Mostrando postagens com marcador Cuba. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cuba. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

A física de origem cubana que construiu avião aos 14 anos e teve trabalho citado por Stephen Hawking

A física de origem cubana que construiu avião aos 14 anos e teve trabalho citado por Stephen Hawking

A BBC entrevistou a cientista que já foi chamada de "nova Einstein" e se tornou uma das principais referências do novo campo da Física.

sábado, 5 de agosto de 2017

A imensa e crescente zona morta do Golfo do México - Onde a vida marinha não sobrevive


A imensa e crescente zona morta do Golfo do México - Onde a vida marinha não sobrevive

Golfo do México é cercado pelas costas de Cuba, Estados Unidos e México. A 'zona morta' fica na foz do rio Mississipi, perto de Nova Orleans (Foto: Lumcon)

Cientistas alertam para as consequências desta expansão, que afeta espécies, ecossistemas marinhos e a economia local.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Morre Fidel Castro - 9 frases célebres do polêmico líder da Revolução Cubana


Morre Fidel Castro -  9 frases célebres do polêmico líder da Revolução Cubana

Fidel Castro foi um dos personagens da política internacional durante mais de seis décadas


Até os mais críticos admitem que Fidel Castro Ruz, o homem que liderou a Revolução Cubana e que morreu na noite desta sexta-feira (25/11/2016), foi um grande orador.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Conheça a jovem física apontada como a nova Einstein


Conheça a jovem física apontada como a nova Einstein


Ela não tem conta no Twitter, no Instagram nem no LinkedIn e não atualiza seu Facebook, algo um pouco estranho se você levar em consideração seus 22 anos.

domingo, 14 de abril de 2013

Crise em Cuba pode ter diminuído diabetes e doenças do coração


Crise em Cuba pode ter diminuído diabetes e doenças do coração


Ingerir menos calorias e andar mais a pé podem ter ajudado a melhorar a saúde dos cubanos no período de crise.


População perdeu peso ao comer menos e andar mais a pé.
Dados cubanos corroboram necessidade de hábitos mais saudáveis.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Vida de Bibelô - Arara de Cuba

VIDA DE BIBELÔ - Arara de Cuba


Colorida e barulhenta, a arara-de-cuba (cuban macaw, em inglês) deixou de fazer parte da natureza latino-americana por volta de 1885, segundo alguns registros, ou de 1864, de acordo com outros relatos. Até então, a ave podia ser encontrada facilmente em Cuba. Anotações do século 16 sugerem que essa arara ou uma espécie muito parecida teria habitado a Jamaica e a ilha caribenha de Hispaniola, mas sabe-se que ela sumiu cedo dessas regiões. Porém as descrições feitas na época não ajudam a identificar com exatidão a que tipo de arara os registros se referiam.
Acredita-se que no início da colonização espanhola, no século 16, a arara-de-cuba se distribuía por toda Cuba, mas desapareceu da maior parte da ilha antes que se tornasse objeto de interesse de ornitologos. As principais causas de sua extinção foram a caça e a destruição de seu habitat. As regiões em que essas aves viviam foram devastadas pela intervenção humana e também por furacões. Segundo relatos de habitantes de Pinar del Río, região situada na parte leste de Cuba, depois do grande furacão de 1844, nunca mais foi visto nenhum exemplar da espécie nos bosques locais - que eram seu abrigo preferido.
Menos protegida, a ave se tornou presa fácil dos nativos. Para eles, o interesse pela arara não era usá-la como alimento, até porque sua carne tinha sabor e odor desagradáveis. O que eles queriam era capturá-la ainda filhote e vendê-la a fazendeiros ricos que pagavam bem para manter a arara como um bicho de estimação - e de ostentação, pois era uma ave de beleza inquestionável.
A arara atingia em média 55 centímetros de altura, suas penas eram predominantemente vermelho-escuras, mescladas aos tons de amarelo, verde e marrom. As asas e a cauda eram cobertas por uma plumagem azul-violeta. Seu bico era forte, curvado, de cor negra. Essa exuberância atraiu a atenção de zoológicos do mundo inteiro, principalmente da Europa, que importavam com freqüência exemplares da ave para criação em cativeiro. Todo esse esplendor pode ser observado em vários desenhos e em exemplares conservados que estão espalhados em museus nos quatro cantos do planeta
De acordo com os estudos do naturalista alemão Johann Gundlach, as araras-de-cuba se alimentavam do fruto do cedro branco e de outras árvores. Elas faziam seus ninhos no alto de palmeiras, normalmente sobre partes ocas de troncos, onde colocavam seus ovos. Registros antigos sugerem que elas passavam a maior parte do tempo em pares ou em pequenos grupos, tanto para comer quanto para dormir. Quase nada mais existe de informação a respeito de seus hábitos. O último espécime conhecido foi morto a tiros na região do Pântano de Zapata, em Cuba, em 1864. Alguns registros sugerem, contudo, que exemplares dessa magnífica espécie tenham conseguido sobreviver na região por pelo menos mais 20 anos. Não chega a ser exatamente um consolo.

Arara-de-Cuba
Nome científico: Ara tricolor
Ano da extinção: 1864 (ou 1885)
Habitat: Cuba e Caribe

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Cuba anexada pelos Americanos

E SE... CUBA HOUVESSE SIDO ANEXADA PELOS AMERICANOS?



Não é exagero dizer: a história do mundo mudaria. A começar pela própria ilha, que provavelmente não seria socialista nem teria Fidel Castro como seu dirigente. Antes da revolução cubana de 1959, com o aval de uma emenda constitucional chamada Emenda Platt, os americanos entravam e saíam da ilha quando bem entendiam, controlavam as empresas produtoras de frutas e cana-de-açúcar e se esbaldavam durante o dia nas praias e à noite nos cassinos. Do jeito que as coisas iam, era de se esperar que Cuba se tornasse o 51º estado norte-americano (o país tem 50 estados mais o distrito de Colúmbia) - caso Fidel e seu exército de guerrilheiros não tivessem tomado o poder em 1º de janeiro de 1959.

Se os Estados Unidos tivessem anexado Cuba em meados da década de 50, a guerrilha talvez nem se fizesse necessária. "Os EUA não precisariam manter uma relação colonial com Cuba e a deterioração da sociedade não ocorreria. Assim, as condições materiais não seriam tão ruins a ponto de suscitar um golpe armado", afirma o historiador Newton Duarte Molon, da USP. Além disso, os instrumentos de coerção dos americanos para acabar com qualquer tentativa de guerrilha seriam bem mais fortes.
No contexto mundial, muita coisa mudaria. A União Soviética não teria uma base na América e, portanto, não levaria ogivas nucleares para perto dos Estados Unidos. E o planeta não viveria dias tão tensos quanto os 13 de 1962 conhecidos por Crise dos Mísseis - nos quais a ameaça de uma guerra mundial nuclear nunca foi tão real. Na opinião da pesquisadora Claudia Furiati, autora do livro Fidel Castro, uma Biografia Consentida, a União Soviética ficaria quietinha em seu canto. "Ela jamais se interessou em estimular a revolução nas Américas, porque a ‘repartição’ do mundo em blocos e áreas de influência estava dada", diz. Veja ao lado as possíveis manchetes de um dia qualquer de julho de 2004 no Havana Tribune, o principal jornal diário do estado americano de Cuba.

terça-feira, 26 de maio de 2009

‘Briga’ entre EUA e Cuba

18/04/09 - 08h00 - Atualizado em 18/04/09 - 15h58

‘Briga’ entre EUA e Cuba já dura 47 anos
Embargo comercial teve início em 1962.
Nesta semana, Obama liberou viagens e remessas de dinheiro à ilha.

No começo desta semana, o presidente americano, Barack Obama, levantou as restrições de viagens a uba e de remessas de dinheiro feitas por cubano-americanos para suas famílias que moram na ilha. O anúncio representa uma das maiores mudanças da política americana em relação a Cuba em décadas e demonstra um claro abandono da vertente linha-dura de George W. Bush.
As relações entre EUA e Cuba prometem ser o assunto dominante da Cúpula das Américas neste final de semana.

A história do conflito diplomático e comercial entre os dois países é antiga e teve seu auge na Guerra Fria, quando a polarização comunismo X capitalismo dominava o mundo.

A marca mais profunda deste conflito é o bloqueio econômico imposto pelos EUA, que já é um dos mais duradouros embargos da história contemporânea. Na Assembleia Geral da ONU em 2007, apenas 4 dos 188 membros não condenaram as sanções.


Conheça os principais momentos da histórica briga:



Independente, pero no mucho
A ilha da América Central ficou independente da colonização espanhola em 1898, após uma sangrenta guerra. No entanto, continuou ocupada pelo EUA (que entraram no final da guerra) até 1902.



Foto: AFP Imagem mostra rendição das tropas espanholas de Cuba diante do exército
americano, em julho de 1898 (Foto: AFP)
Os americanos só foram embora depois de conseguirem deixar oficializado seu poder na região. Por meio de uma emenda na nova Constituição cubana, a emenda Platt, eles ficavam autorizados a intervir em qualquer assunto interno da ilha.


A revolução de Castro
Desta maneira, Cuba vivia como um protetorado americano. Seus cassinos e hotéis de luxo abrigavam reuniões da máfia americana e eram destino de luxo de endinheirados. Apoiado pelos americanos, o general Fulgêncio Batista deu um golpe em 1952 e impôs em Cuba um regime repressor e alvo de muitas denúncias de corrupção. Em 1953, um opositor chamado Fidel Castro organizou um ataque ao quartel Moncada, em Santiago de Cuba. O ato foi frustrado, e seus líderes foram presos.
Três anos depois, Fidel liderou uma revolução que marchou da fronteira com o México até a Sierra Maestra, para entrar triunfante em Havana. Em janeiro de 1959, vitorioso, Fidel assustou de verdade os americanos com seu “espírito nacionalista” - em plena Guerra Fria. A partir daí, tudo mudou na relação com os EUA.



Foto: AFP O líder Fidel Castro entrou triunfante em Havana, no começo de janeiro de 1959
(Foto: AFP)

Ao contrário do que muitos pensam, a Revolução Cubana não teve ajuda da União Soviética e nem um caráter socialista definido. A ligação com a ideologia e com o país opositor aos EUA veio apenas um ano depois de formado o novo governo.


Fim de papo
A partir de 1960, a política americana de retaliação ao que considerava “o governo
socialista de Cuba” ficou cada vez mais clara. A importação do açúcar cubano foi reduzida em 95%. Como resposta, Cuba nacionalizou empresas estrangeiras e propriedades rurais.

Empresas americanas de petróleo, como a Texaco e a Esso, se negaram a enviar petróleo a Cuba e a processar o óleo cru vindo da URSS.

Em janeiro de 1961, os Estados Unidos romperam relações diplomáticas com a ilha. No mesmo mês, Cuba estreitou laços com a União Soviética e assinou um acordo de venda de açúcar e de importação de petróleo.


Baía dos Porcos
A irritação americana chegou ao ápice em abril de 1961, quando o governo liderou uma
fracassada tentativa de invasão, apoiando mais de mil exilados cubanos e herdeiros das empresas nacionalizadas em Cuba a desembarcarem na região da Baía dos Porcos, na província de Las Villas.



Foto: Reprodução/Wikimedia Commons Imagem de 1962 mostra o que seira a base de lançamento de mísseis em Cuba (Foto: Reprodução/Wikimedia Commons)Derrotada pelas forças nacionais em poucos dias, com um saldo de 176 mortos, a operação deixou claros os objetivos americanos de fazer de tudo para impedir a criação de mais uma nação socialista. O governo Kennedy foi obrigado a assumir a ação. A resposta de Fidel foi declarar pela primeira vez publicamente o caráter socialista da revolução. Em fevereiro de 1962, os EUA impuseram um embargo comercial total contra Cuba.



Crise dos mísseis
Um dos momentos mais críticos da Guerra Fria ocorreu quando, em outubro de 1962, os
soviéticos instalaram mísseis na ilha e foram descobertos pelos americanos. O presidente Kennedy fez um pronunciamento declarando um bloqueio naval ao país, e os Exércitos de ambas as potências foram movimentados. O líder soviético Nikita Khrushchev, no entanto, concordou em desativar os mísseis, e o conflito foi resolvido pacificamente. Em resposta, os EUA prometeram não invadir Cuba.

Imigração
Nos três primeiros anos após a revolução, cerca de 250 mil cubanos deixaram o país em direção aos EUA. Essa primeira onda imigratória era composta por pessoas de alto nível técnico e econômico. Em abril de 1980, a ilha autorizou a ida de quem quisesse deixar o país e 125 mil pessoas viajaram do porto de Mariel aos EUA – o que ficou conhecido como “Fuga de Mariel”.


Embargo reforçado
Após o fim da União Soviética, em 1991, os EUA se preocuparam em afirmar e ampliar o
embargo com o objetivo de forçar uma transição para o livre-mercado e a democracia na ilha de Fidel. Para isso, em outubro de 1992, o Congresso aprovou a Lei Torricelli, que ampliava o embargo e permitia ao presidente americano punir países que prestassem assistência a Cuba.



Foto: Roberto Schmidt/AFP O menino Elián Gonzalez foi protagonista de uma das brigas
entre EUA e Cuba (Foto: Roberto Schmidt/AFP)Mais tarde, em 1996, outra lei de reforço foi aprovada, a Helms-Burton, que tornou possível processar empresas nacionais e estrangeiras que tivessem relações comerciais com Cuba – algo que contraria as regras do direito internacional.

O menino Elián
No dia 25 de novembro de 1999, o menino Elián González, de seis anos, perdeu a mãe junto com outros 10 cubanos que naufragaram quando fugiam para os Estados Unidos. O caso virou uma alegoria da briga EUA X Cuba, e uma verdadeira batalha foi travada para ver quem ficava com o garoto. A pressão norte-americana era liderada pelos exilados cubanos.

Mas Elián acabou sendo devolvido à família paterna e, quando chegou à ilha, foi recebido com uma marcha comandada pelo próprio Fidel.

'Eixo do mal'
O mundo era outro após os atentados de 11 de setembro nos Estados Unidos, mas, a relação Cuba X EUA não tinha mudado. Pelo contrário. Em maio de 2002, o presidente George W. Bush colocou a ilha entre os membros do chamado ‘eixo do mal', acusando-a de desenvolver armas biológicas. Ao lado de países como Líbia e Síria, Cuba também foi considerada uma nação que patrocina o terrorismo.

sábado, 16 de maio de 2009

Fidel nega querer exportar socialismo aos EUA

22/04/09 - 22h30 - Atualizado em 22/04/09 - 22h30

Fidel nega querer exportar socialismo aos EUA

Havana, 22 abr (EFE).- O líder cubano Fidel Castro afirmou hoje, dirigindo-se ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que não pretende "exportar" à nação o sistema político de seu país, o único comunista do continente.

"Não solicitamos a democracia capitalista na qual o senhor se formou e na qual sinceramente e com todo direito acredita. Não pretendemos exportar nosso sistema político aos Estados Unidos". disse Fidel em um novo artigo da série "Reflexões", divulgado pela imprensa estatal.

"O índice de mortalidade infantil em Cuba é menor que o dos Estados Unidos; há muito tempo não há analfabetos; as crianças brancas, negras ou mestiças vão todos os dias à escola, dispõem de possibilidades iguais de estudo, incluídos os que requerem educação especial", afirmou o ex-presidente cubano.

"Alcançamos não toda a justiça, mas sim o máximo de justiça possível. Todos os membros da Assembleia Nacional são indicados e escolhidos pelo povo, votam mais de 90% da população com direito a voto", acrescenta.

"No subconsciente, Obama compreende que Cuba tem prestígio pelos serviços dos médicos na região e até dá mais importância que nós mesmos. Talvez sequer tenham informado de que Cuba enviou os médicos não só à América Latina e ao Caribe, mas também a vários países da África, a países asiáticos", ressaltou.

Fidel reitera a crítica a vários artigos dos últimos dias que o embargo comercial que os Estados Unidos aplicam a Cuba desde 1962 "sequer foi mencionado" na declaração final da Cúpula das Américas realizada no fim de semana passado em Trinidad e Tobago.

Segundo o líder cubano, nessa reunião "se percebia uma estratégia arrumada para exaltar as posições mais afins aos interesses dos EUA e mais opostas às políticas partidárias das mudanças sociais, à unidade e à soberania dos povos".

Fidel também falou sobre a polêmica levantada pelo presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, que afirmou que, na Cúpula das Américas, houve censura e que alguns governantes foram vítimas de maus-tratos.

"Perguntei e ele me contou que seis dirigentes de alto nível tiveram que esperar na pista (de Port of Spain): Lula; (Stephen) Harper, do Canadá; (Michelle) Bachelet, do Chile; Evo (Morales), da Bolívia; (Felipe) Calderón, do México e ele (Ortega), que era o sexto", conta Fidel.

"O Motivo? Os organizadores, em um ato de adulação, decidiram isso para receber o presidente dos Estados Unidos. Daniel permaneceu as 3 horas dentro do avião da LACSA, ao ser retido no aeroporto sob sol radiante do Trópico". EFE