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segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Traição ajudou evolução da espécie humana, defende pesquisadora


Traição ajudou evolução da espécie humana, defende pesquisadora


Foi a traição um elemento indispensável para a propagação da espécie humana no planeta? É isso que indica uma pesquisa recente de arqueólogos da Universidade de Yorque, no Reino Unido.  

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Por que somos a única espécie humana viva ?


Por que somos a única espécie humana viva ?


Quando nossa espécie surgiu, há 200 mil anos, muitas outras espécie de hominídeos semelhantes habitavam o planeta e algumas, inclusive, há milhões de anos. E por que hoje, tão pouco tempo relativo depois, somos a única espécie humana viva? Existem várias hipóteses para essa pergunta, mas nenhum apresenta uma resposta certa e unanimemente aceita. 

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Aranha 'extinta há 100 anos' é flagrada no Reino Unido


Aranha 'extinta há 100 anos' é flagrada no Reino Unido

Últimos registros de espécie datavam de 1898 e 1912; descoberta foi feita por voluntários durante levantamento de borboletas (Foto: BBC)

Uma espécie de aranha considerada extinta há 100 anos foi flagrada no Reino Unido.
Segundo a entidade de preservação RSPB, a Hypsosinga heri já havia sido removida da lista de espécies britânicas.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Pesquisadores encontram fóssil de espécie humana ainda desconhecida


Pesquisadores encontram fóssil de espécie humana ainda desconhecida


Um antigo fóssil humano descoberto no fundo do mar, perto de Taiwan, revela a existência de um grupo primitivo dos seres humanos, potencialmente uma espécie desconhecida, que viveu na Ásia, apontam pesquisadores. O achado sugere que várias linhagens de humanos extintos podem ter coexistido na Ásia antes da chegada dos humanos modernos na região, há 40.000 anos. O estudo completo foi publicado esta semana na revista Nature Communications.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Arqueólogos descobrem câncer em um esqueleto de 3 mil anos


Arqueólogos descobrem câncer em um esqueleto de 3 mil anos


Lesões identificadas nos ossos são evidências da doença que permitem que os especialistas estudem mais a fundo a evolução do câncer em povos antigos

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Testando a evolução humana em laboratório

Testando a evolução humana em laboratório


A identificação de características celulares e moleculares que diferem os humanos de outros primatas é algo essencial para o entendimento básico da evolução da nossa própria espécie. Com as melhorias da tecnologia de sequenciamento de DNA, descobrimos que somos muito parecidos geneticamente com nossos primos evolutivos, incluindo os chimpanzés, os bonobos e os gorilas. Por outro lado, análises anatômicas e comportamentais mostram o quanto diferentes somos dos outros primatas.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Assim os animais dizem "te amo"

ASSIM OS ANIMAIS DIZEM "TE AMO"



Animais costumam misturar ternura e agressividade em seu relacionamento amoroso. É a sábia natureza que os faz assim, para garantir que as espécies se reproduzam e sobrevivam. E os obriga a estranhos rituais, marcados por lutas de vida e morte, fantásticos truques de sedução, cuidados com as crias.

O amor e o ódio se tocam. O primeiro pode, inesperadamente, transformar-se no segundo. E vice-versa. No reino animal, esta máxima toma a força de quase uma lei. Quem já teve a oportunidade de presenciar os jogos amorosos de um casal de rinocerontes, por exemplo, percebeu isto: machos e fêmeas dão encontrões violentos, vezes e vezes seguidas, como se estivessem fazendo a guerra e não o amor. Mas quando livres de sua agressividade tudo se transforma,
Tal como entre os humano, entre os bichos também não é fácil a vida de um macho conquistador. Dele se espera que seja corajoso, fisicamente forte e dono de uma extraordinária imaginação. Pois quase sempre precisará passar por provas complicadas, sendo obrigado a cantar de forma especial ou a exibir plumagens elegantes, perfumes sedutores, praticar gestos que em qualquer outra situação pareceriam ridículos.
Mais comum é ele precisar enfrentar batalhas de vida ou morte com os machos interessados na mesma namorada, ou então com a própria eleita do seu coração. Veja-se o que acontece com o tigre, por exemplo. Para chegar ao acasalamento, o macho precisa de uma grande paciência para acalmar a fêmea, que rosna, negaceia, dá-lhe patadas. Uma vez consumada a fecundação, ele precisará fugir rapidamente, pois a companheira terá uma invencível vontade de matá-lo. E, ainda assim, se o nosso herói for persistente, acabará por estabelecer com essa parceira uma relação duradoura, capaz de produzir muitos outros tigrezinhos no futuro -- e outras tantas ameaças de assassínio.
Um romance entre aranhas pode ter final parecido se o macho, em geral menor e mais fraco, não tomasse o cuidado de se apresentar à sua eleita com um presente galante -- um petisco qualquer para saciar seu apetite. Rãs, ao contrário, são mais românticas e sexualmente liberadas. Ao macho, basta manifestar seu desejo coaxando de uma maneira especial: se a resposta vier no mesmo tom, tudo bem. Ele precisará então arranjar um companheiro, pois os encontros amorosos da espécie são sempre festivos, coloridos e coletivos.
Mas o traço mais característico e comum do amor entre os animais é a agressividade. Que não é gratuita nem questão de temperamento, mas tem uma profunda significação. Ela se destina tanto a proteger um território onde apenas um macho deve reinar soberano, como a selecionar os mais fortes da espécie, para que apenas eles produzam filhotes igualmente fortes; ou, finalmente, a proteger as crias, que jamais podem se confundir com as crias de outro casal. Leões e leoas são assim. Bravos e mal-humorados com estranhos, fazem tudo para defender seu território e suas crias.
Essa agressividade, portanto, é indispensável para garantir a sobrevivência das espécies. Mas, se sofrem algum tipo de controle, podem levar também ao caos e ao extermínio. Por isso mesmo a natureza costuma dotar os animais de bloqueios, para evitar que sua disposição para a luta não ultrapasse os limites da conveniência. E é surpreendente verificar como as formas de vida das diferentes espécies está relacionada com a agressividade dos seus membros. Se machos e fêmeas são pacíficos, formarão colônias; se só o macho é agressivo, formarão haréns; se ambos são agressivos, formarão um par capaz de manter uma longa união monogâmica.


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