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sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Cães assassinos - uma das principais “armas” dos espanhóis na conquista da América


Cães assassinos - uma das principais “armas” dos espanhóis na conquista da América


Cães da raça Alano eram verdadeiros assassinos no campo de batalha. Eram tão eficazes que alguns recebiam até salário como soldados.


A história da conquista das américas pelos espanhóis está repleta de batalhas sangrentas. Mais recentemente, o historiador Álvaro Van den Brule acrescentou novas cenas de terror a esses relatos. 

Os cães da raça Alano, um cruzamento de buldogue com mastim, eram treinados para acompanhar as tropas no território americano. O resultado era a matança indiscriminada e truculenta, que incutiu o terror nos nativos. 



Além das armas de fogo e cavalos, os cães também integravam o exército. Eles iam para a batalha cobertos por faixas de couro e fortes proteções de feltro sobre o corpo, o que os transformava em uma arma implacável. 

Álvaro Van den Brule detalha em um artigo, recentemente publicado no site El Confidencial, que, embora os relatos da época tenham subestimado a importância dos cães guerreiros nas batalhas da conquista, vários dados fazem crer que seu uso foi generalizado. Até 400 cachorros teriam participado da conquista do território mexicano, semeando um terror sem precedentes no seu caminho.


O mais famoso desses cães foi Becerillo, que acompanhava o conquistador Sancho de Aragão. Sua dedicação no campo de batalha lhe rendeu até um salário. 

O historiado Van den Brule explica: “eles foram responsáveis em grande parte pela matança indiscriminada que entrou para a história como uma das táticas militares mais sangrentas de todos os tempos”.



Fonte: RT 








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