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quinta-feira, 4 de julho de 2019

Casa autossustentável na Austrália produz sua própria energia, água e comida

Casa autossustentável na Austrália produz sua própria energia, água e comida


Construir uma casa autossustentável pode envolver um investimento inicial mais alto, mas geralmente vale a pena a longo prazo, graças à redução das contas de energia e água.

domingo, 26 de maio de 2019

SpaceX lança primeiros satélites para rede que vai prover internet do espaço

SpaceX lança primeiros satélites para rede que vai prover internet do espaço

Falcon 9 da SpaceX é lançado com 60 satélites em Cabo Canaveral, na Flórida,
 na quinta (23/05/2019) — Foto: Malcolm Denemark/AP

Um foguete Falcon 9 da empresa decolou de Cabo Canaveral, na Flórida, com 60 satélites. Empresa tem Elon Musk, da Tesla, em seu comando.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Energia renovável deverá dobrar em grandes economias até 2030


Energia renovável deverá dobrar em grandes economias até 2030


Razão são novos planos dos países para o setor e emissões de carbono.
Alta equivale à atual demanda por energia da Índia.

A oferta de energia renovável em oito grandes economias do mundo vai mais do que dobrar até 2030 devido a novos planos dos países para o setor e para as emissões de carbono, segundo o centro de estudos World Resources Institute (WRI).

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Top 10 caças mais caros do mundo


Top 10 caças mais caros do mundo


Nesta seleção estão os 10 caças mais caros do mundo em serviço atualmente. Esses caças no topo da lista, evidentemente, são os mais novos caças de quinta geração, cujo a tecnologia do radar não é barata. E em um ano, quem sabe, a seleção possa estar bastante diferente à medida que novos competidores se destacam em relação aos mais caros caças pelo mundo inteiro.

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Google criou sua própria montadora de carros, chamada Google Auto


Google criou sua própria montadora de carros, chamada Google Auto


O Google criou secretamente sua própria empresa fabricante de carros, chamada oficialmente de Google Auto LLC, de acordo com documentos obtidos pelo jornal britânico The Guardian.

No material, a Google Auto é descrita como a fabricante original dos 23 carros autônomos da empresa, incluindo os modelos que se envolveram nos acidentes recentes dos veículos do Google. A subsidiária foi criada em 2011, quando o Google substituiu os Toyota Prius autônomos por SUVs da Lexus.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Cientistas afirmam que a descoberta de vida extraterrestre está muito próxima


Cientistas afirmam que a descoberta de vida extraterrestre está muito próxima


ET, telefone, Terra! Nós podemos estar à beira de responder uma das perguntas essenciais da humanidade: há vida extraterrestre? Mais do que isso: há vida extraterrestre inteligente?

Segundo alguns cientistas do projeto The Search for Extraterrestrial Intelligence – SETI (A busca por inteligência extraterrestre, em português), os próximos anos prometem ser aqueles em que vamos finalmente resolver a questão. 

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

A Ciência de um provocador - Entrevista

A CIÊNCIA DE UM PROVOCADOR - Entrevista


O cientista americano provoca mutações nos genes que coordenam a formação do corpo nas moscas Drosophila. Com isso, ele vem decifrando o desenvolvimento dos embriões na evolução das espécie

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Laboratório de um País do futuro - Tecnologia


LABORATÓRIO DE UM PAÍS DO FUTURO - Tecnologia


O pólo tecnológico de São Carlos, no interior paulista, fruto da pesquisa de alta tecnologia produzida em suas duas universidades, é uma amostra de cidade brasileira do futuro.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Se você não vai à ESCOLA...

SE VOCÊ NÃO VAI À ESCOLA...



A Universidade de Athabasca, no Canadá, tem 30 000 alunos espalhados por 67 países. A maioria nunca pôs os pés no campus de Athabasca, uma pequena cidade com menos de 2 500 habitantes no oeste canadense. Os alunos podem se matricular num dos 45 cursos de graduação - ou mesmo numa só disciplina, entre as mais de 600 opções - em qualquer dia do ano. Eles estudam remotamente, com recursos on-line e material de apoio que recebem pelo correio. Podem estudar na hora que for mais conveniente, seguindo o ritmo de cada um. Se necessário, professores de plantão tiram as dúvidas por telefone ou e-mail. Criada há 35 anos pelo governo da província de Alberta, a universidade aceita interessados a partir dos 16 anos, mesmo os que ainda não terminaram o nível médio, contanto que apresentem, na avaliação dos professores, conhecimento e vontade para encarar as matérias de graduação.

Iniciativas como essa são elogiadas pelo professor americano Frederic Michael Litto, coordenador de pesquisa do projeto Escola do Futuro, da Universidade de São Paulo (USP). Para Litto, que há 40 anos se dedica ao estudo da educação à distância, a escola tradicional peca por inibir o aprendizado: "Não permite a evolução mesmo quando o aluno domina conceitos que ainda não foram assimilados pelos colegas. Por que alguém da graduação não pode cursar uma disciplina de pós-graduação?", questiona Litto. Ele prevê que, cada vez mais, o avanço do aluno será feito com base no desempenho individual, não mais na carga horária. "Um curso durará horas, dias ou semanas, não mais semestres ou anos." E os diplomas, segundo Litto, serão como passaportes - terão validade, requerendo novos cursos para revalidação em prazos como cinco anos.

Atualmente, crianças e adolescentes usam o computador como as gerações do século 20 recorriam às enciclopédias de papel. Nas próximas duas décadas, a tecnologia deverá promover maior intercâmbio entre escolas, estimular a formação de alunos autodidatas e independentes, criar canais de informação e currículos personalizados. Com o acesso cada vez mais fácil à internet, o estudante decidirá qual sistema adotar para a sua formação - presencial, à distância ou uma combinação de ambos -, além de poder interagir com professores e alunos de outros continentes em tempo real e montar seu próprio elenco de mestres, recorrendo a diversas instituições. Consultar documentos e livros em bibliotecas virtuais será comum, e a sala de aula deixará de ser o centro do conhecimento, assim como o professor terá de se conformar em não ser a autoridade do saber.

Nicholas Negroponte, professor de tecnologia de mídia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), é outro crítico do atual sistema de ensino - que compara à linha de montagem fordiana: "Alunos recebem instruções em série e seguem um currículo rígido por idade." Para Negroponte, a escola com grupos numerosos sentados diante de um professor é um centro de segregação por faixas etárias, e isso está ultrapassado. "Na maioria das escolas, só convivem com crianças mais novas ou mais velhas quem tem irmãos ou irmãs", diz. Os prejuízos não se restringem a ensinamentos que os maiores deixam de transmitir aos menores, mas também aos que os pequenos têm para passar aos grandes. Hoje há irmãos mais jovens ensinando informática aos mais velhos. "A integração das idades é uma das mudanças a se considerar para as próximas gerações", diz Negroponte.

Na escola do futuro, cientistas vislumbram salas interligadas com circuitos de telecomunicações e dotadas de computadores com tela de plasma conectados à rede para todos. Com isso, a classe terá acesso a programas culturais, documentários, imagens, bibliotecas virtuais, espetáculos e esportes. Móveis dispostos para trabalho em grupo, ausência de fios e presença de projetores de imagens e gráficos serão outras características. Outra novidade, já adotada por algumas escolas no Brasil, é a lousa interativa, que substitui o quadro-negro convencional, o giz e o apagador. Com o toque da mão, o professor pode captar arquivos e imagens de qualquer aplicativo disponível na rede ou na internet. Segundo a Scheiner, empresa que distribui lousas interativas no Brasil, essa tecnologia já está disponível em cerca de 150 000 salas de aula em todo o mundo.

A escrita à mão é uma atividade "do passado" que não deverá desaparecer, porque ajuda na coordenação motora. Isso significa que cadernos, lápis e canetas continuarão existindo. O que deve aparecer como novidade nas listas de material escolar são disquetes, CD-ROMs, e-books e e-paper (folha reaproveitável que recebe da rede cargas elétricas com informação, que pode ser apagada). Colecionar livros desatualizados e passá-los às próximas gerações será algo inaceitável, já que a reposição de conhecimento atualizado estará disponível na internet, às vezes de graça, às vezes paga. Estudar será viável 24 horas e de qualquer lugar.

Especialistas prevêem que, daqui a uma década, deverá haver uma explosão de cursos à distância, como os da Universidade de Athabasca, citada no início desta reportagem. Mas não pense que essa é uma novidade trazida pela internet. Faz muito tempo que as escolas dão um jeito de ir até onde estão seus alunos. Um exemplo é a americana Calvert School. Há mais de um século ela oferece ensino por correspondência para crianças sem endereço estável, como filhos de artistas e missionários.



Em alto-mar

E tem brasileiro que usa esse método para estudar até em alto-mar. É o caso de Katherine, 12 anos, caçula dos Schürmann, a primeira família brasileira a dar a volta ao mundo em um veleiro. Kat, como a menina é chamada, estuda nas viagens do clã com ajuda da mãe, Heloisa. Elas trabalham com os módulos didáticos enviados pela Calvert. Depois de a menina fazer as provas, as redações e os trabalhos, ela os manda para a central da escola, em Baltimore, nos Estados Unidos, para a correção. As dúvidas não esclarecidas pela mãe são enviadas à instituição via internet. "É legal, porque o que aprendo nos livros eu posso ver logo na prática", diz Kat, que cursa o equivalente à quarta série e é fluente em português, espanhol e inglês. "Quando a gente estava passando por Abrolhos e Fernando de Noronha, vi um monte de baleias, e a gente tinha acabado de estudá-las", conta a menina, que usa a internet também para trocar idéias com amigos pelo mundo.

Mas os benefícios da educação tecnológica não são unanimidade. Valdemar Setzer, professor titular do Departamento de Ciências da Computação da USP, por exemplo, não considera saudável a informatização das salas de aula do futuro, pelo menos para estudantes até 16 anos e sem o propósito do ensino da computação. "O uso dos computadores nas escolas é absolutamente supérfluo e prejudicial à formação da criança e dos jovens, porque provoca a aceleração indevida das capacidades intelectuais formais", diz Setzer, entusiasta da pedagogia Waldorf, método alemão que prioriza, no ensino fundamental, o aprendizado por meio das artes. "A escola do futuro precisa ser mais humana e menos tecnológica", diz Setzer. "Espero que os pais conscientes lutem para que, no futuro, haja alternativas para o ensino abstrato que produz cabeças ambulantes com pouco coração e nenhuma habilidade artesanal, artística e social."

Setzer também não vê com bons olhos um relacionamento virtual entre alunos e mestres. Ele acredita que ninguém aprende fora de um ambiente estruturado como a sala de aula. Já o americano Litto, da Escola do Futuro, pensa diferente. "Nas salas presenciais, o professor concentra as atenções, e os estudantes ficam sem falar com os colegas do lado. No ciberespaço, todos participam, opinam, perguntam, ensinam. O professor está ali para orientar. E os alunos colaboram mais com os colegas", diz Litto.
Ao mesmo tempo em que se discute a inevitável aplicação da tecnologia nas escolas, cientistas prevêem a massificação de novos recursos para um futuro nada distante. É o caso dos agentes inteligentes em forma de chips implantados no cérebro. Eles permitirão a aquisição de informação e conhecimento instantâneo. "É como no filme Matrix, no qual os personagens, na dúvida de como agir, solicitavam informações a um computador. Pode ter certeza de que não é ficção", afirma Litto. "Em cinco ou dez anos, estarão acontecendo em laboratório as primeiras experiências com esses agentes em seres vivos." E tem mais: no livro 2015: Como Viveremos, do jornalista Ethevaldo Siqueira, fala-se em aulas tridimensionais, com a presença projetada do professor ou de um palestrante. Qualquer usuário dessa tecnologia se fará presente virtualmente, interagindo com pessoas, lugares e coisas em qualquer lugar do mundo. É esperar para ver - talvez nem seja preciso esperar muito.


Tendências




- SOB MEDIDA

O ensino tende a ser mais individualizado. O aluno vai ser avaliado por seu desempenho, independentemente da carga horária. Um curso pode durar horas, dias ou semanas, não mais semestres ou anos.



- QUALQUER HORA

O aluno poderá estudar na hora mais conveniente, em qualquer lugar. Poderá consultar bibliotecas virtuais, interagir com estudantes de outros países e montar seu próprio elenco de professores.



- SALAS INTELIGENTES
As aulas presenciais ocorrerão em salas com recursos interativos e computadores conectados à rede para todos. Há quem preveja até mesmo a implantação de chips no cérebro para permitir a aquisição instantânea de informação.



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segunda-feira, 2 de maio de 2011

Google Ventures investe em tecnologia para poupar eletricidade

23/02/2011 17h46 - Atualizado em 23/02/2011 17h46

Google Ventures investe em tecnologia para poupar eletricidade

MOUNTAIN VIEW, Califórnia (Reuters) - A Google Ventures, unidade de capital de risco do Google, anunciou que investirá em uma tecnologia de conversão de energia que pode poupar eletricidade usada por uma série de produtos, de aparelhos eletrônicos a carros híbridos.

A Google Ventures, a Kleiner Perkins e outros investidores de capital de risco anunciaram uma rodada de aportes de 20 milhões de dólares de seus fundos para a Transphorm. A empresa evita perdas de energia que resultam da conversão da corrente alternada, fornecida nas tomadas, para corrente contínua, usada por computadores e aparelhos elétricos.

Cerca de 10 por cento da energia perdida nos Estados Unidos ocorre em conversões --em adaptadores ineficientes de laptops que causam aquecimento, por exemplo.

A tecnologia, que reduz as perdas em conversões em 90 por cento, conseguiria poupar toda a energia necessária para abastecer a Costa Oeste dos EUA se o país inteiro a adotar, segundo os executivos.

A Transphorm começará a lançar produtos ainda este ano, direcionados para o mercado de dados de computadores.

Ainda não há detalhes sobre qual foi a parcela aplicada por cada um dos investidores.


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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

A aventura no Cosmo - Exploração Espacial

A AVENTURA NO COSMO - Exploração Espacial



Viajar para cada vez mais longe. Essa tem sido uma das grandes obsessões da humanidade. E o céu, com sua aparência de mundo desconhecido e infinito, sempre estimulou nossa imaginação e nosso espírito de aventura. Desde que iniciou a exploração do espaço, o homem já pisou na Lua, enviou sondas para Marte, viveu em estações orbitais e instalou poderosos telescópios para observar o cosmo. Foram várias as conquistas, que nos permitiram conhecer um pouquinho mais sobre uma ínfima parte do Universo. Veja uma seleção dos 12 fatos mais marcantes registrados no último meio século.



1957

4 de outubro

A então União Soviética põe em órbita o primeiro satélite artificial, o Sputnik 1, tornando-se a primeira potência espacial



3 de novembro

A cadela Laika é o primeiro ser vivo enviado ao espaço, a bordo do Sputnik 2, da União Soviética. Ela morre alguns dias depois do lançamento



1958

1º de fevereiro

Os Estados Unidos entram na corrida espacial com o seu primeiro satélite artificial, o Explorer 1



1959

4 de outubro

O satélite soviético Luna 3 transmite as primeiras imagens da face oculta da Lua, jamais vista pela humanidade



1960

3 de novembro

A Nasa, criada em outubro de 1958, lança seu primeiro satélite, o Explorer 8. Começa a história da mais bem-sucedida agência espacial do mundo



1961

12 de abril

O soviético Yuri Gagárin torna-se o primeiro homem no espaço. A bordo da Vostok 1, ele dá uma volta na Terra em 1h48min



1963

16 de junho

A bordo da Vostok 6, a soviética Valentina Terechkova torna-se a primeira mulher no espaço



1969

21 de julho

Neil Armstrong torna-se o primeiro homem a pisar na Lua. A façanha da Apollo 11 é assistida, em todo o mundo, por 600 milhões de telespectadores



1981

12 de abril

A Nasa lança o primeiro vôo tripulado de um shuttle, nave capaz de ir ao espaço e retornar à Terra. É o ônibus espacial Columbia



1986

19 de fevereiro

Lançamento da estação espacial soviética de terceira geração MIR. Ela opera até março de 2001, tornando-se o projeto há mais tempo em órbita da Terra



1990

24 de abril

Lançamento do supertelescópio Hubble, levado ao espaço pelo ônibus espacial americano Discovery



2004

21 de junho
O foguete GoFast é o primeiro projeto amador a alcançar 100 quilômetros de altitude, fronteira da Terra com o espaço

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Verbas de Defesa vão beneficiar tecnologia e segurança na Web

08/05/09 - 15h22 - Atualizado em 08/05/09 - 15h25

Verbas de Defesa vão beneficiar tecnologia e segurança na Web

ATLANTA (Reuters) - À medida que o Departamento da Defesa dos Estados Unidos reformula sua capacidade militar e se equipa melhor para enfrentar operações de combate irregular, as empresas que se concentram na tecnologia de informação e em prevenir novas ameaças de segurança estarão bem posicionadas para se beneficiar.

O governo Obama esta semana solicitou ao Congresso 663,8 bilhões de dólares para o
Pentágono, que mudará de foco e passará a dedicar mais recursos a combater insurgentes do que a inimigos tradicionais.

O orçamento, que precisa de aprovação do Congresso, pode resultar no encerramento da
produção do F-22, o caça stealth da Lockheed Martin, do helicóptero presidencial VH-71 e do avião de carga militar C-17, da Boeing.

Mas também reforçaria as verbas de sistemas que coligem, monitoram e disseminam
informações, e ofereceria cobertura adicional do campo de batalha por veículos aéreos não tripulados. Também está prevista uma expansão de mais de 2,4 mil soldados no efetivos das forças de "operações especiais".

"As empresas que estão produzindo tecnologias que auxiliam os soldados no campo de batalha de maneira prática" devem se beneficiar, disse Brian Ruttenbur, analista de defesa da Morgan Keegan.

"Coisas que apresentam custos muito elevados e retornos questionáveis estão chegando ao fim", acrescentou.

Jim McAleese, um consultor de defesa, disse estar surpreso pela forte concentração da Casa Branca em cancelar cerca de 5 bilhões de dólares de verbas adicionais para armamentos em uma proposta de orçamento de guerra suplementar, quando está a ponto de apresentar um orçamento de 3,55 trilhões de dólares.

Dado o esforço para cortar programas de armas, alguns representantes do setor estão
começando a temer que "defesa talvez se torne um nome feio na Casa Branca".

Mas Alex Hamilton, diretor executivo sênior da Jesup & Lamont Securities, disse que a mudança de foco do governo Obama demonstra que as autoridades estão cada vez mais preocupadas com as operações de inteligência e a proteção de redes de computadores contra ameaças, e não com a produção de equipamentos militares mais tradicionais.