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segunda-feira, 22 de setembro de 2025

Nasa seleciona 10 novos candidatos a astronauta para futuras missões na Estação Espacial, na Lua e em Marte

Nasa seleciona 10 novos candidatos a astronauta para futuras missões na Estação Espacial, na Lua e em Marte

Processo teve mais de 8 mil inscritos; grupo passará quase dois anos em treinamento antes de estar apto a ir ao espaço.

sábado, 28 de maio de 2022

Como são tratadas as emergências médicas dos astronautas na Estação Espacial Internacional

Como são tratadas as emergências médicas dos astronautas na Estação Espacial Internacional 

Tratar ferimentos e outros problemas de saúde no espaço pode ser um grande problema.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2021

O último Soviético - A saga do cosmonauta que foi abandonado no espaço

O último Soviético - A saga do cosmonauta que foi abandonado no espaço

Serguei Krikalev estava na Estação Espacial Mir quando seu país de origem deixou de existir.

sábado, 4 de dezembro de 2021

O que aconteceria com o corpo de um astronauta que morresse no espaço

O que aconteceria com o corpo de um astronauta que morresse no espaço

Com a popularização de missões espaciais e a possibilidade de colônias fora da Terra, pesquisadores estão preocupados com o assunto.

sábado, 24 de julho de 2021

Aviadora de 82 anos será a pessoa mais velha a ir ao espaço

 Aviadora de 82 anos será a pessoa mais velha a ir ao espaço

Wally Funk deve entrar para a história ao participar de missão espacial da empresa Blue Origin.

quarta-feira, 5 de agosto de 2020

A trágica história de Robert Henry Lawrence Jr., o primeiro astronauta negro

A trágica história de Robert Henry Lawrence Jr., o primeiro astronauta negro


Em 1935, nascia em Chicago o primeiro astronauta afro-americano: Robert Henry Lawrence Jr. 

sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Autoridades investigam astronauta que pode ter cometido primeiro crime espacial

Autoridades investigam astronauta que pode ter cometido primeiro crime espacial


O New York Times informou que as autoridades dos Estados Unidos investigam o que pode ter sido o primeiro crime cometido no espaço. 

terça-feira, 14 de agosto de 2018

Sonho adiado - NASA diz que ainda não é possível colonizar Marte


Sonho adiado - NASA diz que ainda não é possível colonizar Marte


Um novo estudo patrocinado pela NASA e publicado recentemente na revista Nature Astronomy adia o velho sonho humano de colonizar a superfície de Marte. 

sexta-feira, 9 de junho de 2017

O que explica as quedas dos astronautas na Lua ?


O que explica as quedas dos astronautas na Lua ?


Gravidade lunar impedia o corpo de se orientar corretamente. Entenda o porquê. 

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

NASA contrata astronautas - saiba quais são as exigências


NASA contrata astronautas - saiba quais são as exigências


Pela primeira vez desde 2011, a NASA abriu um processo seletivo público para seu programa de astronautas. As inscrições vão até 18 de fevereiro de 2016. O anuncio oficial das vagas pode ser visto aqui, mas infelizmente apenas cidadãos dos Estados Unidos podem se inscrever.

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Novo material da NASA se 'auto-repara' dois segundos após levar um tiro


Novo material da NASA se 'auto-repara' dois segundos após levar um tiro


A agência espacial norte-americana (NASA) em parceria com a Universidade de Michigan desenvolveu um novo material capaz de se reintegrar apenas 2 segundos após ter sido atravessado por uma bala.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Morar no Espaço - Tecnologia


MORAR NO ESPAÇO - Tecnologia



A estação Alpha, próxima
etapa da exploração sideral,
ficará em órbita da Terra como um laboratório permanentemente habitado a
460 quilômetros de altitude, a partir de 2002.
Veja como ela vai ser construída, peça por peça

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Uma Casa em Órbita - Espaço


UMA CASA EM ÓRBITA - Espaço



Daqui a seis anos começará a surgir a Freedom, a maior estação espacial já planejada pelo homem. Ela será o lar de oito astronautas e servirá para experiências em microorganismos.

Após um dia de intenso trabalho, um bom jantar, uma conversa com a família, uma partida de xadrez e o sono merecido. No dia seguinte, exercícios para manter a forma, uma ducha revigorante, café da manhã reforçado e tudo recomeça. A rotina, típica dos nossos dias, não teria nada de excepcional se não fosse vivida por uma equipe de oito astronautas afastados do cotidiano terrestre durante bons seis meses. Para esses homens e mulheres, atividades corriqueiras, como tomar banho ou se alimentar, não serão o que se pode chamar tarefas banais. O capítulo banho, por exemplo, pode se arrastar por mais de uma hora, enquanto a acomodação confortável no vaso sanitário, entre cintos de segurança e prendedores de pé, não será algo instantâneo como na velha Terra - e lá se irão outros preciosos minutos.
Problemas aparentemente menores como esses fazem parte da infindável pauta dos engenheiros da agência espacial americana NASA, que há algum tempo estudam maneiras de tornar a vida no espaço um pouco mais parecida com a que segue por aqui, apesar da quase total ausência de gravidade. Ultimamente, tais estudos se tornaram ainda mais urgentes porque os Estados Unidos, os países da Comunidade Econômica Européia
(menos a Inglaterra), além do Japão e do Canadá, concentram esforços no que é considerado hoje um dos mais ousados e por isso mesmo polêmicos projetos da conquista espacial: a estação orbital Freedom (liberdade, em inglês), a última grande incursão tripulada ao espaço deste século. Trata-se de um hotel-laboratório permanente de 110 metros de comprimento, ou um campo de futebol, que aqueles países pretendem montar a cerca de 400 mil metros da Terra. 
Se o projeto levantar vôo financeiramente - o que depende sobretudo do Congresso americano, do qual se espera o sinal verde para 15 dos 23 bilhões de dólares que se supõe necessários ao empreendimento -, no final de 1995 um ônibus espacial sairá de Cábo Canaveral, na Flórida, carregado com 18 toneladas de material de construção. A carga será abandonada durante algumas semanas em órbita até que outra nave leve os astronautas ao serviço. Presos apenas por cabos, começarão em pleno espaço a montar a estação. Esse processo se repetirá ao longo de dois anos. Se o calendário for cumprido conforme os planos atuais, em 1998, vinte vôos depois, a Freedom estará pronta para receber os primeiros inquilinos.
A experiência não é inédita. A começar de 1973, a União Soviética lançou sete estações Salyut (saudação, em russo), precursoras da atual Mir (paz), que com seus 40 metros de comprimento fica bem atrás em termos de tamanho e capacidade de acomodação do custoso projeto ocidental.    Embora pequena, a Mir abrigou até três cosmonautas em missões de longa duração. No ano passado, os cosmonautas Vladimir Titov e Musa Manarov permaneceram a bordo o tempo recorde de 366 dias, 19 horas e 30 minutos. Os americanos também já tiveram uma experiência com estação orbital: o laboratório Skylab, onde, em 1973, três astronautas passaram 84 dias. Em 1979, seis anos e quatro versões depois, uma pane no sistema de correção de órbita fez com que o último Skylab se espatifasse na atmosfera. Anunciada em 1984 pelo então presidente Ronald Reagan, a Freedom deve continuar com mais recursos o trabalho de sua antecessora. Para os defensores do projeto nos Estados Unidos, ela é a base em que se assenta o futuro do programa espacial americano.
Para os críticos, não passa de uma extravagância: experiências a bordo dos ônibus espaciais - cujos lançamentos custam cerca de 50 milhões de dólares - ou mesmo numa estação mais modesta, segundo esses críticos, produziriam resultados iguais. Pode ser. Mas a diferença é que em nenhuma dessas naves oito astronautas poderiam viver quase normalmente. "A Freedom é uma excelente oportunidade para preparar o homem para longas viagens espaciais", justifica o físico John Bartoe, coordenador científico do projeto, ouvido por SI.
A estação é uma grande arcabouço horizontal de tubos ultraleves de fibra de carbono e epóxi. Nas duas pontas serão instalados painéis solares contendo cada um 250 mil células fotovoltaicas. Calcula-se que a estação levará 91 minutos para dar uma volta completa em torno da Terra. Durante os 54 minutos em que estiver voltada para o Sol em cada giro, poderá captar 75 mil watts de energia, suficientes para abastecer com folga os quatro módulos pressurizados - um de habitação e três laboratórios - no centro dessa torre espacial. A parte habitável terá paredes duplas de alumínio para amenizar o possível impacto do lixo à solta no espaço - restos de foguetes e satélites deixados em órbita.
Além de construir todo o arcabouço de estação, a NASA está encarregada de projetar o módulo habitacional e um dos laboratórios, de forma cilíndrica e medindo 13 metros de comprimento. De seu lado, a Agência Espacial Européia (ESA) pretende fazer um laboratório acoplado, além de um terceiro, que nem sequer precisará da estação para funcionar. Será uma nave solitária, mantida a cerca de 50 quilômetros da Freedom e usada para experiências científicas, que não poderiam ser realizadas a bordo por causa das interferências no ambiente produzidas pela presença dos astronautas. A cada seis meses, a tripulação de plantão da Freedom trará o módulo-laboratório para a estação, trocará seus experimentos por outros para em seguida liberá-lo por mais seis meses de vôo orbital independente.
Já a contribuição japonesa ao projeto será mais modesta: um laboratório de 10 metros, um pouco menor do que as versões americana e européia. Todo o conjunto será servido por um braço mecânico - contribuição do Canadá para a estação -, quase um  robô móvel capaz de operar equipamentos, manipular ferramentas e consertar instrumentos. É com esse braço - e com mais outro a ser construído pelos americanos para tarefas mais delicadas - que os astronautas pretendem montar a estação no espaço.
Imaginada com tanta antecedência, essa configuração por certo não é definitiva. "Pelo menos mais cinco módulos poderão ser acrescentados no futuro", anuncia Bartoe, da NASA. Europeus, japoneses e americanos também querem construir mais cinco satélites. Estes, ao contrário da Freedom - em órbita equatorial -, devem girar em volta dos pólos. O módulo habitacional com cerca de 13 metros de comprimento será o coração da Freedom. Parecido com o carro-leito de um trem, terá um corredor comprido cercado por todos os lados - literalmente, porque na ausência de gravidade não existe chão nem teto - por armários, cabines, bancadas de trabalho, painéis de controle e pelo menos uma grande janela com direito a uma paisagem para ninguém botar defeito: o planeta Terra. Os astronautas da Skylab que passaram 84 dias no Cosmo eram ex-pilotos de testes acostumados com espaços apertados e imunes à claustrofobia. Mesmo assim, houve ocasiões em que eles se sentiram "como se estivéssemos enterrados vivos num caixão", nas palavras do astronauta Gerald Carr. 
A fim de contornar esse problema. a NASA pretende fazer tudo para transformar a estação num lugar bom para viver e trabalhar - e nesse sentido ela proporcionará lições valiosas para futuras viagens a outros planetas. "A Freedom não deve refletir apenas a habilidade da tripulação em sobreviver em condições adversas", lembra a psicóloga da NASA Ivonne Clearwater. Mesmo porque, refletindo os novos tempos que se anunciam para a conquista espacial, ela não só terá uma população heterogênea, em termos das aptidões de cada um, o que já acontece nos ônibus espaciais, mas também de várias nacionalidades, moda que começou nas estações soviéticas. "A Freedom terá provavelmente astronautas da Europa e do Japão", disse a SI em Paris o engenheiro francês Patrick Eymar, da empresa Aerospatiale, encarregada da construção da parte  européia da Freedom.
Mantido o esquema atual, cada astronauta terá seu próprio quarto - se é que assim se pode chamar a área um pouco maior que uma cabine telefônica. Mas, como chão, paredes e teto poderão ser usados indistintamente, segundo os engenheiros, ninguém terá a sensação de sardinha em lata tão conhecida das gerações anteriores de viajantes espaciais. Cada quarto terá um saco de dormir preso à parede, pois a ausência de gravidade dispensa cama tradicional. Gavetas e armários estarão ao alcance da mão, bem como o terminal de vídeo, mediante o qual os astronautas poderão se comunicar com a Terra e programar suas atividades diárias. "Não se descarta a possibilidade de enviar mulheres ou mesmo casais para a estação". informa o americano Bartoe. Neste último caso, as paredes entre dois quartos individuais seriam retiradas. Mas cada astronauta terá o seu saco de dormir individual. Para ajudar a tripulação a reproduzir a sensação de pés na Terra, os módulos terão o que supostamente seria o chão pintado de uma cor mais escura do que o suposto teto.
A rotina diária dos oito astronautas deverá ser igual à do cotidiano terrestre: oito horas de trabalho, oito de lazer e oito de sono. Durante as horas reservadas à pesquisa, os cientistas poderão estudar temas tão díspares como a formação de cristais de proteína, dinâmica de materiais e a fisiologia de plantas, animais e deles próprios em condições extraterrestres. "Programar o lazer dos astronautas também é importante", frisa o engenheiro Max Grimard, chefe do chamado Programa de Infra-estrutura Orbital da Aerospatiale. A tripulação poderá ouvir música, assistir a um vídeo ou conversar com a família no centro de controle da NASA em Houston, Texas.
Como os cosmonautas soviéticos na Mir (SI n.º 11, ano 2), os futuros moradores da Freedom terão de  adaptar o organismo às condições do Cosmo. Viver na ausência de gravidade pode trazer conseqüências desagradáveis para a saúde. Os músculos, por exemplo, quase não são utilizados e acabam perdendo a rigidez - daí a preocupação com a ginástica corretiva. Além de usar roupas especiais com elásticos que exercem pressão sobre os músculos, os astronautas poderão recorrer a aparelhos clássicos para quem quer, ou precisa, manter a forma: uma esteira rolante, obviamente com cintos que prendem os pés ao tapete, e a bicicleta ergonométrica, também munida de presilhas. Os astronautas também serão submetidos a eletrocardiogramas diários, pois, devido à microgravidade, a atividade cardíaca é menor.
A cada três meses, a tripulação receberá a visita de um ônibus espacial encarregado de levar alimentos, água, roupas e cartas de casa. "Uma das nossas maiores preocupações é diminuir ao máximo a carga transportável", diz o francês Grimard. Por isso, os técnicos estudam maneiras de purificar cada gota de água e cada molécula de oxigênio a bordo. O dióxido de carbono (CO2 ) eliminado na respiração será recuperado para a obtenção de oxigênio. A água - inclusive da urina - será reaproveitada na higiene das roupas, pratos e nos banhos. Ela só não servirá para beber. "Do ponto de vista psicológico não se pode exigir de um astronauta que passe seis meses bebendo urina reciclada", brinca Patrick Eymar.
Já a comida não deverá ser produzida a bordo. Cardápios completos serão enviados na forma desidratada ou congelada. A cozinha de bordo terá dois fornos de microondas e um freezer-geladeira, além de uma máquina de lavar pratos, naturalmente. Esses eletrodomésticos são um luxo para astronautas acostumados à comida padrão dos ônibus espaciais. Mesmo assim, preparar um delicioso filé com fritas a bordo da Freedom não será uma tarefa fácil: como sempre, qualquer alimento deve estar bem encaixado no prato para não flutuar pela nave, obrigando o faminto astronauta a uma indesejável brincadeira de pega-pega.
"Tomar banho na estação também será uma operação complicada e desagradável", reconhece o francês Eymar. A água flutuando livremente é um aborrecimento, além de prejudicar os experimentos de bordo. Assim, cada astronauta deverá sugar com uma espécie de aspirador até a última gota que sobrou dentro do boxe, antes de abri-lo. Da mesma forma, o que os engenheiros chamam polidamente waste management system (sistema de administração de dejetos), ou, em bom português, privada, será dotado de um aspirador para evitar que os tais dejetos flutuem livremente pela estação. A propósito, o cosmonauta soviético Georgy Grechko conta que em 1985, quando esteve na Salyut 7, viu, flutuando no espaço, sacos de fezes jogados da nave.
Nos próximos anos - se for efetivamente dada a largada para a construção da Freedom -, cientistas de  universidades e grandes empresas estarão começando a planejar a utilização da estação. Segundo o físico Bartoe, da NASA, o tempo a bordo será controlado da mesma forma como os institutos astronômicos dividem o tempo de uso de seus telescópios. Só que, nesse caso, não para ver estrelas, mas para conseguir remédios, plantas e materiais melhores. Mas o grande sonho dos participantes do programa é fazer da Freedom um local para reabastecer e prestar serviços a satélites, além de trampolim para foguetes que se dirijam a lugares ainda mais distantes - a Lua ou o planeta Marte.

Liberdade e Paz

As diferenças entre a estação americana e a soviética      
FREEDOM    
Comprimento     110 metros                  
espaço interno    448 metros cúbicos            
área útil             166 metros quadrados            
peso                 320 toneladas                        
consumo de 
energia               75 quilowatts                        

 MIR    
Comprimento   40 metros    
espaço interno  125 metros cúbicos 
área útil            52 metros quadrados
peso                  50 toneladas 
consumo de 
energia            16 quilowatts


Dos pólos ao espaço

A experiência de passar seis meses no espaço dentro de uma estação parecida com um vagão de trem faz parte do original tema de estudo de uma pesquisadora brasileira, a socióloga Lúcia Regina Marcondes D´Elia, há oito meses em Paris a convite do Centro de Estudos Árticos, para analisar o comportamento dos ocupantes das bases francesas na região polar norte. Suas conclusões e mais o relato da duas viagens que fez à Antártida, em 1984 e 1985, serão levadas à NASA para ajudar a agência a elaborar métodos de treinamento dos astronautas da Freedom.
"Astronautas, pesquisadores polares, tripulações de submarinos e operários de plataformas marítimas de petróleo têm muita coisa em comum", identifica a socióloga. "Todos estão confinados em espaços limitados que, por serem inóspitos, podem oferecer perigo. Por isso, eles são obrigados a aprender um conceito de vida em comunidade, onde de cada um depende a sobrevivência de todos." Ela explica que em geral tais profissionais são extremamente individualistas, o que complica a adaptação.
Além de observar o comportamento alheio, Lúcia Regina aplicou na Antártida e no Ártico testes cronobiológicos para avaliar a influência do ambiente sobre os períodos de vigília e sono, além de testes de níveis de percepção, afetados ali pela falta de estímulo, como cores e formas. Mas, para ela, um dos melhores materiais de pesquisa está no reaproveitamento do espaço pelos seus habitantes. "Por mais que se queira projetar um quarto racional e esteticamente perfeito, ele sempre será rearrumado por seu ocupante", comenta. "Um objeto pessoal aqui, uma foto acolá dão ao lugar mais insólito uma aparência de casa normal."


domingo, 26 de agosto de 2012

Morre Neil Armstrong, primeiro homem na Lua

25/08/2012 16h15 - Atualizado em 25/08/2012 20h34 

Morre Neil Armstrong, primeiro homem na Lua
Armstrong passou por uma cirurgia de coração em 7 de agosto. Americano comandou a Apollo 11 e pisou na Lua em 20 de julho de 1969.


O primeiro homem a pisar na Lua, Neil Armstrong, morreu aos 82 anos nos Estados Unidos neste sábado (25), informou a família do astronauta em nota à imprensa.
"Estamos de coração partido ao dividir a notícia de que Neil Armstrong faleceu após complicações ligadas a procedimentos cardiovasculares", diz a nota. "Neil foi um marido, pai, avó, irmão e amigo amoroso."
Em 7 de agosto, ele passou por uma cirurgia de emergência no coração, após médicos encontrarem quatro entupimentos em suas artérias,  e desde então estava se recuperando no hospital em Cincinnati, onde morava com a esposa.
No Twitter, a Nasa ofereceu "seus sentimentos pela morte de Neil Armstrong, ex-piloto de testes, astronauta e primeiro homem na Lua."

FONTE:
http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/08/morre-neil-armstrong-primeiro-homem-pisar-na-lua-dizem-agencias.html

http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/08/primeiro-homem-na-lua-passa-por-cirurgia-de-emergencia-no-coracao.html


terça-feira, 13 de julho de 2010

Japão estuda enviar robô e astronauta à Lua

06/03/09 - 09h39 - Atualizado em 06/03/09 - 10h15

Japão estuda enviar robô e astronauta à Lua a partir de 2020
País tem medo de ficar para trás perto de outras nações asiáticas.
Estudos também envolvem uso militar do espaço.

O Japão está estudando enviar à Lua um robô em 2020 e um astronauta até 2030, de acordo com um relatório do governo divulgado na sexta-feira, em meio a temores de que o país seja deixado para trás na corrida espacial asiática. O plano surgiu depois da primeira caminhada espacial chinesa e do lançamento pela Índia de sua primeira missão não-tripulada à Lua, no ano passado. Funcionários do governo chinês disseram que a China planeja enviar astronautas à Lua no futuro, ainda que um cronograma não tenha sido anunciado até agora.

O robô e o astronauta japoneses estudariam a Lua para determinar se seus recursos podem ser usados, afirmou o relatório. Uma comissão de desenvolvimento espacial também discutiu na sexta-feira a possibilidade de que o Japão dê início a um programa próprio de voos espaciais tripulados, segundo um funcionário do governo. "Alguns especialistas estão preocupados com a possibilidade de que, a não ser que exista um programa independente, o Japão seja deixado para trás em termos de desenvolvimento espacial", disse um funcionário do Strategic Headquarters for Space Policy (SHSP), que opera sob a autoridade do gabinete japonês.

"Se projetos de desenvolvimento espacial em larga escala, como sondas lunares ou um sistema de energia solar espacial, forem conduzidos, teremos de ter não apenas robôs mas pessoas lá. A tecnologia dos programas espaciais tripulados certamente se tornará a fundação nesses casos", disse ele.

O programa espacial japonês estava desmantelado no final dos anos de 1990 e começo dos 2000, devido a lançamentos mal-sucedidos de foguetes, mas o país lançou com sucesso sua primeira missão de exploração lunar em 2007. União Soviética, Estados Unidos e China são os únicos países que colocaram pessoas no espaço em seus próprios foguetes.

Em meio a preocupações sobre a corrida espacial na região e sobre as capacidades nucleares e de mísseis da Coréia do Norte, o Japão introduziu uma nova lei espacial no ano passado que permite o uso militar do espaço, pondo fim a décadas de pacifismo.