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segunda-feira, 31 de março de 2014

Internet S.A. - Informática

INTERNET S.A. - Informática


Serviços comerciais e programas mais simples de usar transformam a maior rede de informações do planeta em um negócio que rende muito dinheiro.

sábado, 15 de dezembro de 2012

Os 100 Brasileiros mais Influentes de 2012


Os 100 Brasileiros mais Influentes de 2012



Quem são as pessoas mais influentes do Brasil, aquelas capazes de liderar, inspirar ou comover os brasileiros? Na edição desta semana, como faz desde 2007, ÉPOCA apresenta a lista das 100 personalidades mais influentes do pais. Ela esta dividida nas categorias Lideres, Heróis, Construtores e Artistas. Inclui aqueles que, na avaliação da redação de ÉPOCA, mais se destacaram em 2012. Leia a revista que esta nas bancas e os textos sobre essas personalidades ou pelo conhecimento, de iluminar a história e o caráter de quem o Brasil precisa conhecer.








FONTE:
http://revistaepoca.globo.com/vida/Especial/noticia/2012/12/os-100-brasileiros-mais-influentes-de-2012.html


terça-feira, 26 de abril de 2011

Bizarrices no Divã - Psiquiatria

BIZARRICES NO DIVÃ - Psiquiatria



Poucos casos vistos por Jon Carlson haviam tido um desfecho tão insólito quanto o de Trina, uma mulher com distúrbios afetivos causados pelo convívio com uma família desequilibrada. Nas sessões com o psiquiatra, Trina falava de uma tia doente - a única pessoa sensata na família - com quem queria reatar os laços. Mas os parentes não deixavam que as duas se encontrassem. O que estavam ocultando? Depois de semanas discutindo o problema,Trina procurou a polícia. Foi então que o mistério se desfez: a tia estava morta e "vivia" embalsamada junto à família.

Esse é só um dos casos psiquiátricos reunidos no livro The Mummy at the Dining Room Table ("A Múmia à Mesa de Jantar", inédito no Brasil), dos americanos Jeffrey Kottler e Jon Carlson. O trabalho reúne os casos mais curiosos de alguns dos psiquiatras mais famosos do mundo e se tornou um verdadeiro painel de esquisitices da alma humana.

Kottler e Carlson são adeptos de tratamentos bem menos ortodoxos do que aqueles usados no século 19, quando Freud desenvolveu a psicanálise. Freud usava um método conhecido como livre associação de idéias: o paciente senta-se no divã por dias, meses ou anos falando sobre suas neuroses e tudo o que, possivelmente, tenha a ver com elas. Dos sonhos às palavras ditas sem querer (o ato falho), tudo deve ser analisado.

Mas o tratamento de doenças mentais se adaptou aos tempos modernos. Novas terapias - que focam um só problema (sem gastar tempo com temas periféricos) - estão em voga. As técnicas atuais vão desde trocar o divã pela pista de corrida até eleger uma prostituta como mediadora de problemas conjugais. Os psiquiatras também não estão se levando tão a sério. Já não se importam em desenvolver amizade com os pacientes (coisa que Freud abominaria) ou usar técnicas tidas como charlatanices, como a hipnose. Os casos e soluções relatados em The Mummy... são um reflexo do mundo prático em que vivemos. E uma prova de que o homem segue sendo um bicho muito esquisito.

Titia é uma múmia
A família de Trina (no livro, todos os nomes de pacientes foram trocados) não era muito convencional. Sua cunhada, por exemplo, resolveu apresentar o namorado à família por meio de uma foto em que o rapaz aparecia de calças arriadas, exibindo o membro sexual ereto. Não foi um expediente muito ortodoxo para gerar boa impressão, mas, por incrível que pareça, funcionou. Numa família como essa, faz um pouco mais de sentido que um marido com remorso resolvesse mumificar a esposa morta.

Quando a tia de Trina começou a apresentar uma série de problemas de saúde que não respondiam à medicina tradicional, o marido passou a tratá-la com ervas caseiras e suco de limão. O tratamento acabou se revelando tóxico e matou a pobre mulher. Remoído pelo remorso e decidido a não ficar sem a presença da esposa, o tio decidiu mumuficá-la com a ajuda de um amigo dentista. Durante sete anos, a tia mumificada sentou-se à mesa durante as refeições da família e dormiu na cama, ao lado do marido.

Resultado do caso: Quem realmente conseguiu solucionar o problema foi a polícia, que descobriu o paradeiro da tia. Jon Carlson nunca mais ouviu falar da paciente e não se importou em confessar que isso o deixou chateado. "Às vezes as pessoas nos deixam antes que desejássemos ser deixados", escreveu. Já do tio da moça não faltaram notícias: depois de enterrar a esposa, ele passou nos testes psicológicos do Estado e manteve a guarda dos filhos. Algum tempo depois surpreendeu a todos novamente e assumiu seu relacionamento com o dentista embalsamador.

Prostituta de 82
O psiquiatra Jay Hailey é adepto da teoria "quanto mais gente melhor". Ele é um dos médicos pioneiros em terapia familiar e sempre achou que a roupa suja dos pacientes devia ser lavada pelo máximo de pessoas envolvidas nos casos. Foi por isso que insistiu para que o casal que ele estava atendendo trouxesse a mãe do rapaz - motivo da discórdia familiar - para as sessões. Aparentemente, os hábitos da senhora de 82 anos deixavam o filho estressado e ele acabava descontando todo o mau humor na esposa. O casal a princípio não gostou da sugestão, mas não discutiu com o médico. Na sessão seguinte, quando a mãe apareceu, o doutor Hailey entendeu o porquê de tanta resistência. Aos 82 anos, ela ainda trabalhava como prostituta, atendendo a uma clientela que combinava a velha guarda com garotões interessados em experiências diferentes. E tudo isso dentro de casa.

Resultado do caso: Apesar dos pesares, o casal tinha um grande respeito pela octogenária. Em poucas sessões conjuntas, Jay Hailey elevou a senhora a mediadora nas brigas do casal, intervindo em favor da nora. O filho, por sua vez, conseguiu que a velha prostituta abrisse mão de um costume antigo: nunca mais atendeu seus clientes nos horários em que os netos iam visitá-la.

Exterminador do futuro
Jason, um garoto de 19 anos, estava sendo treinado por sua comunidade religiosa para atuar como missionário no Terceiro Mundo. O programa preparatório era marcado por muita pressão e, quando ele se viu forçado a aprender uma língua estrangeira em oito semanas, surtou e começou a ter delírios. Ficou paranóico. Isso motivou sua internação numa clínica, da qual insistia em fugir. "Meu nome é Terminator. Minha missão é libertar John Connor", disse ao se apresentar a Scott Miller, seu médico. A primeira tarefa do psiquiatra foi convencer Jason de que ele não era o Exterminador do Futuro. A solução encontrada foi engenhosa. Depois de algumas visitas ao rapaz, Scott Miller surpreendeu-o. "Eu sei quem você realmente é. Seu nome é Arnold Schwarzenegger." A frase apanhou o garoto desprevenido. "Como você sabe quem eu sou?" O psiquiatra, sem se intimidar, continuou na ofensiva. "Como você prefere ser chamado?" "Arnold", respondeu Jason. "Arnold, você é obviamente um grande ator, mas precisa de um papel que o desafie", argumentou Miller de forma persuasiva. Jason se inflou de orgulho. "Eu sei disso. O problema é que os picaretas de Hollywood sempre me dão o mesmo tipo de papel." "Bem, eu tenho um papel mais difícil para você", continuou o doutor. "É o papel de um paciente de um hospital psiquiátrico. Você vai ter de participar das atividades com os outros pacientes e falar dos seus problemas. E o mais importante: nada de tentar escapar".

Resultado do caso: Aos poucos, com auxílio de medicação pesada, Arnold, o ator, voltou a ser Jason, o quase missionário. Com a supervisão de Scott Miller, retornou ao convívio na comunidade a que pertencia. Os religiosos, no entanto, temendo um novo surto psicótico, aposentaram o rapaz.

Na cama com papai
A primeira coisa que o psiquiatra sul-africano Arnold Lazarus notou quando a nova paciente entrou no consultório foi sua ansiedade. E ela não levou mais de uma sessão para revelar o problema que a atormentava: estava tendo um caso com o pai. Abandonada por ele na infância, resolveu procurá-lo depois de 30 anos. A paciente, na faixa dos 40, era casada e tinha filhos. O pai, com mais de 70, estava no quarto casamento. A química sexual entre ambos foi instantânea. "O melhor sexo da minha vida", disse a mulher sobre o pai setentão. Nunca antes tivera tantos orgasmos múltiplos. Além disso, o velho homem era infatigável e os encontros se tornavam cada vez mais comuns. A paciente resolveu procurar o médico quando o complexo de culpa se tornou insuportável. Lazarus fez uma recomendação que muitos de seus colegas, mais tarde, consideraram extravagante e inapropriada. "Ele pode ser seu pai biológico, mas não representa uma figura paterna", disse Lazarus para tranqüilizar a paciente.

Resultado do caso: A absolvição psicológica atenuou o drama de consciência da paciente. "Uma conduta que provoca desaprovação social não faz de ninguém um ser desprezível", diria depois o médico. Sem culpas, ela passou a exigir presentes caros do amante, entre eles um automóvel de luxo. Depois, deu-lhe um pé na bunda. "Foi uma forma de puni-lo pelo abandono", explicou Lazarus. E como ela explicou ao marido a procedência dos presentes? "É o tipo de coisa que pais culpados fazem", disse.

Adorável vaquinha
Quando era um médico da saúde pública em início de carreira, durante os anos 70, Jeffrey Kottler recebeu um pedido estranho de Manny, um jovem trabalhador rural do estado de Ohio, nos Estados Unidos. "Doutor, eu quero que o senhor corte fora o meu nariz", disse. Ao investigar o porquê do pedido, Kottler descobriu que seu paciente sentia cheiro de estrume por toda a parte. "O senhor não está sentindo?" Mas não havia cheiro nenhum. Sabendo que o problema não estava no nariz do paciente, Kottler começou a interrogá-lo sobre sua vida pessoal e descobriu que o rapaz não tinha tido muita sorte com as mulheres durante a vida. Desiludido, acabou se tornando muito afeiçoado a Mertel, uma vaca da fazenda em que trabalhava. Mas muito afeiçoado mesmo! E, na hora de praticar seu amor, Manny costumava usar a escada de consertar cercas da fazenda para escalar a vaquinha. O problema é que o contato tão íntimo com a quadrúpede fazia com que Manny sentisse cheio de estrume todo o tempo, por toda a parte.

Resultado do caso: Kottler não teve que fazer esforço algum para dissuadir Manny da idéia de cortar o nariz. Depois de três sessões, o paciente contou que havia chegado a uma solução para o problema: ele começou a usar uma colônia bem forte, que encobria o odor de estrume. Largou o tratamento e é bem provável que ainda seja feliz ao lado de Mertel.

Detetives da memória
Descobrir o paradeiro de objetos desaparecidos costuma ser trabalho de detetives, não de terapeutas. A menos que eles sejam peritos em hipnose. No início dos anos 80, o médico Ernest Rossi teve que ajudar Mary, uma velha senhora com problemas de memória, a lembrar onde escondera os ingressos da família para um show do Michael Jackson. Bastou uma sessão de hipnose para descobrir que os ingressos tinham sido colocados por Mary detrás dos jogos de lençóis, no armário, seu "esconderijo sagrado" na casa.

Já a terapeuta Pat Love ajudou Marvin, um adolescente, a recuperar seu emprego numa lanchonete. Ele havia sido acusado de desviar dinheiro do caixa. No transe, o garoto conseguiu lembrar em detalhes vívidos tudo o que tinha acontecido enquanto ele atendia o caixa no seu turno. De repente, Marvin viu a si mesmo se afastando do caixa para colocar no forno alguns pães de hambúrguer e pedindo a Carl, seu colega de trabalho, que atendesse um cliente. O que não tinha sido registrado conscientemente apareceu de forma cristalina no transe: na hora de dar o troco, Carl aproveitou para colocar um punhado de dólares no bolso.

Patricinha de luxo
O psiquiatra William Glasser, de Los Angeles, estava acostumado a atender patricinhas de Beverly Hills, a maioria delas com problemas de anorexia. Mas sua nova paciente não se enquadrava no estereótipo. Em primeiro lugar, ela comia bem. O único problema estava no cardápio: ela gostava de comer lixo. O que mais lhe divertia era revirar as latas de lixo do bairro chique em que morava e encontrar restos que pudessem lhe servir de almoço ou um simples lanchinho. Glasser não precisou de muito tempo para constatar que o paladar pouco usual era fruto da vontade da jovem de chocar a mãe, uma fanática por limpeza. Glasser - que nos anos 70 escreveu um livro chamado Vício Positivo, no qual advoga a tese de que um vício ruim pode ser curado pela adoção de um vício bom - resolveu aplicar sua teoria na garota. Assim, concordou em atendê-la, mas não no seu consultório. Duas vezes por semana eles se encontravam na pista de corrida onde ele praticava o seu jogging matinal. A sessão acontecia durante a corrida.
Resultado do caso: Aos poucos, ela deixou de manifestar sua compulsão por lixeiras. Em lugar disso, transformou-se numa maníaca por fitness.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Olga Benario é uma invenção da propaganda comunista ???

OLGA BENARIO É UMA INVENÇÃO DA PROPAGANDA COMUNISTA?


Sabe aquela história da Olga Benario, a heroína revolucionária que lutava por uma causa nobre e que acabou morrendo de forma trágica em razão de seus ideais humanistas? Pois é, tudo bobagem. Olga nunca teve a importância que lhe foi dada no livro do jornalista Fernando Morais, cuja versão foi levada recentemente às telas do cinema pelo diretor Jaime Monjardim e já arrancou lágrimas de centenas de milhares de pessoas em todo o país. Na verdade, o mito romântico da revolucionária nasceu da propaganda comunista, que precisava criar exemplos de coragem e bravura entre os jovens da Alemanha na primeira metade do século 20. É o que afirmam movimentos anticomunistas, como o grupo Terrorismo Nunca Mais (Ternuma), e jornalistas insuspeitos como William Waack, que vasculhou os arquivos secretos da ex-União Soviética em busca de informações sobre o movimento comunista no Brasil. O resultado da pesquisa de Waack foi o livro Camaradas: nos Arquivos de Moscou (Companhia das Letras, 1993).

Olga só se tornou famosa no Brasil depois da publicação do livro de Fernando Morais, em 1985. Antes, ela praticamente só aparecia em notas de rodapé. Em O Cavaleiro da Esperança, de 1942, biografia escrita por Jorge Amado sobre Luís Carlos Prestes, ela ocupa apenas meia página. No álbum comemorativo dos 60 anos do Partido Comunista Brasileiro, em 1982, é citada somente em três linhas. Segundo Waack, o livro de Morais é baseado na biografia de Olga feita pela alemã Ruth Werner a pedido do Partido Comunista alemão, em 1962. "São trabalhos que não contam a realidade", afirmou Waack à revista Época.

No livro de Morais, por exemplo, Olga aparece liderando uma ação cinematográfica de libertação do namorado, o comunista alemão Otto Braun, em um tribunal. "Documentos mostram que ela não promoveu a operação, mas o partido comunista alemão decidiu que a história seria assim para transformá-la em um monumento de bravura", disse William Waack.

OBEDIENTE

E como era a Olga que Waack conheceu em suas pesquisas? "Uma profissional do serviço secreto militar soviético, treinada para obedecer em qualquer circunstância, sem jamais duvidar dos chefes e da linha estabelecida pelo partido, disciplinada, mas sem interesse por assuntos teóricos, que ao chegar ao Brasil perdeu o foco da missão", descreveu o jornalista. Espiã do serviço secreto soviético, Olga havia sido designada para atuar como guarda-costas de Prestes na volta de seu exílio de Moscou para o Rio de Janeiro. Para não levantar suspeitas, eles deveriam se passar por um casal rico em lua-de-mel. Só que eles se apaixonaram de verdade e Olga decidiu ficar no Brasil para ajudar na revolução. Como se sabe, o golpe de 1935 fracassou e o casal foi preso. Grávida de sete meses, Olga, que, além de comunista, era judia, foi deportada para a Alemanha nazista, onde morreu numa câmara de gás, conforme mostra o filme de Monjardim, escolhido para representar o Brasil no Oscar de 2005.

O lado romântico de Prestes e de Olga é igualmente rejeitado por Waack. Ele cita como exemplo o fato de que, entre a derrota do levante comunista de novembro de 1935 e a prisão do casal, no início de 1936, Prestes mandou matar a namorada do secretário-geral do PCB, Elza, de 18 anos, que foi estrangulada por militantes do partido. "Ele suspeitava, erroneamente, que Elza fosse informante da polícia. E Olga não se opôs à decisão, segundo o agente soviético no Rio que chefiava o esquema clandestino. Não havia nada de romântico ali." A opinião é compartilhada pelo também jornalista Reinaldo Azevedo. "Não aprecio o suposto heroísmo de Olga ou de Prestes porque rejeito vivamente suas convicções. Considero-os partidários de um mundo tão totalitário quanto era o nazi-fascismo, com a agravante de que aquele, ao menos, não tinha licença moral a reivindicar e assumia o horror como método. Os comunistas ousaram criar a indústria da morte em nome do humanismo", escreveu Azevedo em um artigo na revista Primeira Leitura.

DUPLA MISSÃO

Grupos direitistas vão ainda mais longe na rejeição ao mito da heroína alemã. "Olga Benario? Uma estranha sem nenhum significado. Uma espiã que veio para o Brasil com duas missões, seduzir Luís Carlos Prestes e tramar contra o nosso povo, para introduzir uma ditadura comunista", afirma um texto no site do grupo Ternuma. Outro artigo, intitulado "A Farsa de Olga", no site Integralismo, afirma que Olga "era apenas e tão somente uma agente do serviço secreto da URSS e tinha como o objetivo transformar o Brasil em mais um satélite da URSS".
Afinal, heroína ou bandida? Para Azevedo, há doses de heroísmo e banditismo em Olga, assim como em outros personagens históricos - como foi o próprio Getúlio Vargas, algoz da militante comunista, que a teria entregado para a Alemanha nazista.

Eu acredito!

"A Olga de verdade não era essa do filme ou do livro de Fernando Morais? Ah, jura? Que Fernando Morais apresentou uma versão romântica de Olga eu não tenho dúvida. Ela não era nem tão inteligente nem tão importante para o Partido Comunista quanto o texto faz crer. Que Jaime Monjardim rechearia a história de estereótipos, para fazer um dos filmes mais chatos dos últimos tempos, eu também já esperava. É o seu estilo. Mas isso é inevitável nas biografias dos heróis. Os que vão parar nas páginas dos livros ou na tela do cinema ficam mais inteligentes. Mais brilhantes. Mais corajosos. Afinal, heróis são heróis, pomba!"
Celso Miranda, editor de Aventuras na História, assistiu Olga 13 vezes. Não gostou de nenhuma

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Revista 'Time' escolhe fundador do Facebook como pessoa do ano 2010

15/12/2010 11h26 - Atualizado em 15/12/2010 13h22

Revista 'Time' escolhe fundador do Facebook como pessoa do ano 2010
Para a publicação, pessoa do ano é quem mais influenciou fatos no periódo.
Editor anunciou vencedor durante o programa 'Today', da TV NBC.


A revista norte-americana 'Time' nomeou nesta quarta-feira (15) Mark Zuckerberg, fundador do site de relacionamentos Facebook, como a pessoa do ano de 2010.

Aos 26 anos, Zuckerberg é a segunda pessoa mais jovem já escolhida pela ‘Time’. Em 1927, o aviador norte-americano Charles Lindbergh havia sido nomeado aos 25 anos.

“Ser escolhido a pessoa do ano pela ‘Time’ é uma grande honra e um reconhecimento de que nossa pequena equipe está construindo algo que milhões de pessoas querem usar para fazer do mundo um lugar mais aberto e conectado. Estou feliz por fazer parte disso”, agradeceu Zuckerberg em sua página no próprio Facebook.

Facebook cria mapa que mostra os laços de amizade pelo mundo
Entre os candidatos deste ano, Zuckerberg bateu personalidades notáveis, como o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, e o presidente do Afeganistão, Hamid Karzai.

Segundo o jornalista da "Time" Lev Grossman, que escreveu o perfil de Zuckerberg para a revista, “ele foi premiado por conectar mais de 500 milhões de pessoas e mapear as relações entre elas; por ter criado um novo sistema de compartilhamento de informações e por ter mudado a forma como vivemos hoje”.

A Time define pessoa do ano como alguém que, para melhor ou pior, fez o máximo para influenciar os fatos do ano. O editor da Time, Richard Stengel, anunciou o vencedor durante o programa 'Today', da TV NBC.

No ano passado, Ben Bernanke, presidente do Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano), foi escolhido a pessoa do ano. Em 2008 o nomeado foi o presidente dos EUA, Barack Obama.

A Time informou que Assange foi o vencedor da eleição feita pela internet, seguido pelo primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, e pela cantora Lady Gaga. Porém, a revista afirma que ele não foi o vencedor em todos os aspectos, já que Lady Gaga recebeu 65,508 votos no Facebook e Assange, 46,787.

Na quarta-feira, a revista Forbes estimou a fortuna de Zuckerberg em US$ 6,9 bilhões. Em novembro, Zuckerberg apareceu no 40º lugar na lista das pessoas mais poderosas do mundo. Além disso, o filme "A Rede Social", que narra a história de como Zuckerberg criou o Facebook, recebeu seis indicações ao Globo de Ouro, como de melhor filme dramático, diretor e ator.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Por que a gente é assim? O DNA

POR QUE A GENTE É ASSIM? O DNA



O que rege o fascinante espetáculo biológico que transforma duas células numa pessoa capaz de compor poemas, erguer cidades, construir foguetes e propor a si mesmo a pergunta que você acabou de ler? Afinal, o que nos faz humanos?

Na tentativa de responder a questão, o biólogo inglês Matt Ridley não escolhe somente um dos candidatos a regente da sinfonia: a natureza, representada pelas determinações genéticas, ou a cultura, expressa pela influência recebida do ambiente que nos cerca. A tese de Ridley é de que o duelo entre os partidários das duas candidaturas não faz sentido. Uma não sobrevive sem a outra. "Natureza versus cultura está morto. Vida longa à natureza via cultura", escreve.
A conclusão de que o ambiente interage com o DNA na formação humana é resultado da análise dos mais recentes estudos genéticos. Estudos que alteraram a maneira como entendemos o genoma. Sai a idéia de uma planta de edifício que descreve todo o projeto humano e entra uma espécie de receita de bolo, que pode ser alterada de acordo com a manipulação dos "ingredientes". Descobrir até que ponto pode ir o improviso dos fatores ambientais na receita genética é o objetivo de Ridley, que também reconstitui historicamente a longa guerra científica entre natureza e cultura.

sábado, 3 de outubro de 2009

Com 900% de crescimento, Twitter vence 'Oscar'

05/05/09 - 14h49 - Atualizado em 05/05/09 - 15h49

Com 900% de crescimento, Twitter vence 'Oscar' da internet
Serviço de microblog foi considerado ‘principal acontecimento’ de 2008.
Webby Awards também premia melhores artistas, personalidades e sites.




Foto: Divulgação Twitter, com o logotipo acima, levou prêmio que já foi do YouTube, MySpace e Flickr. (Foto: Divulgação ) O serviço de microblog Twitter venceu a 13ª versão do Webby Awards, considerado o “Oscar” da internet, como o principal acontecimento do universo virtual em 2008. “Com crescimento de 900% somente no ano passado, o site segue os passos de outros vencedores do passado, como YouTube, MySpace e Flickr”, diz o comunicado da premiação, divulgado nesta terça-feira (5).

“Com a essência do espírito democrático da web, de ser acessível a todos, o fenômeno das micromensagens criou um campo de diversão em que todos, de candidatos a celebridades, passando por manifestantes e consumidores, podem compartilhar informações e dar forma à opinião pública. O prêmio será recebido pelo cofundador Biz Stone”, diz o comunicado sobre os vencedores.

O evento de gala para entrega do ‘Oscar’ será realizado em Nova York, no dia 8 de junho. Considerada “a maior honraria da internet” pelo jornal “New York Times”, o Webby Awards é organizado pela Academia Internacional de Artes e Digitais e Ciências, um grupo composto por 650 jurados.

Artistas
Entre os outros premiados estão Trent Reznor, do Nine Inch Nails, como melhor artista da internet, Jimmy Fallon, como personalidade do ano, Sarah Silverman, a melhor atriz, Lisa Kudrow, com a melhor apresentação cômica, e Seth MacFarlane, como personalidade de filme e vídeo. A lista completa, que inclui sites de diversas categorias, pode ser conferida na página oficial do evento -- a premiação dos sites considera as melhores páginas do ponto de vista dos especialistas e também dos internautas.

A vitória de Trent Reznor, por exemplo, se deve ao fato de ele ter “usado o poder da internet para compartilhar a música e suas paixões de uma forma inovadora”, diz o comunicado do prêmio. A prova disso foi o lançamento em 2008 do álbum The Slip, disponibilizado gratuitamente na web.

Já a atriz Sarah Silverman tornou-se sensação na internet com o clipe "I'm F**king Matt Damon", que fez sucesso no YouTube. Ela também ganhou atenção no universo virtual com o vídeo político The Great Schlep, em que pede para as crianças judias convencerem seus avós na Flórida a votarem em Barack Obama.

A protagonista, coroteirista e coprodutora de “Web Therapy” Lisa Kudrow criou uma nova forma de usar a internet para produzir comédia, segundo a academia. “Interpretando de forma brilhante uma terapeuta que trata seus pacientes em sessões de três minutos via webcam, Kudrow criou uma coleção de minicomédias que são obras de arte”, afirmou o comunicado.

“Todos os vencedores desse ano abraçam a internet como um meio onde eles podem se arriscar, experimentar e compartilhar novas ideias. Sua visão e criatividade, assim como a de todos os nossos premiados, ajudaram a transformar a internet em uma experiência mais rica, empolgante e vibrante”, afirmou David-Michel Davies, diretor-executivo do ‘Oscar’.




PUBLICADOS BRASIL NO ORKUT

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