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segunda-feira, 17 de abril de 2017

RÁDIO GALENA - Era proibido possuir um rádio em casa


RÁDIO GALENA - Era proibido possuir um rádio em casa


O GALENA
O galena surgiu em 1906, quando um coronel do exército norte-americano, H. H. C. Dunwoody, patenteou o detector de cristal. Consistia num fragmento de galena (sulfeto de chumbo natural), que se ligava a uma antena por meio de um arame fino (bigode de gato).

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Brasileiro chega ao level 999 no Tibia


Brasileiro chega ao level 999 no Tibia


Na madrugada desta segunda-feira (01/07/2016), o brasileiro de nick “Kharsek” chegou ao level 999 em um dos MMORPG mais conhecidos da história, o Tibia.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Medicamento que pode apagar uma memória indesejada está próximo de ser criado


Medicamento que pode apagar uma memória indesejada está próximo de ser criado


Que tal deletar uma lembrança ruim, um trauma ou uma fobia? Este dia parece não estar tão distante assim. 

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Bike elétrica pode carregar mais de 20kg de bagagem com autonomia de 110 km


Bike elétrica pode carregar mais de 20kg de bagagem com autonomia de 110 km


Famosa por dar o primeiro passo em assuntos pertinentes à sustentabilidade e melhor aproveitamento de recursos vitais para a existência humana na Terra, a Alemanha já tem um histórico de popularização do uso de bicicletas num cenário onde os carros sempre tiveram espaço: grandes centros urbanos. 

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Pelo furo da agulha - Fotografia


PELO FURO DA AGULHA - Fotografia



Literalmente, pin hole significa furo de agulha. Na fotografia, é o nome da técnica que, no lugar de lentes, usa um único furo (de agulha, claro) para captar a imagem. O minúsculo orifício é capaz de registrar o mundo em imagens múltiplas, vivas e cheias de personalidade



Distorções à vista

Uma câmera pin hole é bem simples de fazer (veja na próxima página). O requisito básico é que ela seja completamente escura. Por isso, muita gente escolhe latas de alumínio como matéria-prima. Como a lata é curva, a projeção acaba ficando distorcida, como nas imagens desta página. Quanto mais curvo o papel fotográfico estiver, maior será a distorção da foto



Muitos olhares

Uma das máquinas usadas pelo grupo gaúcho Lata Mágica é uma caixa com 20 furos, dispostos em quatro linhas. Esta foto mostra o trajeto do fotógrafo pela rua Andradas, no centro de Porto Alegre. Cada furo projeta a imagem no pedaço de papel fotográfico atrás dele. A foto abaixo é coletiva. Cada um dos integrantes do grupo "clicou" uma das linhas de furos da caixa



Defeito ou efeito?

O tempo de exposição na técnica pin hole tem de ser bem longo. No mínimo 30 segundos são necessários para que a imagem seja impressa no papel. Assim, se a pessoa ou o objeto que está sendo fotogrado se mexe, a foto capta o movimento. O resultado é uma imagem "fantasmagórica". Os apaixonados por pin hole acreditam que nenhuma outra técnica é capaz de captar a realidade tão bem. Para eles, a pin hole fotografa não só coisas e pessoas, mas o momento



Obras do acaso

Nada é muito previsível na fotografia pin hole. Primeiro porque a câmera não tem um visor para que o fotógrafo observe a imagem previamente. Além disso, como o tempo de exposição é longo, nunca se sabe o que pode acontecer durante o "clique". Nesta foto, a câmera, sem querer, foi apontada rapidamente em direção ao céu e um raio de sol - o risco no meio da foto - acabou sendo captado pelo furo de agulha



Também em cores

As máquinas pin hole não precisam usar só papel fotográfico. É possível utilizar filme e fazer fotos coloridas. A técnica é bem parecida, mas o tempo de exposição usando filme deve ser bem menor, já que ele é bem mais sensível à luz do que o papel



Igual à sua

Uma foto pin hole pode ficar idêntica às convencionais. Para isso, apóie a máquina em um lugar bem firme, para que a imagem não fique tremida, e escolha um objeto imóvel. O tempo de exposição deve variar de acordo com a quantidade de luz. Trinta segundos são o mínimo quando há bastante sol (entre 10 e 16h)



Câmeras customizadas
A máquina usada para essa foto foi construída com uma caixa de papel. Na hora de fazer o furo da caixa (aquele feito com o prego, nas máquinas à base de lata), o fotógrafo optou por rasgar um pedaço. A intervenção na própria máquina determina, mais tarde, qual vai ser o formato da imagem



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terça-feira, 21 de dezembro de 2010

A Ciência do trivial

A CIÊNCIA DO TRIVIAL

Como a maioria das pessoas, você pisca cerca de 15 vezes por minuto, o que dá uma média de 15 mil vezes por dia. Considerando que uma piscadela dura por volta detrês décimos, dedicamos uma hora e 15 minutos por dia ao pisca-pisca. E, quanto maisnos concentramos, menos piscamos. Quer saber por quê? Respostas no capítulo "Penso, Logo Pisco" de A Ciência na Vida Cotidiana. O livro explica alguns fenômenos do dia-a-dia. Até mesmo a espuma branca do café fumegante ganha novo interesse após "Visões e Sons em uma Xícara de Café". E, para continuar o assunto saboroso, o autor dedicou um capítulo às abelhas operárias que morrem não de velhice, mas por causa da distância percorrida durante a fabricação do mel. As pobres campeiras têm quilometragem limite. Gasta a milhagem, fim da vida - não importa se a distância foi percorrida em cinco ou 15 dias. Outras questões fundamentais analisadas: numa tempestade, é melhor correr ou andar para não ficar encharcado? Por que algumas pessoas produzem urina com odor diferente quando comem aspargos? Depois dessa, até o tedioso ato de bocejar se torna fascinante.

A CIÊNCIA NA VIDA COTIDIANA

Jay Ingram
Ediouro, 238 págs. R$ 34,90