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segunda-feira, 29 de agosto de 2022

A incrível cidade subterrânea descoberta quando um homem derrubou a parede do porão

A incrível cidade subterrânea descoberta quando um homem derrubou a parede do porão

Ao reformar a casa, ele encontrou uma vasta rede de túneis, com residências, capelas e escolas.

sábado, 17 de outubro de 2020

Viagem no tempo - Veja como era há 600 milhões de anos o lugar onde você mora

 Viagem no tempo - Veja como era há 600 milhões de anos o lugar onde você mora

O engenheiro Ian Webster e o paleontólogo Christopher Scotese criaram um mapa interativo que nos permite ver a evolução do planeta ao longo das diferentes eras geológicas. 

quinta-feira, 9 de maio de 2019

Arquiteto constrói micro casa de três andares que cabe numa vaga de estacionamento.

Arquiteto constrói micro casa de três andares que cabe numa vaga de estacionamento.

Crédito da imagem: Jenni Gaestgivar/Iltalehti

Um dos grandes problemas da atual sociedade é a superpopulação conciliada com a falta de espaço nos grandes centros urbanos. Isso somado a poluição e o consumo de energia não-renovável, vem exigindo cada vez mais esforços e urgência para suas soluções.

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Sabia que tem bunkers que servem de lar para 1 milhão de pessoas na China


Sabia que tem bunkers que servem de lar para 1 milhão de pessoas na China


China, como todos sabem, está entre os países mais populosos do mundo, com um número de habitantes que passa de 1,3 bilhão de pessoas. Sua capital, Pequim, está entre as cidades com mais residentes no país, somando mais de 21,7 milhões no início de 2016, segundo algumas estimativas. Agora imagine as dificuldades de se disponibilizar moradia para essa quantidade absurda de gente!

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Morar no Espaço - Tecnologia


MORAR NO ESPAÇO - Tecnologia



A estação Alpha, próxima
etapa da exploração sideral,
ficará em órbita da Terra como um laboratório permanentemente habitado a
460 quilômetros de altitude, a partir de 2002.
Veja como ela vai ser construída, peça por peça

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

A casa do espaço - Astronomia


A CASA DO ESPAÇO - Astronomia


Um sofisticado laboratório em são José dos Campos, SP, é responsável pelo vôo, este mês, do SCD1, o primeiro satélite construído e testado no Brasil.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

A realidade das famílias que vivem em apartamentos minúsculos em Hong Kong


A realidade das famílias que vivem em apartamentos minúsculos em Hong Kong


Confira uma galeria de imagens que mostra como os mais pobres vivem em meio a uma das cidades mais ricas do mundo

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Mania de grandeza - Cidades


MANIA DE GRANDEZA - Cidades



Se você esperava viver numa pacata vila do interior nos próximos anos, terá de mudar de planeta. O futuro das cidades é megalomaníaco. Em 2015, deverá ficar pronta a primeira cidade inteligente da Índia, a Royal Garden City, futura moradia de 500 000 empresários, trabalhadores de alta tecnologia e novos-ricos em geral. O projeto do bilionário Manoj Benjamin, um indiano criado no Canadá, está fazendo surgir do nada uma metrópole inteiramente conectada à internet, com 35 000 residências, três distritos - financeiro, industrial e de lazer -, restaurantes, shopping center e escolas. Os 9 bilhões de dólares que estão sendo investidos nessa obra faraônica deverão criar a primeira cidade inteiramente auto-sustentável do mundo. Benjamin confia tanto no sucesso do empreendimento que já tem no papel outras três cidades iguaizinhas.

Caso o bilionário indiano tenha razão, estará confirmando a tendência de um mundo cada vez mais urbano e digital. Nos últimos três séculos, a população nos grandes centros urbanos não parou de crescer. Se em 1700 menos de 10% da população mundial vivia em cidades, hoje a proporção é de 50%. A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que, em 2015, o número de megacidades no mundo com mais de 10 milhões de habitantes vai aumentar das atuais 19 para 23. Nos próximos dez anos, 600 cidades terão mais de 1 milhão de habitantes, 400 delas situadas abaixo do Trópico de Câncer. Pelas estatísticas, o futuro está mais para a aglomeração caótica do filme Blade Runner (Ridley Scott, 1982) do que para o alegre cotidiano tecnológico dos Jetsons.

No seu livro E-topia: A Vida Urbana, Mas Não como a Conhecemos (Editora Senac, 2002), William J. Mitchell, professor de arquitetura e planejamento do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), propõe uma das mais badaladas e controversas teorias do início do século 21. Segundo Mitchell, num mundo interconectado digitalmente, as cidades serão auto-sustentáveis não só economicamente, mas também social e culturalmente. Eis o padrão das cidades do futuro imaginadas por ele: casas que unem moradia e trabalho, construídas em vizinhanças ricas em relacionamentos pessoais e comunitários, complementadas por pontos de encontro eletrônicos (fóruns e salas de bate-papo) e um eficiente sistema descentralizado de produção, venda e distribuição de mercadorias. Nas e-topias imaginadas por Mitchell, as pessoas ficam mais tempo em casa, porque não precisam sair para trabalhar, graças às novas tecnologias de comunicação. Tudo pode ser feito pela internet ou resolvido rapidamente nas redondezas, 24 horas por dia. Basta caminhar alguns quarteirões para usufruir restaurantes, cafeterias, lavanderias, escolas e ginásios de esportes. Assim, os automóveis permanecem estacionados nas garagens, aliviando os congestionamentos nas ruas. Diversos prédios - bancos, supermercados, livrarias - poderão ser "desmaterializados", pois o serviço vai chegar até a casa do cliente.

No entanto, se depender das previsões do relatório Delphi, um estudo de futurologia científica patrocinado pelo governo alemão, a cidade sonhada por Mitchell demorará mais uma geração para sair do papel. O teletrabalho, o trabalho feito à distância, é um dos pilares das e-topias, mas os empregados remotos não serão maioria antes de 2024, estimam os 1 800 especialistas em ciência e tecnologia consultados pelo relatório Delphi. Uma minoria privilegiada, até 2012, conseguirá trabalhar em casa dois dias por semana. Nos outros três, terá de continuar batendo o ponto na empresa.



PÉ NA ESTRADA

Para sobreviverem, as megacidades do futuro serão obrigatoriamente auto-sustentáveis, com processos eficientes de reciclagem de lixo e conservação da água. Até 2023, a energia solar para uso doméstico, comercial e industrial ficará quatro vezes mais barata do que no início deste século. E vá se acostumando com a idéia de usar o ônibus ou o metrô. Mesmo que os automóveis do futuro sejam menos poluentes e mais econômicos do que os veículos atuais - como planejam as montadoras -, as prefeituras vão dificultar cada vez mais o acesso dos carros particulares ao centro da cidade, como já ocorre em Londres. Em troca, os cidadãos poderão viajar para qualquer direção usando um transporte público limpo, seguro e pontual. Ou mesmo ir a pé, como propõe a organização não-governamental I Walk to School, que nasceu na Inglaterra, há dez anos, com a idéia de incentivar pais e filhos a irem a pé para a escola.

A arquitetura da cidade do futuro promete ser mais amigável aos seus moradores, segundo os especialistas do relatório Delphi. Até 2014, o planejamento e a construção de casas e edifícios com facilidades para crianças e idosos renderão impostos e taxas públicas mais camaradas. Nos próximos 15 anos, os deficientes visuais também ganharão maior autonomia, graças a sensores instalados nas calçadas e nos corredores de prédios, exclusivamente para guiá-los e orientá-los. Outra boa notícia do relatório é que não corremos o risco de viver em gigantescas torres residenciais de 3 000 metros de altura, dividindo espaço com outros 50 000 moradores, como previam os livros de ficção científica do século 20. A tendência vale inclusive para as megacidades de 20 milhões de habitantes. Antes de 2025, pelo menos, as reuniões de condomínio não precisarão ser marcadas no estádio do Maracanã. Algumas coisas permanecerão iguais, segundo as previsões do relatório Delphi. As instituições de segurança, como polícia e prisões, por exemplo, ainda serão responsabilidade do Estado.
Metrópoles superpovoadas, mas comunitárias. Interligadas, mas desestressadas. A bola de cristal de otimistas e pessimistas pode até falhar. Mas ninguém nega que, dominante ou não, a tecnologia é a única parceira inseparável das cidades do futuro.


Tendências




- MEGACIDADES

Nos próximos anos, as megacidades serão a fonte de renda e moradia da maioria da população mundial.



- CONCENTRAÇÃO

Em 2015, haverá no mundo 23 cidades com mais de 10 milhões de habitantes. E 600 cidades terão mais de 1 milhão de habitantes.



- AUTONOMIA

Para sobreviverem, as megacidades serão obrigatoriamente auto-sustentáveis, com processos eficientes de reciclagem de lixo e conservação da água.



- VIDA SOCIAL

Num mundo interconectado digitalmente, as cidades poderão ser auto-sustentáveis não só economicamente, mas também social e culturalmente.



- LAR, DOCE LAR
Graças às novas tecnologias, as pessoas poderão passar mais tempo em casa. Mas a maioria ainda terá de sair para trabalhar.


Mau humor




Meus cinco leitores não devem mais suportar meu mau humor congênito. Mas o que posso fazer, se a cidade está mesmo um caos e ninguém faz nada? Lembro-me de meu avô falando dos monstruosos engarrafamentos de sua juventude, com literalmente milhões de automóveis tentando ir de um lado a outro da cidade. E eram movidos a petróleo, que na época já era raro, quase tanto quanto a água hoje em dia. Aliás, vocês viram o preço da água?

Pois é... O sr. Ministro não garantiu que não haveria reajuste até dezembro? Ora, mas estou divagando.

Meu avô viveu num mundo bizarro, e eu deveria agradecer a Deus por não ter que ficar horas enfiado dentro de uma lata velha todos os dias. Mas o que dizer do congestionamento da internet nos últimos anos? O governo, as agências reguladoras, os provedores, todos garantem que o problema são os hackers. Pois sim! Ninguém investe em infra-estrutura porque é muito caro, e a culpa é dos hackers. E agora vem a prefeitura falar em rodízio de internet. Antes ainda do tempo do meu avô alguém teve a idéia de fazer um rodízio de automóveis para resolver o problema do trânsito. Adiantou nada. Imagino a beleza que será se esse projeto de rodízio for aprovado agora.

Nesse meio tempo, enquanto nossas autoridades não pensam numa solução, ninguém consegue trabalhar. Estou agora mesmo na redação do jornal escrevendo esta crônica, porque não haveria jeito de enviá-la de casa. Sinto-me um homem das cavernas, precisando sair de casa para trabalhar. Mas há outra maneira? Com tantos hackers (pois sim!) por aí, o jeito é pegar o trem-bala - o nome só pode ser piada, mas já falei nisso semana passada - e vir para a redação, onde não há sequer um bebedouro. Tudo bem, eu sei que o prédio é feito para máquinas, não para seres humanos. Mas custava ter só um bebedourozinho? Custava nada! E olha a água aí de novo. Vocês desculpem essa minha obsessão, mas não consigo aceitar isso. Então o Brasil é o maior fornecedor de água para o mundo, determina os preços, manda e desmanda, e o povo mal tem o direito de matar sua sede? Como pode? Foi assim na Era do Petróleo também: os países do Oriente Médio detinham as maiores reservas, enriqueciam a não mais poder, e o povo continuava na pindaíba de sempre. A história se repete, não tem jeito.

Lembro-me de quando eu era criança: pensava que em 2100 todos andaríamos por aí em ônibus voadores e teríamos robôs para fazer de tudo. Três anos depois de 2100, porém, tenho que me contentar com uma rede que não funciona e com a falta d’água. Quem é que consegue manter o bom humor nessas condições, meus amigos? Quem?


Marco Aurélio dos Santos é co-autor do livro Balde de Gelo (Editora Gênese, 2004) e autor das sátiras bíblicas do blog Jesus, me chicoteia! (www.jesusmechicoteia.com.br)

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quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Onde você vai morar em 2015 ???

ONDE VOCÊ VAI MORAR EM 2015 ???



A palavra que resume a casa do futuro é "conectividade". Com ela, todos os equipamentos estarão interligados, prontos para reagir ao que se passa à volta para simplificar a sua vida. Um controle central comandará as funções de climatização, segurança, comunicação, entretenimento e consumo de energia.



Água

Nos dias de chuva, a casa recolhe a água para aproveitá-la na piscina e para regar as plantas



Porta

Ela se abre com a leitura da íris, por comando de voz de pessoas autorizadas ou mesmo remotamente, pelo celular



Sala

As poltronas reconhecem as preferências dos moradores e reclinam segundo o gosto de cada um. A TV é multifuncional: pode ser usada como computador, videofone, som, vídeo e central de controle doméstico



Quarto

As camas têm sensores que acendem a luz quando o morados se levanta à noite. O colchão se adapta à formas do corpo. Enquanto a pessoa dorme, um sistema monitora pressão sangüinea, ritmo cardíaco, glicemia, triglicérides e colesterol



Energia

Placas solares absorvem o calor externo e mantêm estável o dia todo a temperatura na casa e nas torneiras



Segurança

Cercas de sensores infravermelhos avisam sobre invasões. As luzes da fachada da casa e do quintal se acendem automaticamente quando escurece



Banheiro

O vaso sanitário faz o acompanhamento do peso de cada pessoa, realiza coletas de urina e envia os dados dos exames ao médico pela internet. O espelho também funciona como tela e pode exibir programas de TV, além de permitir acesso à internet



Cozinha

A geladeira controla os alimentos armazenados. Quando acaba algum produto, ela faz a compra via internet em lojas previamente cadastradas



Paredes

Para acender a luz, basta tocar na parede



Escritório

Como a casa toda possui acesso à internet, é possível trabalhar em qualquer ambiente



Servidor de rede
Todos os equipamentos e informações da casa são controlados por um computador central. Ele armazena dados sobre os moradores da casa e age de acordo com as preferências de cada um.


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