Mostrando postagens com marcador defesa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador defesa. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 27 de julho de 2022

Vídeo impressionante mostra glóbulo branco atacando célula de câncer

Vídeo impressionante mostra glóbulo branco atacando célula de câncer

Linfócitos T podem matar essas células secretando toxinas que as destroem por dentro.

segunda-feira, 24 de julho de 2017

A Arte da Capoeira - Parte 3 de 3 - Camille Adorno


A Arte da Capoeira - Parte 3 de 3 - Camille Adorno
A Arte da Capoeira - Camille Adorno



Tanto pode ser incluído na categoria de cítaras, quanto algumas formas
se encaixam com maior facilidade na classe das harpas. Mais uma vez,
qualquer que seja a opinião seguida, o arco musical se fez presente nas
antigas culturas egípcia, assíria, caldéia, fenícia, persa, indú. Na África,
muitas espécies de arco musical podem ser encontradas entre tribos de
Uganda, pigmeus do Congo, em Angola e noutras regiões.

A Arte da Capoeira - Parte 2 de 3 - Camille Adorno


A Arte da Capoeira - Parte 2 de 3 - Camille Adorno
A Arte da Capoeira -  Camille Adorno


Inclusive nas escolas e quartéis, surgindo aqui uma nova representação
social para essa prática, vista agora como "herança da mestiçagem no
conflito das raças" e, portanto, "nacional" (Moraes
Filho,1893/1979:257).


A Arte da Capoeira - Parte 1 de 3 - Camille Adorno


A Arte da Capoeira - Parte 1 de 3 - Camille Adorno
A Arte da Capoeira - Camille Adorno




Prefácio
       Herança africana legada à cultura brasileira, o jogo da Capoeira 
significa valioso contributo à formação da nossa identidade cultural.
       Neste livro estabelecemos os caracteres delineadores da 
Capoeira, propiciando uma oportunidade de iniciação à arte. Na leitura 
desse tema ampliam-se as possibilidade de compreensão da nossa 
história, onde  se insere a Capoeira e que preservou a lembrança das 
lutas sociais que forjaram a cidadania brasileira.
       Esta obra é um passo para se promover o resgate das tradições 
da Capoeira divulgando essa bela expressão nacional.
       
       Kleber Adorno

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Saiba quais foram as Top 10 armas da Segunda Guerra Mundial


Saiba quais foram as Top 10 armas da Segunda Guerra Mundial



Preparamos uma lista com as Top 10 armas da Segunda Guerra Mundial, que são consideradas as mais importantes no confronto. A lista contém algumas que já são muito conhecidas, como M1 Garand e Thompson, mas também há algumas surpresas! Veja abaixo:

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

EUA liberam testes do temido raio laser da morte


EUA liberam testes do temido raio laser da morte


A Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (DARPA) recebeu uma autorização do Departamento de Defesa dos EUA (DOD) para realizar os primeiros testes da sua arma a laser: o HELLADS. A etapa marca o fim da fase de desenvolvimento dessa arma polêmica e o começo de “uma nova e desafiadora série de testes”, nas palavras de um porta-voz do DARPA.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Metendo as mãos pelos pés - Polvo - Biologia


METENDO AS MÃOS PELOS PÉS - Polvo - Biologia


O biólogo canadense Jim Cosgrove mergulhou nas águas do Pacífico jogando uma substância irritante sobre os  recifes, nos quais se esconde o polvo gigante. Esse animal é  dificílimo de ser flagrado. Mas, sem respirar direito, ele apareceu. Depois houve uma longa negociação: o bicho ficou meia hora apalpando o estranho, até se sentir seguro. Só então topou fazer esta e outras poses, que você verá a seguir.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Pássaros formam 'Pac-man gigante' para assustar predador

06/12/2010 11h54 - Atualizado em 06/12/2010 11h54

Pássaros formam 'Pac-man gigante' para assustar predador
Estorninhos se agruparam em bando e atacaram rival.
Cena foi feita pelo fotógrafo amador Giangiorgio Crisponi.

A cena de centenas de estorninhos se protegendo de um ataque de um predador em Cagliari, na Itália, lembrou o popular jogo "Pac-Man". "Estorninhos têm um modo muito particular de se defender de seus predadores, como falcões", disse o fotógrafo amador Giangiorgio Crisponi, de 69 anos, que fez a imagem. Os pássaros se agruparam em bando e voaram em direção do predador para assustá-lo, de acordo com o jornal inglês "Daily Telegraph".


Estorninhos se agruparam em bando e atacaram predador. (Foto: Reprodução)

terça-feira, 4 de maio de 2010

EUA preparam ataque e defesa contra ataques virtuais

25/05/09 - 12h48 - Atualizado em 25/05/09 - 12h50

EUA preparam ataque e defesa contra ataques virtuais
Ataques diários levaram governo de Obama a rever estratégia do país.
Casa Branca não revela se é a favor ou contra uso das ciberarmas.

No momento em que as forças americanas no Iraque quiseram atrair membros da al-Qaeda para uma armadilha, eles hackearam computadores de um dos grupos e alteraram informações que os levaram à mira dos americanos. Quando o presidente George W. Bush ordenou novas formas de desacelerar o progresso iraniano em direção a uma bomba nuclear, no ano passado, ele aprovou um plano para um programa secreto experimental – os resultados ainda são incertos – para adentrar seus computadores e minar o projeto.

O Pentágono comissionou contratados militares para desenvolver uma réplica altamente confidencial da internet do futuro. O objetivo é simular o que seria necessário aos adversários para bloquear as estações de força, as telecomunicações e os sistemas de aviação do país, ou congelar o mercado financeiro – num esforço para construir melhores defesas contra esse tipo de ataque, assim como uma nova geração de armas on-line.

Da mesma forma como a invenção da bomba atômica modificou as operações militares e dissuasão, há 64 anos, uma nova corrida internacional começou a desenvolver armas cibernéticas e sistemas para autoproteção.

Milhares de ataques diários a sistemas computacionais federais e privados nos Estados Unidos – muitos vindos da China e da Rússia, alguns maliciosos, outros testando aberturas nos firewalls americanos – levaram o governo de Obama a rever a estratégia do país.

Pelo fato de vários aspectos do esforço americano para desenvolver ciberarmas e definir seu uso adequado permanecerem em sigilo, muitos dos agentes do governo se recusaram a falar oficialmente. A Casa Branca rechaçou várias solicitações de entrevistas e não respondeu se Obama, em termos de política, apoia ou se opõe ao uso das ciberarmas americanas.

Possibilidades
As inovações mais exóticas cogitadas permitiram a um programador do Pentágono entrar sorrateiramente num servidor de computador na Rússia ou na China, por exemplo, e destruir um "botnet" – um programa potencialmente destrutivo capaz de recrutar máquinas infectadas numa ampla rede, podendo controlá-la clandestinamente – antes de que ele chegue aos Estados Unidos.

Outra possibilidade é de as agências de inteligência americanas poderem ativar códigos maliciosos, secretamente embutidos em chips de computador quando eles são fabricados, permitindo as Estados Unidos comandar os computadores do inimigo por controle remoto, através da internet. Esse, é claro, é exatamente o tipo de ataque que os membros do governo temem que sejam lançados contra alvos americanos, geralmente através de chips ou servidores de computadores fabricados na China.

Até o momento, no entanto, não existe amplas autorizações para que as forças americanas iniciem uma ciberguerra.

Guerra virtual
A ciberguerra não seria tão letal como a guerra atômica, obviamente, nem tão visivelmente dramática. Porém, quando Mike McConnell, ex-diretor da inteligência nacional, relatou a Bush sobre a ameaça, em maio de 2007, ele argumentou que, se um único banco americano de grande porte fosse atacado, "isso teria um impacto gigantesco na economia global, maior que os dos ataques de 11 de setembro". McConnell, que deixou o cargo há três meses, alertou, no ano passado, sobre "a capacidade de ameaça a oferta de dinheiro americana ser equivalente à arma nuclear de hoje".

Os cenários apresentados por McConnell e sua coordenadora de cibersegurança, Melissa Hathaway, ao novo presidente, no ano passado, foram mais além. Eles descreveram vulnerabilidades, incluindo um ataque a Wall Street e um ao sistema de controle de tráfego aéreo da Administração Federal de Aviação. A maioria eram extrapolações de ataques já tentados.

Hoje, Hathaway é a primeira autora da ciberestratégia da Casa Branca e tem viajado por todo o país, falando em termos vagos sobre ataques recentes, e cada vez mais ousados, às redes de computadores responsáveis por manter o país em funcionamento. Membros do governo não discutem detalhes de um recente ataque à rede de transporte aéreo. Em vez disso, eles afirmam que o ataque não afetou diretamente os sistemas de tráfego aéreo.

Ainda assim, o espectro de uma ofensiva digital, capaz de cegar controladores de voo e, talvez, as redes de defesa aeroespacial militares, assombra as forças armadas e oficias da inteligência. A sorte do sistema de controle de tráfego aéreo, dizem os oficiais, é que ele é tão antigo que não está diretamente conectado à internet.

Anjo negro
Estudos, com o codinome de Anjo Negro, têm focado na possibilidade de torres de telefonia celular, comunicações de serviços de emergência e sistemas hospitalares serem destruídos, para semear o caos. No entanto, a teoria tem, com o tempo, se tornado real.

"Vimos operações de rede chinesas dentro de certas malhas elétricas", disse Joel F. Brenner, supervisor de operações de contrainteligência para Dennis Blair, sucessor de McConnell como diretor de inteligência, falando da Universidade do Texas, em Austin. "Se eu me preocupo com essas malhas, com os sistemas de controle de tráfego aérea, de abastecimento de água, e coisas do tipo? Pode apostar que sim."

Porém, a grande questão – que o governo até agora se recusa a discutir – é se a melhor defesa contra o ciberataque é o desenvolvimento de uma capacidade robusta de travar uma ciberguerra.

Fortaleza
Como descobriu rapidamente a equipe de Obama, o Pentágono e as agências de inteligência concluíram, nos últimos anos de Bush no poder, que não seria suficiente simplesmente construir firewalls mais fortes e melhores detectores de vírus, ou restringir o acesso aos próprios computadores do governo federal.

"O modelo de fortaleza simplesmente não funcionará bem para o mundo cibernético", afirmou um experiente oficial militar, participante ativo desse debate há anos. "Alguém sempre vai dar um jeito de invadir".

Esse pensamento levou a uma discussão sobre se as lições aprendidas na era nuclear – nos dias de "destruição mutuamente garantida" – se aplicam à guerra cibernética.

Entretanto, na ciberguerra, é difícil saber onde atacar, ou até mesmo quem atacar. Outras pessoas argumentam a favor de uma página da doutrina de apropriação de Bush, indo aos computadores estrangeiros a fim de destruir softwares maliciosos, antes que eles sejam liberados na corrente sanguínea digital do mundo. Porém, isso poderia corresponder a um ato de guerra. Muitos argumentam que esse é um jogo a ser perdido, pois os Estados Unidos são mais dependentes de um sistema de internet que funcione constantemente, mais, inclusive, do que muitos de seus potenciais adversários. Portanto, eles sofreriam mais prejuízos em caso de contra-ataque.

Detecção
Durante a Guerra Fria, se um míssil estratégico fosse disparado contra os Estados Unidos, telas localizadas numa montanha no Colorado seriam acesas e as forças armadas americanas teriam algum tempo para decidir se lançariam ou não um contra-ataque. Hoje, quando os computadores do Pentágono são alvos de ataque, a origem geralmente é um mistério. Sem a certeza sobre essa origem, é quase impossível elaborar um contra-ataque.

Nos raros casos onde a preparação para um ataque é detectada num sistema de computador estrangeiro, existe um debate contínuo sobre a adoção do conceito da apropriação, com todas as suas conotações da era Bush. As questões variam se um ataque on-line deve ser criado naquele sistema para, num caso extremo, destruir fisicamente aqueles computadores.

Alguns membros do governo sustentam que, se os Estados Unidos adotarem essa apropriação – e demonstrarem estar observando o desenvolvimento de ciberarmas hostis – eles poderiam começar a deter alguns ataques. Outros acreditam que isso só justificaria ataques desse tipo feitos contra os Estados Unidos.

"A Rússia e a China têm muitos hackers nacionalistas", disse um experiente oficial militar. "Eles estão muito, muito dispostos a agir por conta própria".

Oficiais do Pentágono e militares também expressam grande preocupação de que as leis e acordos envolvendo o conflito armado não tenham se atualizado em relação aos desafios da ofensiva da guerra cibernética.

Nas últimas décadas, vários limites sobre as ações têm sido aceitos – mas nem sempre praticados. Um é a proibição contra o assassinato de líderes do governo. Outra é evitar ataques direcionados a civis. Contudo, no mundo cibernético, onda a maioria dos alvos vulneráveis são civis, não existem regras ou acordos. Se uma base militar é atacada, seria uma resposta proporcional e legítima destruir a malha de energia do atacante, mesmo que isso signifique afetar hospitais, o sistema de controle de tráfego aéreo ou o sistema bancário?

"Ainda não temos esse equivalente para o mundo cibernético", afirmou um experiente membro do Departamento de Defesa, "e isso é um pouco perigoso".

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Verbas de Defesa vão beneficiar tecnologia e segurança na Web

08/05/09 - 15h22 - Atualizado em 08/05/09 - 15h25

Verbas de Defesa vão beneficiar tecnologia e segurança na Web

ATLANTA (Reuters) - À medida que o Departamento da Defesa dos Estados Unidos reformula sua capacidade militar e se equipa melhor para enfrentar operações de combate irregular, as empresas que se concentram na tecnologia de informação e em prevenir novas ameaças de segurança estarão bem posicionadas para se beneficiar.

O governo Obama esta semana solicitou ao Congresso 663,8 bilhões de dólares para o
Pentágono, que mudará de foco e passará a dedicar mais recursos a combater insurgentes do que a inimigos tradicionais.

O orçamento, que precisa de aprovação do Congresso, pode resultar no encerramento da
produção do F-22, o caça stealth da Lockheed Martin, do helicóptero presidencial VH-71 e do avião de carga militar C-17, da Boeing.

Mas também reforçaria as verbas de sistemas que coligem, monitoram e disseminam
informações, e ofereceria cobertura adicional do campo de batalha por veículos aéreos não tripulados. Também está prevista uma expansão de mais de 2,4 mil soldados no efetivos das forças de "operações especiais".

"As empresas que estão produzindo tecnologias que auxiliam os soldados no campo de batalha de maneira prática" devem se beneficiar, disse Brian Ruttenbur, analista de defesa da Morgan Keegan.

"Coisas que apresentam custos muito elevados e retornos questionáveis estão chegando ao fim", acrescentou.

Jim McAleese, um consultor de defesa, disse estar surpreso pela forte concentração da Casa Branca em cancelar cerca de 5 bilhões de dólares de verbas adicionais para armamentos em uma proposta de orçamento de guerra suplementar, quando está a ponto de apresentar um orçamento de 3,55 trilhões de dólares.

Dado o esforço para cortar programas de armas, alguns representantes do setor estão
começando a temer que "defesa talvez se torne um nome feio na Casa Branca".

Mas Alex Hamilton, diretor executivo sênior da Jesup & Lamont Securities, disse que a mudança de foco do governo Obama demonstra que as autoridades estão cada vez mais preocupadas com as operações de inteligência e a proteção de redes de computadores contra ameaças, e não com a produção de equipamentos militares mais tradicionais.