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terça-feira, 13 de julho de 2021

O maior vulcão do mundo pode entrar em erupção, alertam especialistas

O maior vulcão do mundo pode entrar em erupção, alertam especialistas

Segundo os estudos geodésicos mais recentes, o Mauna Loa apresenta sinais de uma possível erupção.

quarta-feira, 26 de maio de 2021

Erupção do Vesúvio - Tragédia causou 20 mil mortes em Pompeia e Herculano

Erupção do Vesúvio - Tragédia causou 20 mil mortes em Pompeia e Herculano

Desastre natural aconteceu em 79 d.C e dizimou duas cidades do Império Romano.

sábado, 25 de abril de 2020

5 dos vulcões mais perigosos do mundo que podem entrar em erupção a qualquer momento

5 dos vulcões mais perigosos do mundo que podem entrar em erupção a qualquer momento


Existe no mundo uma quantidade assombrosa de vulcões ativos que podem entrar em erupção a qualquer momento e sem aviso prévio. 

sexta-feira, 29 de novembro de 2019

A NASA quer controlar um supervulcão que pode acabar com a humanidade

A NASA quer controlar um supervulcão que pode acabar com a humanidade


Um supervulcão é um tipo de estrutura que possui uma câmara magmática mil vezes maior que a de um vulcão convencional e, portanto, quando entra em erupção, destrói tudo ao seu redor. 

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Terremotos - Raro Terremoto Duplo Causou Tsunami de 2009

Terremotos - Raro Terremoto Duplo Causou Tsunami de 2009


Devastação de ilhas do Pacífico foi causada por sismos de intensidade superior a 8 graus.

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Os 5 vulcões mais perigosos da América Latina


Os 5 vulcões mais perigosos da América Latina


Na América Latina, há muitos vulcões em atividade, cuja erupção poderia colocar em risco um enorme número de habitantes e provocar graves danos em bens materiais. Apresentamos os mais perigosos da região em função de seu potencial destrutivo.

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

A fotógrafa que se arrisca para fazer imagens dentro de vulcões ativos


A fotógrafa que se arrisca para fazer imagens dentro de vulcões ativos

Ulla Lohmann passou boa parte da última década explorando essas formações geológicas 
(Foto: BBC)

Alemã Ulla Lohmann passou a maior parte da última década registrando o interior desses locais perigosíssimos. No vídeo, ela descreve a experiência.

terça-feira, 19 de julho de 2016

NASA acha minério que pode reescrever o passado de Marte


NASA acha minério que pode reescrever o passado de Marte


Um mistério paira em Marte deste que o robô Curiosity descobriu um minério que pode mudar nossa compreensão sobre passado do Planeta Vermelho.

quinta-feira, 10 de março de 2016

Descoberto mítico rio inca que “ferve” suas vítimas


Descoberto mítico rio inca que “ferve” suas vítimas


Cientistas não conseguem explicar o fenômeno por meio do qual um rio da Amazônia peruana alcança temperaturas superiores aos 85°C, sem estar relacionado a origens magmáticas ou vulcânicas.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

1000 Léguas Subterrâneas - Geologia


1 000 LÉGUAS SUBTERRÂNEAS - Geologia


Descobrir o que existe dentro do planeta Terra é bem mais difícil do que explorar o espaço sideral. Lá embaixo a temperatura e a pressão são insuportáveis. Agora, os cientistas conseguiram fazer a viagem no único veículo capaz dessa façanha, o supercomputador.

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Os Senhores da Morte - Vulcões

OS SENHORES DA MORTE - Vulcões


Está praticamente provado: a maior extinção em massa de espécies na Terra, ocorrida há 250 milhões de anos, foi mesmo causada pelos vulcões da região da Sibéria. A descoberta reforça a idéia de que os vulcões foram os principais responsáveis por, pelo menos, três enormes desastres ecológicos. Entre esses, aquele que causou o desaparecimento dos dinossauros. A tese mais aceita, agora, é a de que os dinossauros sumiram em conseqüência da associação entre a queda de um meteoro e uma sucessão devastadora de erupções vulcânicas.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

A vida dentro da Cratera - Geografia


A VIDA DENTRO DA CRATERA - Geografia


Ngorongoro, a maior cratera vulcânica inativa do mundo, é uma amostra das savanas africanas, com lagos, arbustos, pântanos e milhares de animais selvagens.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Montanhas de fogo - Geologia

MONTANHAS DE FOGO  - Geologia


O poeta chileno Pablo Neruda (1904-1973) costumava dizer que os terremotos e vulcões, justamente por sua força trágica, indomável, tinham o dom de manter o espírito humano alerta e humilde diante da natureza. Somente um grande poeta poderia entrever essa virtude tortuosa, em fenômenos que causam tanto sofrimento. Mas é fácil admitir que ela existe quando se vêem as fotografias recentes das erupções, rios de lava e monumentais plumas de cinza vulcânica. São  manifestações de vitalidade do planeta, que os fotógrafos aprenderam a traduzir em imagens de impressionante realismo. 

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Vozes do Inferno - Geologia


VOZES DO INFERNO - Geologia


Chegou-se a pensar num surto de alta atividade subterrânea no planeta, tal a força de alguns desastres recentes. Mas eles são sinais normais de vitalidade da Terra.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

O Vulção que saiu do Mar - A Ilha de Trindade

O VULCÃO QUE SAIU DO MAR - A Ilha de Trindade



A 1 200 quilômetros do litoral brasileiro, a ilha de Trindade parece um mundo misterioso, onde ainda sobrevive uma fauna primitiva de estranhos costumes.

Na altura do litoral do Estado do Espírito Santo, existe uma monumental cordilheira formada por vulcões submarinos. Perpendicular à costa brasileira, ela se estende por mais de mil quilômetros ao longo dos paralelos de 20º e 21º em direção ao sudoeste da África. Os pontos culminantes da cordilheira estão submersos a poucas dezenas de metros da superfície. Entretanto, as bases dessas montanhas estão entre 3 e 4 mil metros de profundidade. Na extremidade oriental da cadeia, distantes 1.200 quilômetros do litoral de Vitória, surgem os únicos vestígios visíveis à superfície: os rochedos que formam o minúsculo arquipélago de Martim Vaz e a ilha de Trindade.
Trindade é a cumeeira de uma enorme construção vulcânica submersa. Seus picos escarpados de quase 600 metros, como as partes visíveis de um iceberg, representam apenas a décima parte da altura de uma gigantesca montanha submarina em forma de cone. A base de toda essa formação alcança um diâmetro de 50 quilômetros e repousa na escuridão abissal do  Atlântico sobre uma espessa camada de rocha.
Foram necessários milhares de anos para que todo aquele edifício submerso ficasse concluído. Imaginar a grandiosidade de uma Trindade pré-histórica parece impossível. A ilha é hoje um amontoado de escombros, uma sucessão de carcaças vulcânicas atoladas em sua própria desagregação. Há enorme quantidade de lavas derramadas através de antigos canais condutores, misturando os mais diversos materiais. É provável que a derradeira manifestação vulcânica em Trindade tenha se dado por volta de 5 mil anos atrás, e ocorreu na parte oriental da ilha, quando então se formou uma cratera com mais de 200 metros de raio, elevando-se outro tanto sobre o nível do mar.
Só restou de pé uma pequena parte do arco daquela cratera. Todo o resto desabou, criando com as ruínas uma acidentada plataforma de rochas pontiagudas, semi-encobertas pelo mar. A violência dos vagalhões que atingem essa região acabou por abrir uma enorme brecha, um túnel, que transpassou o imenso paredão de lava da antiga cratera e formou uma pequena praia no interior da ilha. Ondas com mais de 5 metros de altura formam-se dentro do túnel e se desfazem num leque de espuma no outro lado do paredão.
Quando terminou a longa fase de vulcanismo e o relevo da ilha ficou definitivamente modelado, Trindade passou a receber as primeiras pinceladas do mundo verde, que não tardaram a recobrir as rochas das encostas com extensos bosques tropicais. Aves marinhas, caranguejos e uma multidão de insetos desfrutam, há muito tempo, de um cenário descrito como paradisíaco por uma expedição inglesa que ali aportou no dia 15 de abril de 1700. A bordo do navio encontrava-se o matemático e astrônomo inglês Edmond Halley, notável por ter calculado a trajetória do cometa que ganhou seu nome e por sua influência no trabalho de seu contemporâneo Isaac Newton. Ele havia sido encarregado pelo governo inglês de realizar pesquisas e medições do magnetismo terrestre. Infelizmente, naquele mesmo dia, foram soltos os primeiros porcos e cabritos em Trindade - bichos que iriam devastar a vegetação da ilha.
Assim, desde o início do século XVIII, Trindade passou a receber certos hóspedes muito indesejáveis e prejudiciais a seu equilíbrio ecológico. Depois dos porcos e das cabras, foram trazidos cachorros e gatos, não faltando também a figura cosmopolita do camundongo.
Mesmo tendo sido duramente golpeada em seu equilíbrio ecológico, Trindade ainda abriga diversos representantes de sua fauna primitiva. Há uma praia inteiramente tomada por pequenas crateras de 2 metros de diâmetro. Umas ao lado das outras, sugerem algo como o resultado de um intenso bombardeio sobre a superfície fofa das areias brancas. Esse panorama vem sendo elaborado há séculos por grandes tartarugas marinhas, que chegam às centenas para ali enterrar seus ovos.
Trata-se da Chelonia mydas, ou tartaruga-verde, uma das cinco espécies de tartarugas marinhas encontradas em águas oceânicas. No Atlântico Sul, apenas as ilhas de Ascensão, atol das Rocas e Trindade são visitadas pelas fêmeas na época da desova.
Enormes caranguejos terrestres também freqüentam as praias, principalmente na hora em que o sol começa a desaparecer. Eles saem de dentro de buracos escavados na areia ou descem das encostas mais próximas do mar, alimentando-se de quase tudo que encontram pela frente, inclusive os ovos e filhotes recém-nascidos da tartaruga-verde. Ainda que uma fêmea da Chelonia mydas deposite em média quinhentos ovos, poucos escapam à voracidade dos caranguejos. Muito bem adaptados a viver sobre as montanhas, os caranguejos desenvolveram hábitos alimentares que os libertaram de permanecer nas praias. Além de conseguirem subir em árvores e devorar até larvas de insetos, escalam as mais íngremes encostas e não poupam sequer os ninhos das aves marinhas.
A fauna e a flora de Trindade já mereceram diversos estudos mas ainda deverão contribuir com muitas respostas para questões ligadas à biogeografia e à genética. No momento, a maior preocupação compartilhada por especialistas - dos mais diversos setores da ciência - em relação a Trindade reside na sua preservação. As relíquias botânicas da ilha encontram-se ameaçadas por um insaciável herbívoro: o cabrito. Atualmente, ele vive em bandos espalhados pelas partes mais altas, onde a vegetação é mais exuberante e onde se encontra o hábitat da Cyathea copelandii, um feto arborescente ou samambaia-gigante.
Sua presença em Trindade foi um enigma para os botânicos, até que se descobriu o mecanismo de propagação dessa planta. As samambaias-gigantes são descendentes dos minúsculos esporos de samambaias pré-históricas que circularam dentro de altíssimas correntes aéreas sobre o Atlântico há milhares de anos. Dessa mesma forma aterrissaram em alguma época em Trindade as sementes de uma pequena orquídea, do gênero Polystachya, que se adaptou muito bem aos bosques sombrios e úmidos nos pontos mais altos da ilha.
Há um único enigma em Trindade que talvez continue para sempre sem resposta: a existência ou não de um impressionante tesouro escondido entre suas rochas. Conta-se que, após a independência do Peru, em 1821, galeões espanhóis transportavam os tesouros da catedral de Lima com destino à Espanha, quando foram interceptados por piratas ingleses. Estes, depois do saque, teriam guardado os despojos em algum ponto da ilha. Parece pura fantasia. A grande riqueza que Trindade continua nos oferecendo, à plena luz do dia, é uma espetacular amostragem do vulcanismo submarino ocorrido no Atlântico Sul. .


segunda-feira, 29 de novembro de 2010

A Ilha que cresce - Havaí

A ILHA QUE CRESCE - Havaí




Quem foi para o Havaí e gostou tem mais um motivo para ficar feliz: a ilha está em fase de ampliação. Ela tem aumentado de território graças a um vulcão que está ativo desde 1983, o Kilauea. Daquele ano até hoje, a lava que ele despeja no mar fez a ilha crescer 3 milhões de metros quadrados - o equivalente a 316 campos de futebol. E vem mais por aí, só que daqui a bastante tempo: dentro de 50 mil anos, uma nova ilha, Lo’ihi, deve surgir na região. Atualmente, ela é apenas um vulcão escondido a 1 000 metros de profundidade, mas que não pára de crescer.
Famoso pela praia, sol, garotas dançando com colares de flores e ondas, muitas ondas, Havaí é o nome do 50o estado americano e também o da maior das oito ilhas que compõem o arquipélago. É um dos lugares habitados mais distantes dos continentes, a cerca de 2 400 quilômetros dos Estados Unidos. Mas por que existe um lugar assim, isolado no meio do oceano Pacífico? Porque essas ilhas são os pedaços de terra mais jovens de nosso planeta, resultado de erupções vulcânicas que começaram no fundo do mar há cerca de 70 milhões de anos e continuam até hoje (para comparar, os continentes terminaram de se formar há 200 milhões de anos). Havaí, a ilha mais recente, tem apenas 1 milhão de anos. Abriga cinco vulcões - o mais ativo deles é o Kilauea. Parece que alguém esqueceu uma torneira aberta: a lava sai de uma fenda na montanha e escorre tranqüila e impassível, buscando frestas entre a lava seca liberada nos dias anteriores. Às vezes, porém, a "torneira" é aberta com mais força, arrastando tudo o que está no caminho. Um espetáculo inesquecível, que nos faz lembrar que a Terra é um ambiente em permanente mutação e cujos processos mais básicos estão longe do controle humano - mas ao nosso alcance para serem observados e admirados.