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quinta-feira, 21 de abril de 2016

Saiba quais são os fins mágicos e medicinais do canibalismo


Saiba quais são os fins mágicos e medicinais do canibalismo


A ingestão de corpos mortos fez parte de diversas tradições, integrando-se à medicina ou a rituais de magia, até pouco tempo atrás.


Sem ir muito longe, a palavra “mummy” (múmia) aparece em textos ingleses do século XVII, fazendo referência a pedaços de cadáveres humanos utilizados pela medicina ou pela magia.

Nas execuções públicas no Renascimento, as pessoas bebiam taças de sangue dos mortos: recomendava-se seu uso para tratar problemas circulatórios. Também se acreditava que um pouco de crânio diluído no álcool era bom para a dor de cabeça, e que comer os testículos de um homem morto melhorava a sexualidade. 

Em algumas culturas da América pré-colombiana, a carne humana era um alimento dos deuses, e daí vinham os sacrifícios humanos, com sua consequente ingestão. Enquanto isso, na Ásia, existiam rituais funerários em que pessoas comiam parte dos seus familiares mortos. Já na Europa, o sangue e os ossos dos mortos eram usados como ingredientes mágicos, independentemente de a quem tenham pertencido. 

No século XVIII, todas essas práticas começaram a diminuir, embora tenham continuado de forma marginal e clandestina até o início do século passado. Atualmente, a ciência estabeleceu suas condições, e a utilização de partes dos mortos é limitada a transfusões de sangue e doação de órgãos.

Fonte: Pijama Surf 


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