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sábado, 11 de junho de 2011

Recordes - Natureza

Recordes - Natureza


ÁGUA! ÁGUA!

Ao desaguar no Oceano Atlântico, o Rio Amazonas, o mais caudaloso do planeta, propicia um dos espetáculos mais grandiosos da natureza, a pororoca, o violento encontro de suas águas com o mar. Num único dia, o Amazonas descarrega no mar mais água que o Tâmisa, na Inglaterra, despeja em um ano inteiro. Tal volume, equivalente a 20% das águas fluviais do mundo, justifica-se pelas fartas chuvas na região, pelo fato de o rio cruzar a maior floresta tropical do planeta e ainda receber mais de 1000 afluentes, alguns com mais de 1 600 quilômetros. A profundidade média do Amazonas é de 50 metros. Em seu ponto mais profundo, a 120 metros, a estátua da Liberdade, de 91,5 metros, desapareceria. Em média, o rio tem 15 quilômetros de largura - na foz, atinge 300 quilômetros.
A vazão média do rio Amazonas é de 215 milhões de litros por segundo. Se ele tivesse de matar a sede de todo o planeta, poderia fornecer um litro de água a cada 28 segundos para cada habitante da Terra

O AMARELO INDOMÁVEL
As cheias do portentoso Rio Amarelo (Hung He), na Província de Huayan Kou, fazem parte da história da China. Nenhuma, porém, foi tão dramática quanto a de 1887, quando morreram 900 000 pessoas. Provocada pelo transbordamento de um dos muitos diques construídos ao longo do rio, a enchente atingiu mais de 80 000 quilômetros quadrados e cobriu 11 cidades. Para controlar as enchentes, os chineses começaram a construir comportas no rio há 2 500 anos. Mas, ainda hoje, o Amarelo castiga os moradores da região.

TRAGÉDIA NO AR
Todos os 71 passageiros e os 8 tripulantes do Boeing 707-121 da Pan American World Airlines, que partira de Porto Rico e voava para Filadélfia, em 8 de dezembro de 1963, morreram naquele dia. Foram vítimas de uma explosão em pleno ar, provocada por um relâmpago que atingiu o tanque de reserva de combustível da aeronave. No momento da explosão, o Boeing sobrevoava a região de Elkton, em Maryland, Estados Unidos, enquanto aguardava permissão para o pouso. Os efeitos de colisões com raios variam, mas, na maioria dos casos, o dano é pequeno e o risco de explosão, remoto. O maior perigo é o raio atingir, como ocorreu no caso do Boeing da Pan American, a parede do tanque de combustível.
Os raios que atingem a Terra, a cada dia, geram 3,456 trilhões de HP, potência suficiente para levantar um porta-aviões de 200 000 toneladas a uma altura de 30 metros

FÁBRICA DE LAVAS

O Kilauea, um vulcão de 1 219 metros de altura na ilha do Havaí, é o mais ativo do planeta e está atualmente na maior e mais longa erupção de flanco da história: iniciada em 1983, libera até 5 metros cúbicos de lavas por segundo! O Kilauea já passou 100 anos em atividade quase contínua.

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