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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Netflix de livros oferece acervo com mil audiolivros em português


Netflix de livros oferece acervo com mil audiolivros em português


Lançada no início de outubro do ano passado, o Ubook é um serviço brasileiro de assinatura de audiolivros disponível para web, iOS e Android, que já conta com mais de 210 mil assinantes.

Assim como no Netflix, o Ubook oferece o streaming do seu conteúdo diretamente para o dispositivo do usuário. Além disso, o serviço também permite que o usuário faça o download dos audiolivros no seu aparelho, para poder ouvir mesmo quando estiver sem conexão com a internet.

sábado, 29 de junho de 2013

Como fazer um amplificador para iphone com uma revista


Como fazer um amplificador para iphone com uma revista

Como fazer um amplificador para iphone com uma revista ( Foto: Divulgação)

Se você tem um iphone irá adorar aprender a fazer um amplificador com uma revista!

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Morre Steve Jobs - Fundador da Apple

05/10/2011 20h40 - Atualizado em 05/10/2011 22h24

Morre Steve Jobs, fundador da Apple
Criador da Apple impôs visão de simplicidade no mercado da tecnologia.


Steve Jobs, fundador da Apple, morre aos 56 anos nos Estados Unidos (Foto: Moshe Brakha/AP)

Morreu nesta quarta-feira (5) aos 56 anos o empresário Steven Paul Jobs, criador da Apple, maior empresa de capital aberto do mundo, do estúdio de animação Pixar e pai de produtos como o Macintosh, o iPod, o iPhone e o iPad.
Idolatrado pelos consumidores de seus produtos e por boa parte dos funcionários da empresa que fundou em uma garagem no Vale do Silício, na Califórnia, e ajudou a transformar na maior companhia de capital aberto do mundo em valor de mercado, Jobs foi um dos maiores defensores da popularização da tecnologia. Acreditava que computadores e gadgets deveriam ser fáceis o suficiente para ser operados por qualquer pessoa, como gostava de repetir em um de seus bordões prediletos, que era "simplesmente funciona" (em inglês, "it just works"). O impacto desta visão foi além de sua companhia e ajudou a puxar a evolução de produtos como o Windows, da Microsoft.

A luta de Jobs contra o câncer desde 2004 o deixou fisicamente debilitado nos anos de maior sucesso comercial da Apple, que escapou da falência no final da década de 90 para se transformar na maior empresa de tecnologia do planeta. Desde então, passou por um transplante de fígado e viu seu obituário publicado acidentalmente em veículos importantes como a Bloomberg. Há 42 dias, deixou o comando da empresa.
Foi obrigado a lidar com a morte, que temia, como a maioria dos americanos de sua geração, desde os dias de outubro de 1962 que marcaram o ápice da crise dos mísseis cubanos. "Fiquei sem dormir por três ou quatro noites porque temia que se eu fosse dormir não iria acordar", contou, em 1995, ao museu de história oral do Instituto Smithsonian.
"Ninguém quer morrer", disse, posteriormente, em discurso a formandos da universidade de Stanford em junho de 2005, um feito curioso para um homem que jamais obteve um diploma universitário. "Mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá. E, por outro lado, a morte é um destino do qual todos nós compartilhamos. Ninguém escapa. É a forma como deve ser, porque a morte é provavelmente a melhor invenção da vida. É o agente da vida. Limpa o velho para dar espaço ao novo."
Homem-zeitgeist
A melhor invenção da vida, nas palavras do zen-budista Jobs, deixa a indústria da tecnologia órfã de seu "homem-zeitgeist", ou seja, o empresário que talvez melhor tenha capturado a essência de seu tempo. Jobs apostou na música digital armazenada em memória flash quando o mercado ainda debatia se não seria mais interessante proteger os CDs para fugir da pirataria.



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segunda-feira, 24 de maio de 2010

Universidade do Japão substitui lista de presença por iPhone

28/05/09 - 12h30 - Atualizado em 28/05/09 - 12h30

Universidade do Japão substitui lista de presença por iPhone
Para controlar frequência, instituição dá o aparelho para alunos.
Projeto está sendo testado em universidade na cidade de Sagamihara.


Foto: Divulgação iPhone, da Apple, ganhou aplicativo para controlar frequencia dos alunos no Japão. (Foto: Divulgação) Uma universidade japonesa está distribuindo iPhones para estudantes de graça, mas com uma condição: o aparelho será usado para monitorar a frequência dos alunos nas aulas.

O projeto, que está sendo testado antes do lançamento oficial em junho, envolve 550 alunos do primeiro e segundo anos e alguns funcionários de um departamento da Aoyama Gakuin University, na cidade de Sagamihara.

A instituição de ensino pretende, com os iPhones, criar uma rede de informação móvel entre estudantes e professores, além de utilizá-los para checar o comparecimento às aulas.

Assim que os alunos entrarem em sala, em vez de escreverem o nome em uma folha, eles simplesmente digitam um número de identificação e um número de classe específico em uma aplicação criada para o iPhone.

Para evitar que os estudantes façam isso em casa ou fora da sala de aula, o aplicativo utiliza dados de localização por satélite e verifica por qual roteador o aluno fez o registro no aparelho. "Não queremos usar isso simplesmente para checar a frequência. Nossa esperança é utilizar o aparelho para desenvolver uma sala de aula onde estudantes e professores possam discutir vários tópicos", disse o professor Yasuhiro Iijima à Reuters.

Autoridades da universidade insistem que o projeto não pretende infringir a privacidade dos estudantes ou rastreá-los. Muitos alunos que estão testando o sistema disseram estar felizes com a iniciativa.

Quando o sistema estiver totalmente implementado no próximo mês, a universidade também espera fornecer vídeos das aulas para ajudar estudantes que não puderam comparecer à classe ou que simplesmente não conseguirem lembrar o conteúdo.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Apple proíbe aplicativo do iPhone que usa imagem de Jesus Cristo

13/05/09 - 09h05 - Atualizado em 13/05/09 - 09h05

Apple proíbe aplicativo do iPhone que usa imagem de Jesus Cristo
Novidade nem chegou a entrar na loja virtual iTunes.
Recentemente, Apple tirou do ar ferramenta para chacoalhar bebê virtual.


A Apple decidiu censurar um aplicativo para seu telefone celular multimídia, o iPhone, no qual o usuário poderia usar sua própria foto em uma montagem com figuras religiosas, como Jesus Cristo. Um vídeo publicado na web pelos desenvolvedores mostra como funciona a ferramenta.

O programa chamado Me So Holy foi vetado pelo fabricante por violar os termos do acordo de desenvolvimento de softwares, segundo o portal dos desenvolvedores. A novidade nem chegou a entrar na loja de aplicativos do iPhone.





Imagem do aplicativo, divulgada no site oficial dos desenvolvedores. (Foto: Reprodução )de acordo com o texto publicado no site dos desenvolvedores, a norma diz que programas desenvolvidos fora da Apple para os aparelhos da empresa não podem conter material "obsceno, pornográfico, ofensivo ou difamatório".

O dispositivo permitia ao usuário do iPhone escolher a imagem de uma pessoa associada a alguma religião e colocar seu rosto no lugar da original. Entre as opções de montagem, estava uma que simulava o corpo de Jesus Cristo.

Recentemente, a Apple deixou de oferecer na loja virtual iTunes um aplicativo para iPhone chamado “Baby shaker”, que propunha aos usuários chacoalhar um bebê virtual até ele parar de chorar – mesmo que, para isso, a criança morresse. A ferramenta havia sido aprovada pela Apple, que chegou a pedir desculpas pelo ocorrido.

sábado, 30 de maio de 2009

Apple bate recorde de 1 bilhão de DOWNLOADS

25/04/09 - 10h11 - Atualizado em 25/04/09 - 10h11

Apple bate recorde de 1 bilhão de downloads de aplicativos para iPhone
Programa que marcou o recorde foi baixado na noite de quinta-feira (23).
Connor Mulcahey, de 13 anos, receberá prêmio de US$ 10 mil no iTunes.

A Apple anunciou nesta sexta-feira (24) ter batido a marca de um bilhão de downloads de aplicativos para o iPhone no iTunes, sua loja on-line, nove meses após estes programas terem sido lançados.



Aplicativos oferecidos pela Apple dão novas funções ao celular multimídia iPhone. (Foto: Divulgação )

O recorde, segundo fontes da companhia, foi alcançada na noite de quinta-feira (23), e o aplicativo baixado que bateu a marca de um bilhão foi o Bump, um programa desenvolvido pela Bump Technologies que permite tramitar a informação dos contatos.

O programa foi baixado por Connor Mulcahey, um adolescente de 13 anos de Connecticut, que receberá como prêmio US$ 10 mil para gastar no iTunes, um reprodutor iPod Touch e um computador MacBook, entre outras coisas.

Novas funções
Os aplicativos para o iPhone, a maior parte gratuita ou custando menos que US$ 3, transformaram o telefone celular em um aparelho muito parecido com um computador portátil.

Na maioria, estes programas foram criados por programadores autônomos de fora da Apple que retêm 70% do lucro obtido com as vendas.

A lista dos aplicativos pagos mais comprados tem jogos como "Crash Bandicoot nitro kart 3D", em primeiro, ou "Enigmo", em terceiro.

Entre os aplicativos mais baixados está um para usar o Facebook no iPhone, o serviço Google Earth ou um curioso programa chamado Shazam, que "escuta" pelo microfone do telefone a música que toca no ambiente e dá o nome da canção e o autor em segundos.

Atualmente, o iTunes oferece 35 mil aplicativos diferentes, em 77 países.