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quinta-feira, 12 de janeiro de 2023

NASA descobre poços na Lua com temperaturas confortáveis para humanos

NASA descobre poços na Lua com temperaturas confortáveis para humanos

Locais mantém média de 17°C e seriam ideais para abrigar futuros colonos lunares.

terça-feira, 28 de dezembro de 2021

Bunker da Primeira Guerra Mundial é descoberto devido ao degelo

Bunker da Primeira Guerra Mundial é descoberto devido ao degelo

Pesquisadores dizem que o aquecimento global acelerou derretimento de gelo nos Alpes, trazendo à tona objetos usados por combatentes.

sexta-feira, 22 de outubro de 2021

sábado, 11 de setembro de 2021

Estudo aponta o melhor local para sobreviver ao colapso da civilização

Estudo aponta o melhor local para sobreviver ao colapso da civilização

Para os pesquisadores, a humanidade corre riscos reais de enfrentar uma grande catástrofe global.

domingo, 27 de junho de 2021

quarta-feira, 7 de março de 2018

O que fazer em caso de explosão nuclear ?


O que fazer em caso de explosão nuclear ?


Não é provável que o Brasil seja atacado por uma bomba atômica nos próximos dias, mas esse é o tipo de informação que é melhor se ter já que vivemos em uma era de constante terror por uma guerra nuclear.

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Caverna gigante na Lua poderá ser usada como abrigo humano


Caverna gigante na Lua poderá ser usada como abrigo humano


Local é capaz de proteger exploradores da radiação e da variação de temperatura!

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Sabia que tem bunkers que servem de lar para 1 milhão de pessoas na China


Sabia que tem bunkers que servem de lar para 1 milhão de pessoas na China


China, como todos sabem, está entre os países mais populosos do mundo, com um número de habitantes que passa de 1,3 bilhão de pessoas. Sua capital, Pequim, está entre as cidades com mais residentes no país, somando mais de 21,7 milhões no início de 2016, segundo algumas estimativas. Agora imagine as dificuldades de se disponibilizar moradia para essa quantidade absurda de gente!

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Você já pode comprar um apartamento resistente a ataques nucleares


Você já pode comprar um apartamento resistente a ataques nucleares


Unidades ficam nos EUA e custam uma pequena fortuna!

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Casa sustentável de papelão fica pronta em 24h e dura 100 anos


Casa sustentável de papelão fica pronta em 24h e dura 100 anos


Imagine uma casa sustentável feita de papelão, que é construída em tempo recorde (apenas 1 dia), pode ser transportada para qualquer lugar e tem uma durabilidade incrível de 100 anos. Pois é, este projeto existe!

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

A toca do dragão - Botânica


A TOCA DO DRAGÃO - Botânica


Segundo uma lenda árabe, um elefante e um dragão lutaram até a morte na ilha africana de Socotra, a sudeste do Iêmen, fazendo brotar lá uma árvore cuja seiva é vermelha como sangue. Mas a ciência sabe que foi a batalha pela sobrevivência que encheu o lugar de plantas exóticas como s sangue-de-dragão. Há 10 milhões de anos, Socotra não era uma ilha. Seus 3 600 quilômetros quadrados estavam colados na África e faziam parte da atual Somália. De lá pra cá o nível do mar subiu e ela ficou isolada no Oceano Índico. Enquanto rinocerontes acabaram com a vegetação costeira em terra firme, a flora da ilha sobreviveu às mudanças ambientais. As espécies mais resistentes ao clima semi-árido, com ventos de até 43 quilômetros por hora, transformaram Socotra em um dos maiores celeiros de espécies endêmicas - aquelas que só crescem em um lugar - em todo o mundo. São quase 300 plantas que só existem ali, segundo o relato dos botânicos escoceses Diccon Alexander e Anthony Miller, do Royal Botanic Garden de Edinburgo, publicado na revista inglesa New Scientist. Por isso a ilha está nos planos da ONU, para estudo do potencial econômico de sua biodiversidade.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Refugiados - Pessoas sem nação

REFUGIADOS - Pessoas sem nação



Cidade dos sem-país

O campo de Kakuma, no Quênia, foi construído em 1992 para abrigar provisoriamente os "garotos perdidos", crianças e adolescentes obrigados a deixar o Sudão. Virou permanente e cresceu - a população beira 100 mil pessoas. Uma cidade de tamanho médio habitada por gente que não tem para onde ir, mas também não pode trabalhar, plantar, nem criar gado.



Continente na contramão

Nas mãos da refugiada, o mapa da África central. Dos mais de 17 milhões de pessoas que procuram por refúgio no mundo inteiro, estão no continente cerca de 4,3 milhões - o correspondente a mais de 0,5% de todos os africanos. Além dos negros sudaneses - fugitivos da limpeza étnica promovida pelo governo árabe - Kakuma recebe refugiados de países como Somália, Etiópia e Uganda.



Com teto, sem futuro

Esta é a casa de Peter, um dos "garotos perdidos" que ainda vivem em Kakuma (ele não está na foto). Apesar de não contarem com luz elétrica ou água encanada, os moradores do campo geralmente têm mais confortos que os cidadãos quenianos que moram nos entornos. "O drama dessas pessoas é a falta de futuro", diz Marie Ange Bordas, autora destas fotos.



Estudo para nada

Mantidas por organizações não-governamentais, as escolas de Kakuma são freqüentadas por 70% a 80% das crianças do campo. Os alunos saem de lá alfabetizados em inglês e swahili, as línguas oficiais do Quênia. Mas o conhecimento tem pouco uso prático: os refugiados estão impedidos de voltar a suas pátrias, tampouco se integrar à sociedade queniana. E a realocação em outros países é coisa para muito poucos.



Retratos de uma refugiada

As imagens destas páginas fazem parte da exposição Deslocamentos, da fotógrafa e jornalista gaúcha Marie Ange Bordas. Além de Kakuma (Quênia), o projeto retrata o cotidiano de refugiados urbanos em Johannesburgo (África do Sul) e em Massy (França). Nos 3 lugares, visitados entre 2001 e 2004,Marie Ange se "infiltrou" nas comunidades - morou em suas casas, comeu de seu alimento. Ela afirma que a idéia surgiu a partir de reflexões sobre sua própria experiência: "Já morei em 7 países, então sei bem qual é a sensação de não pertencer a lugar nenhum".



Soldadinhos na lama
A guerra de brincadeira diverte os meninos. "Eles me disseram que reproduziam o que acontecia nas suas aldeias", diz Marie Ange. A situação dos adultos não é melhor: apenas 3 mil têm ocupação - o resto é proibido de trabalhar - em um lugar onde o lazer é quase inexistente. Uma das poucas diversões está nas videohouses, cabanas que exibem sessões de filmes de pancadaria no videocassete.