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quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Tomografia revela violento fim de gato mumificado no Egito há dois mil anos

Tomografia revela violento fim de gato mumificado no Egito há dois mil anos

Usando equipamentos de tomografia computadorizada, pesquisadores dissecaram digitalmente três animais mumificados no Egito. 

quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Polêmica conquista científica - China clona o primeiro gato

Polêmica conquista científica - China clona o primeiro gato


A clonagem de mamíferos é uma realidade desde que os cientistas criaram a ovelha Dolly, em 1996. E, neste ano, foi dado um passo muito importante para o desenvolvimento da técnica polêmica. Isso porque o primeiro gato foi clonado com sucesso na China.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

O pulo do gato - Física


O PULO DO GATO - Física


Você acha que o gato desta página está saltando do telhado de cá para o telhado de lá? Pura impressão. É o mesmo gato em dois telhados ao mesmo tempo. Impossível? Não para a Física Quântica. Ela acaba de provar que um átomo é capaz de estar em dois lugares na mesma fração de segundo.

quinta-feira, 14 de março de 2013

A Fera Sob a Pele de Um Gato - Natureza


A FERA SOB A PELE DE UM GATO - Natureza



Domesticado graças à sua habilidade como caçador, o gato é um dos mais independentes animais que convivem com o homem, conservando até hoje características de seus ancestrais selvagens.

domingo, 25 de novembro de 2012

Organizações dizem que Brasil desperdiça potencial de energia limpa



Organizações dizem que Brasil desperdiça potencial de energia limpa

Usinas eólicas instaladas no Rio Grande do Sul (Foto: Divulgação/ABEEólica)

Relatório de ONGs afirma que energias solar e eólica são subaproveitadas.
Texto aponta que sistema atual de geração de energia tem grandes perdas.

Relatório elaborado por organizações não governamentais, divulgado nesta segunda-feira (12), aponta que o Brasil não aproveita seu potencial de geração de energia solar e eólica devido à falta de infraestrutura.

De acordo com o documento “O setor elétrico brasileiro e a sustentabilidade no século 21: oportunidades e desafios”, produzido por especialistas da área ambiental e técnicos de ONGs como WWF, Greenpeace e Instituto Socioambiental (ISA), gargalos técnicos impedem o crescimento dessas modalidades consideradas limpas.

O texto diz que a falta de estrutura para transmissão e distribuição de energia eólica inviabiliza a instalação de mais torres pelo país. Segundo dados do Atlas Eólico Brasileiro, o país tem potencial para gerar 143 GW apenas com a força dos ventos, número que é 12 vezes maior que a capacidade instalada da futura usina hidrelétrica de Belo Monte, em construção no Rio Xingu, no Pará.

Outro entrave citado no documento está ligado à falta de mão-de-obra e de tecnologias para suprir o setor, o que inviabilizaria uma “arrancada” na expansão desta forma de geração de eletricidade. Sobre a energia solar, o relatório aponta que se fosse aproveitada a luz solar para consumo elétrico em menos de 3% da área urbanizada do Brasil, seria possível atender a 10% de toda a demanda atual de energia elétrica do país.

No entanto, projetos do governo que implantam placas solares em regiões distantes dos grandes centros consumidores torna inviável economicamente a construção de redes de transmissão. “Os maiores entraves ao aproveitamento e à expansão da energia solar no Brasil seguem sendo a falta de incentivos e políticas públicas que consolidem a indústria e o mercado”, informa o documento.

Desperdício e custo maior ao consumidor

O texto faz críticas à política brasileira de geração de energia por hidrelétricas e aponta possíveis prejuízos ao meio ambiente e a culturas indígenas devido a implantação de empreendimentos na Amazônia.

O relatório afirma também que o país tem registrado grandes perdas de quantidades de energia elétrica devido a problemas no sistema de transmissão elétrico. Baseado em dados Tribunal de Contas da União (TCU), o documento diz que em 2004 as perdas técnicas (causadas pelas peculiaridades do sistema) e comerciais (por exemplo, instalação de "gatos") de energia no país foram de 20,28% do total gerado.

O índice supera em muito os registrados em países vizinhos como Chile (5,6%) e Colômbia somadas (11,5%%) no mesmo período. Ainda segundo o relatório, tais perdas teriam causado um reajuste de ao menos 5% na tarifa ao consumidor. 

Energia solar é alternativa para obter eletricidade em meio a reserva ambiental. Distância de grandes centros consumidores inviabiliza instalação de redes transmissoras. 

Perda é inevitável, diz operador nacional

De acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a perda técnica é inevitável e está associada ao processo de transmissão. Segundo o órgão, o aquecimento dos cabos durante as transmissões provoca tais extravios, considerados naturais e com índices que se igualam a padrões mundiais.

Sobre as perdas comerciais, o ONS afirma que é um problema que deve ser resolvido pelas distribuidoras, já que seriam provocadas por vários fatores, entre eles, ligações clandestinas (conhecidas como gatos) em diversas cidades.

De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), entre 2007 e 2010 as perdas técnicas de energia no país atingiram índice de 7%. A Aneel não divulgou o percentual de perdas comerciais para o mesmo período.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Gato vira-lata supera favoritos e vence prêmio

25/05/09 - 08h00 - Atualizado em 25/05/09 - 08h00

Gato vira-lata supera favoritos e vence prêmio nos EUA
Cinco dias antes do prêmio, felino nem sequer tinha nome.
Chaplin superou os favoritos das raças persas e himalaias.




Foto: AP Catherine Anderson, da SPCA , segura o gato 'Chaplin'. (Foto: AP)O gato vira-lata "Chaplin" desbancou os favoritos e venceu um concurso que elegeu o melhor bicho de estimação, em Rochester, em New Hampshire (EUA), em uma premiação promovida por uma federação de criadores de gatos.

A eleição foi realizada no dia 16 de maio, mas, cinco dias antes do prêmio, o felino nem sequer tinha nome. Chaplin morou por dois anos na rua e ganhou um abrigo após ser resgatado pela SPCA, uma entidade de defesa dos animais.

Quando chegou ao abrigo em Stratham, o gato apresentava uma boa aparência, tanto que os funcionários acreditavam que ele poderia superar no concurso os felinos de raças, como os gatos persas e himalaias.

domingo, 14 de junho de 2009

Macacos, porcos e doninhas também eram pets na Idade Média

25/10/08 - 08h09 - Atualizado em 25/10/08 - 08h09

Macacos, porcos e doninhas também eram pets na Idade Média
Tradição de manter bichos em casa se espalhou nos séculos XVII e XVIII.
Esses animais eram, além de companhia, fonte de alimento e de dinheiro.



Foto: Ilustração mostra animais que eram tidos como pets na Idade Média. Na Idade Média, o valor dos animais e o tratamento dado a eles eram bem diferentes dos dos dias atuais. Mas o conceito de bicho de estimação já existia e era mais, digamos, abrangente que o de hoje.

Não era raro ver em uma casa medieval um macaco, uma doninha, uma ovelha ou um porco. Esses animais eram, além de companhia, fonte de alimento e de dinheiro, pois podiam ser trocados ou vendidos.

"Quando uma criança se comportava bem, ela geralmente ganhava uma ovelha de presente dos pais", explicou ao G1, por telefone, Barbara Hanawalt, especialista em história medieval e professora da Universidade Estadual de Ohio, nos Estados Unidos. Segundo ela, além dos cachorros, que eram muito comuns nas casas, as famílias mantinham esquilos, papagaios, ovelhas e macacos.

Os gatos não eram tidos como animais de estimação, mas sim de trabalho. Seu papel era espantar os ratos das redondezas das casas.

Os camponeses geralmente davam a comida que eles próprios comiam para os bichos, que ficavam dentro das casas, em locais reservados para eles. Uma prática comum era levar animais às igrejas.

Segundo a professora de literatura inglesa da Universidade da California e autora do recém-lançado "For the Love of Animals: The Rise of the Animal Protection Movement", Kathryn Shevelow, em entrevista ao G1 por e-mail, o costume de manter animais em casa se espalhou pela Europa entre os séculos XVII e XVIII. "Mas a aristocracia já mantinha uma longa tradição de animais de estimação, pois podia pagar."

Valor
Os animais eram muito valiosos na Idade Média. "Entre os camponeses, eles significavam um instrumento de trabalho, e entre as classes altas, um artigo de luxo", explica Hanawalt.

Segundo ela, hoje nós temos mais pets que nos servem de companhia do que na Idade Média e nós provavelmente damos mais características humanas aos animais. "Mas eles conheciam mais intimamente os animais, porque viviam mais com eles."


segunda-feira, 18 de maio de 2009

Gato pede esmola

17/03/09 - 20h00 - Atualizado em 17/03/09 - 20h00

Gato pede esmola com cartaz: 'preciso de dinheiro para comprar peixe'
Gato foi flagrado pedindo esmola em uma cidade da Belarus.
Proprietária do felino fica nas proximidades só observando.


Gato pede esmola em uma cidade da Belarus. Animal permanece no local com um cartaz, que diz: 'preciso de dinheiro para comprar peixe'. Felino não abandona seu lugar e protege o dinheiro apenas com o olhar. A proprietária do gato fica nas proximidades. (Foto:Divulgação)




Segundo o site 'englishrussia.com', a mulher disse que tinha salvo o gato, mas, como já contava com outros animais de estimação, não poderia alimentar todos eles. Por isso, ela decidiu levá-lo junto para pedir esmola na cidade. (Foto: Divulgação)