson e IBM foi mais do que ganhar dinheiro. Tratava-se de inaugurar uma nova era na computação onde as máquinas serão cada vez mais capazes de aprender e entender o que os humanos estão realmente pedindo a elas.

"Jeopardy" é visto como um desafio significativo para Watson por causa do formato do programa que é bem rápido e usa pistas que dependem de significados sutis, trocadilhos e adivinhas, algo que os seres humanos são muito bons e os computadores não.

IBM se prepara para duelo entre homem e máquina em Jeopardy
Na noite da grande final, a IBM anunciou um acordo de pesquisa de reconhecimento de fala com a empresa Nuance Communications, para "explorar, desenvolver e comercializar" recursos avançados de análise do Watson na indústria da saúde.

A tecnologia por trás Watson tem a capacidade de digitalizar e analisar informações de muito mais recursos do que um ser humano, num curto período de tempo e, assim, pode ajudar os médicos no diagnóstico de pacientes com mais rapidez.

Outras possíveis aplicações para a tecnologia de Watson incluem lidar com grandes conjuntos de dados comumente encontrados nas áreas jurídica e financeira.

O maior desafio para os cientistas da IBM foi o de ensinar o Watson a distinguir entre expressões literais e metafóricas, e a compreender trocadilhos e gírias.

quinta-feira, 3 de março de 2011

20 Anos de Street Fighter II

02/03/2011 18h43 - Atualizado em 02/03/2011 18h43

20 Anos de Street Fighter II

Parece até mesmo ontem que surgiu a máquina de luta que separaria homens de meninos. Uma máquina onde somente o melhor de dois jogadores podia continuar jogando e ser derrotado e, conseqüentemente, significava se encolher em sua insignificância e chorar como uma garotinha… espere, acho que foi ontem mesmo, era terça-feira de Street Fighter II.


Street Fighter II (Foto: Divulgação)Há vinte anos atrás, contra todas as chances, surgia a sequência que mudaria o mundo dos jogos. O primeiro Street Fighter era um jogo diferente, até mesmo esquisito, e seria esquecido em troca de Final Fight, que era originalmente o Street Fighter II, mas aquele era um jogo que simplesmente não poderia deixar de existir.

Quando finalmente Street Fighter II, como o conhecemos hoje, foi lançado, iniciou um efeito massivo que se alastrava sem parar por todos os fliperamas. Nunca antes um jogo possuíra tantas possibilidades e técnicas que podiam ser confrontadas diretamente uma contra a outra na busca por quem seria o melhor.

Desde então vieram séries e mais séries de Street Fighter II, como Street Fighter II: Champion Edition, Street Fighter II Turbo, Super Street Fighter II, e quando não mais se imaginava poder seguir em frente, séries como Street Fighter Alpha e Street Fighter EX foram lançadas. Mas nunca o fenômeno foi reproduzido, todas viveram na sombra do maior de todos os tempos.

Street Fighter II como todos os grandes clássicos, refletia em cada um e criava um fenômeno individual e local onde quer que fosse. Fazia línguas dobrarem para todos seus “róiuken” e “alexful“, incitava a imaginação para cada “Tiger Robocop” e transformava palavras normais como “Facão” ou “Bolinha” em termos comuns em conversas entre jogadores. A língua do Hadouken era universal.

São 20 anos de Street Fighter II, 20 anos de um conjunto de lendas que fizeram por merecer serem chamadas de mitologia.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

EUA elegem o cão mais feio do mundo de 2009

27/06/09 - 07h20 - Atualizado em 27/06/09 - 07h22

EUA elegem o cão mais feio do mundo de 2009
Vencedor foi conhecido durante a feira de Sonoma-Marin, na Califórnia.
Ultimo campeão não pôde defender título, pois morreu no ano passado.




Foto: Noah Berger/AP Pabst foi o eleito o cão mais feio de 2009. (Foto: Noah Berger/AP)O cachorro mais feito do mundo foi conhecido nesta sexta-feira (26) durante a feira de Sonoma-Marin, que é realizada em Petaluma, no estado da Califórnia (EUA). O ganhador da edição deste ano foi o cão Pabst, de quatro anos.



O campeão faturou um prêmio de US$ 1,6 mil, além de troféu.



Entre os concorrentes deste ano, estava o cão Rascal, que venceu a disputa em 2002. Na votação on-line, a cadela da raça cristado chinês Miss Ellie tinha a preferência do público, seguido por Opie (outro cristado chinês) e Arf, mas, na eleição nesta sexta-feira, Pabst superou os favoritos e levou o título.



Foto: Associated Press O cão crestado chinês Gus, que foi o vencedor do cão mais feio do mundo em 2008. (Foto: Associated Press)O último campeão não pôde defender seu título. Gus morreu em novembro do ano passado por complicações causadas por um câncer de pele. Gus, que tinha 9 anos de idade, vivia na cidade de Tampa, no estado da Flórida.

Em 2007, o campeão foi Elwood, uma mistura das raças cristado chinês e chihuahua. No ano anterior, em 2006, o título foi conquistado por Archie --o cão morreu em julho de 2008. Em 2003, 2004 e 2005, o cristado chinês Sam foi tricampeão. --maior vencedor da história da competição, Sam morreu em 2005.

sábado, 31 de julho de 2010

Pilotos fazem os próprios barcos em regata

24/05/09 - 21h17 - Atualizado em 24/05/09 - 21h21

Pilotos fazem os próprios barcos em regata na Flórida
Participantes utilizaram 'silver tape' e madeira compensada.
Material de vedação apropriado foi vetado pela organização.




Cerca de 40 equipes disputaram a Schooner Wharf Minimal Regatta em Key West (Flórida, EUA). Eles construíram seus próprios barcos para a 'minirregata' (Foto: Rob ONeal/Florida Keys News/Reuters)




Remos e barcos foram construídos com fitas 'silver tape' e madeira compensada, entre outros materiais aprovados pela organização (Foto: Rob ONeal/Florida Keys News/Reuters)




Material de vedação para embarcações e adesivos são proibidos pela organização, obrigando os participantes a improvisarem com os materiais permitidos (Foto: Rob ONeal/Florida Keys News/Reuters)

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Mulheres disputam corrida de salto alto

23/05/09 - 16h17 - Atualizado em 23/05/09 - 16h17

Mulheres disputam corrida de salto alto na Hungria
100 corredoras lutam pelo prêmio de cerca de R$ 10 mil.
Regulamento proíbe sapatos com saltos menores de 8 centímetros.




Cerca de 100 competidoras foram às ruas de Budapeste, Hungria, neste sábado (23), para participar da corrida de salto alto (Foto: Karoly Arvai/Reuters)




Regulamento proíbe sapatos com saltos menores de 8 cm, e a mulher vencedora leva 3.500 euros (equivalente a cerca de R$ 10 mil) (Foto: Karoly Arvai/Reuters)

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Nova Zelândia organiza competição para pinguins

13/05/09 - 16h51 - Atualizado em 13/05/09 - 16h51

Nova Zelândia organiza competição para pinguins
Pinguins disputaram futebol, surfe e outros três modalidades.
Evento realizado em Orakei foi chamado de 'Penguathalon'.




A Nova Zelândia organizou entre 10 de abril e 10 de maio uma competição para pinguins chamada de 'Penguathalon'. No evento realizado em Orakei, as aves marinhas disputaram futebol, surfe, frisbee (arremesso de disco), corrida com bola e swing nall, no qual é preciso rebater a bola com força e efeito para tirá-la do alcance adversário, segundo o jornal inglês 'Daily Telegraph'. (Foto: Reprodução)