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sábado, 21 de outubro de 2017

Os Bruzundangas - Parte 4 de 4 - Lima Barreto


Os Bruzundangas - Parte 4 de 4 - Lima Barreto

Os Bruzundangas - Lima Barreto


Em seguida, convenceu o Mandachuva que o país devia ser conhecido na Europa por
meio de uma imensa comissão de propaganda e de anúncios nos jornais, cartazes nas ruas,
berreiros de camelots, letreiros luminosos, nas esquinas e em outros lugares públicos.


Os Bruzundangas - Parte 3 de 4 - Lima Barreto


Os Bruzundangas - Parte 3 de 4 - Lima Barreto

Os Bruzundangas - Lima Barreto



À vista do seu exemplo, nenhum ministro quis ficar atrás. Todos porfiaram nos
gastos. Anos depois, os deficits aumentavam, os impostos aumentavam, os preços de todos os
gêneros aumentavam; mas a gente do país não deu pela origem da crise, tanto assim que,
quando Pancome morreu, lhe fez a maior apoteose que lá se há visto. Os heróis e o povo
da República dos Estados Unidos da Bruzundanga, são assim, caros senhores.


Os Bruzundangas - Parte 2 de 4 - Lima Barreto


Os Bruzundangas - Parte 2 de 4 - Lima Barreto

Os Bruzundangas - Lima Barreto


Já lhes contei aqui como o doutor Felixhimino Ben Karpatoso, tido como grande 
financista naquele país, se saiu quando se tratou de resolver, grandes dificuldades financeiras da nação. 

Os Bruzundangas - Parte 1 de 4 - Lima Barreto


Os Bruzundangas - Parte 1 de 4 - Lima Barreto

Os Bruzundangas - Lima Barreto


Pode-se dizer que um escritor duplamente injustiçado no Brasil é Lima Barreto. Isso porque, na sua época, ser pobre e mulato, além de escrever com linguagem mais próxima do homem comum, foram elementos que o impediram de ter o reconhecimento merecido por sua obra (vale destacar que seu nome foi negado duas vezes para a Academia Brasileira de Letras); já no nosso tempo, temos o cruel fator vestibular, que muitas vezes relega excelentes autores a uma mera lista de características a serem memorizadas, retirando todo o brilho de seus escritos. Pois o objetivo deste texto é justamente reabilitar um pouco de Lima Barreto para o público, mostrando a graça e a atualidade de sua escrita. Os Bruzundangas, compilada e publicada postumamente em 1923.