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sexta-feira, 17 de junho de 2011

Recordes - Tecnologia

RECORDES - TECNOLOGIA

NANICO SUBAQUÁTICO

Menor submarino do mundo, o Serafina tem 40 centímetros de comprimento, cinco propulsores e casco de plástico coberto de circuitos eletrônicos e baterias recarregáveis. Move-se a 1 metro por segundo e tem autonomia de duas horas. Ágil, consegue dar um giro de 360 graus em apenas 1 segundo. Seus criadores trabalham no departamento de engenharia da Universidade Nacional Australiana, em Canberra. O desafio agora é aumentar a resistência do microssubmarino. Hoje, ele mergulha até 14 metros, mas a equipe pretende operá-lo em até 5 000 metros. Só assim o Serafina poderá ajudar efetivamente em estudos científicos no fundo de mares e oceanos.
O menor submarino tripulado é o Water Beatle, da Inglaterra. Com 2,95 metros de comprimento, é sete vezes maior que o Serafina


RESPONDA SE PUDER
Integrante da maior banda de rock de todos os tempos, Paul McCartney detém outro recorde: o de perguntas recebidas de fãs. No dia 17 de maio de 1997, o ex-baixista dos Beatles recebeu 3 milhões de e-mails e telefonemas durante uma entrevista transmitida via TV e internet pela emissora americana VH1. Isso porque a conversa sobre o CD Flaming Pie durou só 30 minutos. Assim, Paul teve tempo para responder a apenas algumas questões.


PARA NÃO CHEGAR ATRASADO

Correndo a espantosos 1 227,985 quilômetros por hora, o inglês Andy Green registrou a maior velocidade em terra. Foi no dia 15 de outubro de 1997, cinqüenta anos e 1 dia depois do primeiro vôo supersônico da história. A barreira do som num veículo sobre rodas foi quebrada pelo carro Thrust SSC no deserto de Black Rock, nos Estados Unidos. A equipe trabalhou 10 000 horas na construção do carro e esperou dois anos até realizar o sonho de, literalmente, voar baixo.


ÁBACO MOLECULAR
Para criar a menor calculadora do mundo, os cientistas da IBM buscaram inspiração no ábaco, um instrumento matemático inventado na Ásia cerca de 5 000 anos atrás. A diferença é que as bolinhas têm o diâmetro de um nanômetro, ou seja, a milésima parte de um milímetro. Os pesquisadores Maria Teresa Cuberes, James Gimzewski e Reto Schlittler formaram dez linhas estáveis de dez moléculas, que são movidas individualmente numa superfície de cobre, com o auxílio de uma agulha ultrafina instalada em microscópio. Cada molécula é composta de 60 átomos de carbono dispostos na forma de esfera - uma descoberta científica que levou o Prêmio Nobel de Química em 1996. Tudo tão pequeno que é preciso ampliar a imagem milhões de vezes para ver o ábaco molecular em funcionamento.
Apresentada em 1996 pelo trio de gênios do laboratório da IBM na Suíça, essa calculadora utiliza o mesmo princípio do ábaco. As bolas microscópicas são empurradas para a esquerda e para a direita, representando os números de zero a dez. Mais do que uma brincadeira de cientistas, o ábaco molecular é uma experiência bem-sucedida na manipulação de estruturas invisíveis ao olho humano. A menor calculadora do planeta significou um enorme avanço nos estudos sobre as propriedades de átomos e moléculas. O projeto foi patrocinado pelo Escritório Federal de Educação e Ciência da Suíça, tamanho o interesse de governos e empresas do mundo todo pela revolucionária nanotecnologia. Num futuro próximo, tudo indica que os avanços da engenharia nanométrica farão parte do seu dia-a-dia, presentes em produtos como roupas, computadores, aparelhos eletrônicos e automóveis.

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